O Senado de Nova York legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo numa votação histórica nesta sexta-feira, 24, transformando o berço do movimento gay no sexto e maior estado a legalizar a união homossexual. A chamada Lei de Igualdade Matrimonial (Marriage Equality Act), aprovada no Senado com 33 votos a favor e 29 contra num plenário que se prolongou por várias horas, entrará em vigor em exatos 30 dias.
Com a decisão, Nova York se junta aos estados de Iowa, New Hampshire, Massachusetts, Connecticut e Vermont, e ao Distrito de Columbia (Washington D.C.) na legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Outros estados como Havaí, Califórnia, Nevada, Oregon, Washington e Nova Jersey propõem as uniões civis a casais homossexuais, dando os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais, mas sem o direito ao casamento.
Após a aprovação da lei, a comunidade gay comemorou nos bairros de East Village e West Village, em Manhattan. A sede do governo estadual, em Albany, cerca de 240 km ao norte de Nova York, foi palco de manifestações contra e a favor do casamento homossexual.
Segundo uma pesquisa publicada em março, 53% da população dos Estados Unidos aprova o casamento homossexual, contra 44% que rejeitam a medida.
Não quero absolutamente que acham que estou querendo falar de religião simplesmente acredito que existe um Deus que criou todas as coisas e tudo conforme sua espécie. Quem algum dia falou que estas coisas iriam acontecer? quem conhece a verdade sabe que foi os apóstolos de Jesus Cristo, mesmo assim poucos estão atento para a vinda de jesus, a mesmo coisa vai acontecer quando as pessoas quiserem recorrer é tarde, para uns o que está acontecendo é normal, para outros é um absurdo, a minha opinião é que Deus Ama tudo o que ele criou, a oportunidade para o ser humano, esta no intervalo entre o presente e a vinda de Jesus. Quem sabe quando só Deus Pai.
sábado, 25 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
FIFA afirma estar ‘preocupada’ com preparação brasileira
A demora nos avanços das obras para a Copa do Mundo de 2014 voltaram a gerar críticas ao Brasil por parte da FIFA. Em um discurso em Moscou, na Rússia, o secretário-geral da entidade, Jerome Valcke, afirmou que a FIFA está ‘preocupada’ com a preparação brasileira. “Não há estádios nem aeroportos”, disse o secretário-geral.
A FIFA vem pressionando o governo brasileiro e a CBF por mais velocidade nas obras. No dia 15, a Câmara aprovou o primeiro passo para a realização de obras para a Copa e os Jogos Olímpicos, em 2016. Por 272 votos a favor, 76 contra e três abstenções, os deputados aprovaram o texto básico da medida provisória que cria regras especiais de licitação para a construção de estádios para Copa e as Olimpíadas, – conhecido como Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC). Mas a votação da medida provisória só será concluída com a votação das propostas de mudanças apresentadas pela oposição, o que deverá ocorrer na próxima semana.
Enquanto isso obras permanecem sem avanço. O orçamento para a as obras do estádio do Maracanã só foi definido na semana passada, quando também terminou o prazo estipulado pela FIFA para alterações nos projetos dos estádios das 12 cidades-sedes.
A FIFA vem pressionando o governo brasileiro e a CBF por mais velocidade nas obras. No dia 15, a Câmara aprovou o primeiro passo para a realização de obras para a Copa e os Jogos Olímpicos, em 2016. Por 272 votos a favor, 76 contra e três abstenções, os deputados aprovaram o texto básico da medida provisória que cria regras especiais de licitação para a construção de estádios para Copa e as Olimpíadas, – conhecido como Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC). Mas a votação da medida provisória só será concluída com a votação das propostas de mudanças apresentadas pela oposição, o que deverá ocorrer na próxima semana.
Enquanto isso obras permanecem sem avanço. O orçamento para a as obras do estádio do Maracanã só foi definido na semana passada, quando também terminou o prazo estipulado pela FIFA para alterações nos projetos dos estádios das 12 cidades-sedes.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Asma: conheça os sintomas desta doença
No próximo dia 21, Dia Nacional de Combate à Asma, as atenções das autoridades médicas se voltam para esta doença, que é uma das mais comuns em todo o mundo, afetando cerca de 10% da população. Segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) ocorrem anualmente no Brasil cerca de 350 mil internações por asma, constituindo a quarta maior causa de internação no nosso país e a terceira causa entre crianças e adultos jovens.
Caracterizada por uma inflamação crônica das vias aéreas, a asma causa um estreitamento reversível dessas vias, levando à limitação variável da passagem do ar e atinge indivíduos de todas as faixas etárias. “Aproximadamente um terço de todos os pacientes asmáticos possui pelo menos um familiar com a doença e/ou outro tipo de alergia”, afirma Jaime Rocha, infectologista do Lâmina Medicina Diagnóstica.
É preciso ficar atento, pois se não for tratada de forma adequada a asma pode levar à morte. No mundo, estima-se que a doença seja responsável por 250 mil mortes anuais, sendo que, no Brasil, essa taxa é de aproximadamente duas mil por ano. “Apesar de não ter cura, quando o paciente é acompanhado por um especialista, o controle da doença pode ser alcançado com desaparecimento dos sintomas por meses ou até anos”, comenta o médico.
Nesta época do ano há um aumento nos índices de crises de asma devido ao frio, poeira, mofo, fumo e por conta das pessoas permanecerem mais tempo em ambientes fechados, aumentando a exposição aos fatores desencadeantes. Os principais sintomas são tosse, chiado no peito e opressão torácica. Os sintomas variam muito entre as pessoas, podendo ser desde leves até graves.
Rocha lembra que uma pessoa com estes sintomas deve procurar um médico. O tratamento da asma é focado no controle ambiental, terapia farmacológica e imunoterapia a ser indicada pelo médico de acordo com o quadro clínico do paciente. A pessoa com asma deve evitar contato com os fatores já sabidamente capazes de desencadear a doença. Para muitos pacientes, a medicação deve ser administrada diariamente com a finalidade de controlar os sintomas, melhorar a função pulmonar e prevenir crises. Medicamentos também podem ser necessários para aliviar sintomas agudos, tais como sibilos, opressão torácica e tosse.
Os fatores desencadeantes da asma mais habituais incluem:
- exposição a alérgenos, tais como ácaros domésticos: na roupa de cama, nos tapetes e nos estofados felpudos, bichos de pelúcia, poeira domiciliar.
- exposição a animais com pelo, baratas, pólen e mofo.
- exposição à fumaça do tabaco.
- exposição à poluição aérea.
- infecções (virais) respiratórias.
- exercício físico, emoções fortes.
- irritantes químicos e remédios (tais como aspirina e betabloqueadores).
- refluxo gastroesofágico.
Diagnóstico
O especialista deve, além da história clínica, submeter o paciente a um exame físico e exames complementares. Dentre os exames complementares destacam-se a prova de função pulmonar para avaliar a existência e o grau de obstrução das vias aéreas, a radiografia de tórax e o teste cutâneo para avaliação da resposta alérgica.
Rocha reforça que o exame de sangue pode ser um importante aliado. É por meio dele que conseguimos medir a reação do organismo por um tipo de anticorpo (célula de defesa) especial chamado de imunoglobulina do tipo E ou IgE. Em algumas pessoas, essa reações imunológicas, mediadas por IgE, são exageradas e responsáveis pelo desencadeamento das alergias e suas respectivas reações. Nesses casos a quantidade de IgE encontra-se aumentada, mas nem sempre quantidades superiores de IgE total significam alergia. É necessário determinar o IgE específico, ou seja, aquele produzido por determinada substância específica.
Um dos testes mais utilizados é a dosagem de IgE, Imunoglobulina E Total e do Ig E específico para determinada substância pelo método chamado Radio Allergo Sorbent Test (abreviado, chamamos de RAST). Assim se, por exemplo, um alérgeno como a poeira entrar em contato com o organismo, irá produzir um IgE específico para a mesma e se o resultado do exame constar altos níveis de IgE especifica à poeira é porque o paciente tem alergia à poeira.
As orientações são de Jaime Rocha infectologista do Lâmina Medicina Diagnóstica
Caracterizada por uma inflamação crônica das vias aéreas, a asma causa um estreitamento reversível dessas vias, levando à limitação variável da passagem do ar e atinge indivíduos de todas as faixas etárias. “Aproximadamente um terço de todos os pacientes asmáticos possui pelo menos um familiar com a doença e/ou outro tipo de alergia”, afirma Jaime Rocha, infectologista do Lâmina Medicina Diagnóstica.
É preciso ficar atento, pois se não for tratada de forma adequada a asma pode levar à morte. No mundo, estima-se que a doença seja responsável por 250 mil mortes anuais, sendo que, no Brasil, essa taxa é de aproximadamente duas mil por ano. “Apesar de não ter cura, quando o paciente é acompanhado por um especialista, o controle da doença pode ser alcançado com desaparecimento dos sintomas por meses ou até anos”, comenta o médico.
Nesta época do ano há um aumento nos índices de crises de asma devido ao frio, poeira, mofo, fumo e por conta das pessoas permanecerem mais tempo em ambientes fechados, aumentando a exposição aos fatores desencadeantes. Os principais sintomas são tosse, chiado no peito e opressão torácica. Os sintomas variam muito entre as pessoas, podendo ser desde leves até graves.
Rocha lembra que uma pessoa com estes sintomas deve procurar um médico. O tratamento da asma é focado no controle ambiental, terapia farmacológica e imunoterapia a ser indicada pelo médico de acordo com o quadro clínico do paciente. A pessoa com asma deve evitar contato com os fatores já sabidamente capazes de desencadear a doença. Para muitos pacientes, a medicação deve ser administrada diariamente com a finalidade de controlar os sintomas, melhorar a função pulmonar e prevenir crises. Medicamentos também podem ser necessários para aliviar sintomas agudos, tais como sibilos, opressão torácica e tosse.
Os fatores desencadeantes da asma mais habituais incluem:
- exposição a alérgenos, tais como ácaros domésticos: na roupa de cama, nos tapetes e nos estofados felpudos, bichos de pelúcia, poeira domiciliar.
- exposição a animais com pelo, baratas, pólen e mofo.
- exposição à fumaça do tabaco.
- exposição à poluição aérea.
- infecções (virais) respiratórias.
- exercício físico, emoções fortes.
- irritantes químicos e remédios (tais como aspirina e betabloqueadores).
- refluxo gastroesofágico.
Diagnóstico
O especialista deve, além da história clínica, submeter o paciente a um exame físico e exames complementares. Dentre os exames complementares destacam-se a prova de função pulmonar para avaliar a existência e o grau de obstrução das vias aéreas, a radiografia de tórax e o teste cutâneo para avaliação da resposta alérgica.
Rocha reforça que o exame de sangue pode ser um importante aliado. É por meio dele que conseguimos medir a reação do organismo por um tipo de anticorpo (célula de defesa) especial chamado de imunoglobulina do tipo E ou IgE. Em algumas pessoas, essa reações imunológicas, mediadas por IgE, são exageradas e responsáveis pelo desencadeamento das alergias e suas respectivas reações. Nesses casos a quantidade de IgE encontra-se aumentada, mas nem sempre quantidades superiores de IgE total significam alergia. É necessário determinar o IgE específico, ou seja, aquele produzido por determinada substância específica.
Um dos testes mais utilizados é a dosagem de IgE, Imunoglobulina E Total e do Ig E específico para determinada substância pelo método chamado Radio Allergo Sorbent Test (abreviado, chamamos de RAST). Assim se, por exemplo, um alérgeno como a poeira entrar em contato com o organismo, irá produzir um IgE específico para a mesma e se o resultado do exame constar altos níveis de IgE especifica à poeira é porque o paciente tem alergia à poeira.
As orientações são de Jaime Rocha infectologista do Lâmina Medicina Diagnóstica
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Vestibular exige que aluno diferencie linguagem oral e culta
Praticamente todos os anos, os vestibulandos encontram em suas provas ao menos uma questão que, a partir de uma tirinha em quadrinhos, de um poema ou de um trecho de um texto, aborda um tema que vem provocando polêmica há um mês: as variantes linguísticas.
Os exercícios abordam as diferenças linguísticas de diversas formas: pedindo para o candidato verificar onde está aplicada a linguagem coloquial; identificar marcas de coloquialidade nos textos; responder o nome correto da variedade linguística usada em determinada expressão e transformar um trecho de linguagem oral na norma culta.
"O aluno precisa conhecer a linguagem popular para saber o quão distante ele está da norma culta", diz coordenadora-geral da Ação Educativa, Vera Masagão Ribeiro. "As variedades linguísticas já são um tema consolidado, que é cobrado nos exames."
Os coordenadores de três dos maiores vestibulares do País concordam que o conteúdo deve ser cobrado, mas sempre tendo em vista a avaliação do aprendizado que o candidato tem em relação à norma culta. "As variantes linguísticas constam no programa do nosso vestibular", afirma Maria Thereza Fraga Rocco, da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), responsável pelo exame da Universidade de São Paulo (USP). "E não só no nosso: praticamente todos eles cobram." Renato Pedrosa, coordenador da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest), destaca que a universidade está sempre em busca dos melhores candidatos, o que inclui expressar-se corretamente na escrita. "A Unicamp espera que o aluno tenha esse domínio, aprendido na escola", explica.
Para os coordenadores, a cobrança é um reflexo daquilo que é ensinado em sala de aula. "O vestibular presume que o aluno saiba distinguir os diferentes tipos de linguagem" diz Rogério Chociay, assessor da diretoria acadêmica da Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp).
Preparo
Para os cursinhos e colégios, o ensino da norma culta é indispensável e é encarado como uma das principais missões da escola. Mas os professores encaram as variantes linguísticas como um tema que passa por um viés cultural, demonstrando as diferenças de costumes entre pontos distantes do País, como os regionalismos dos sotaques e vocabulários.
"Penso que o assunto deva ser tratado pelos professores sem obscurantismo, elitista ou populista, nem moralismo, de uma perspectiva linguística e com sensibilidade para diferenças sociais e culturais", diz Francisco Achcar, professor aposentado da Unicamp e coordenador de língua portuguesa do Objetivo. Francisco Platão Savioli, professor da USP e supervisor de língua portuguesa do Anglo, destaca que os estudantes chegam à escola dominando uma linguagem – como a utilizada entre os jovens nas redes sociais, por exemplo – que se afasta em menor ou maior grau da norma culta. "Na escola, o aluno vai saber em que situação ela (a norma culta) vai ser necessária, aprendendo a avaliar a adequação de uma linguagem", explica. "Jogar fora as variantes é jogar fora a riqueza da língua. Ensiná-las não tem nada a ver com ensinar errado."
Debate
Algumas escolas discutiram o livro do MEC em sala de aula. No colégio Santa Amália, em São Paulo, os alunos tiveram uma proposta de redação baseada em diversos textos publicados nas últimas semanas – tanto os que apoiavam quanto os que acusavam a obra. No Augusto Laranja, na zona sul paulistana, os estudantes se debruçaram sobre os artigos que saíram em diversos veículos de comunicação – a escola já costuma tratar o assunto a partir dos diversos gêneros textuais. "Para trabalhar o conceito de adequação de linguagem utilizamos os mais diversos tipos de padrão de texto", diz a professora Rosane de Luiz Cesari. Rute Possebom, que leciona língua portuguesa no Santa Amália, reforça que os alunos precisam entender que é o domínio da norma culta que vai aprová-los no vestibular. "E também ajudá-los a conquistar uma vaga no mercado de trabalho", afirma.
Os exercícios abordam as diferenças linguísticas de diversas formas: pedindo para o candidato verificar onde está aplicada a linguagem coloquial; identificar marcas de coloquialidade nos textos; responder o nome correto da variedade linguística usada em determinada expressão e transformar um trecho de linguagem oral na norma culta.
"O aluno precisa conhecer a linguagem popular para saber o quão distante ele está da norma culta", diz coordenadora-geral da Ação Educativa, Vera Masagão Ribeiro. "As variedades linguísticas já são um tema consolidado, que é cobrado nos exames."
Os coordenadores de três dos maiores vestibulares do País concordam que o conteúdo deve ser cobrado, mas sempre tendo em vista a avaliação do aprendizado que o candidato tem em relação à norma culta. "As variantes linguísticas constam no programa do nosso vestibular", afirma Maria Thereza Fraga Rocco, da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), responsável pelo exame da Universidade de São Paulo (USP). "E não só no nosso: praticamente todos eles cobram." Renato Pedrosa, coordenador da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest), destaca que a universidade está sempre em busca dos melhores candidatos, o que inclui expressar-se corretamente na escrita. "A Unicamp espera que o aluno tenha esse domínio, aprendido na escola", explica.
Para os coordenadores, a cobrança é um reflexo daquilo que é ensinado em sala de aula. "O vestibular presume que o aluno saiba distinguir os diferentes tipos de linguagem" diz Rogério Chociay, assessor da diretoria acadêmica da Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp).
Preparo
Para os cursinhos e colégios, o ensino da norma culta é indispensável e é encarado como uma das principais missões da escola. Mas os professores encaram as variantes linguísticas como um tema que passa por um viés cultural, demonstrando as diferenças de costumes entre pontos distantes do País, como os regionalismos dos sotaques e vocabulários.
"Penso que o assunto deva ser tratado pelos professores sem obscurantismo, elitista ou populista, nem moralismo, de uma perspectiva linguística e com sensibilidade para diferenças sociais e culturais", diz Francisco Achcar, professor aposentado da Unicamp e coordenador de língua portuguesa do Objetivo. Francisco Platão Savioli, professor da USP e supervisor de língua portuguesa do Anglo, destaca que os estudantes chegam à escola dominando uma linguagem – como a utilizada entre os jovens nas redes sociais, por exemplo – que se afasta em menor ou maior grau da norma culta. "Na escola, o aluno vai saber em que situação ela (a norma culta) vai ser necessária, aprendendo a avaliar a adequação de uma linguagem", explica. "Jogar fora as variantes é jogar fora a riqueza da língua. Ensiná-las não tem nada a ver com ensinar errado."
Debate
Algumas escolas discutiram o livro do MEC em sala de aula. No colégio Santa Amália, em São Paulo, os alunos tiveram uma proposta de redação baseada em diversos textos publicados nas últimas semanas – tanto os que apoiavam quanto os que acusavam a obra. No Augusto Laranja, na zona sul paulistana, os estudantes se debruçaram sobre os artigos que saíram em diversos veículos de comunicação – a escola já costuma tratar o assunto a partir dos diversos gêneros textuais. "Para trabalhar o conceito de adequação de linguagem utilizamos os mais diversos tipos de padrão de texto", diz a professora Rosane de Luiz Cesari. Rute Possebom, que leciona língua portuguesa no Santa Amália, reforça que os alunos precisam entender que é o domínio da norma culta que vai aprová-los no vestibular. "E também ajudá-los a conquistar uma vaga no mercado de trabalho", afirma.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Produção de petróleo não acompanha a demanda
Os produtores mundiais de petróleo estão se esforçando para acompanhar a demanda, mas em 2010, pela primeira vez na história, o consumo excedeu a produção em mais de cinco milhões de barris por dia.
Só na China o consumo de petróleo aumentou em mais de quatro milhões de barris por dia na última década, sendo responsável por dois quintos do aumento global.
entre produção e consumo de petróleo entre os anos de 1971 e 2010.
está para 81% produção e 85% para consumo
Só na China o consumo de petróleo aumentou em mais de quatro milhões de barris por dia na última década, sendo responsável por dois quintos do aumento global.
entre produção e consumo de petróleo entre os anos de 1971 e 2010.
está para 81% produção e 85% para consumo
quinta-feira, 9 de junho de 2011
IBDD divulga relatório de 2010 e mostra desafios de uma ONG de luta independente
Os inúmeros desafios enfrentados por uma ONG com independência política e financeira, num país acostumado a um Estado paternalista, são os destaques do "Relatório Anual do IBDD -2010"?, que começa a ser distribuído esta semana. "Essa capacidade de enfrentar desafios, o IBDD aprende e retransmite a cada dia para toda pessoa com deficiência que o procura, dando suporte à sua capacidade de resiliência e resistência diante das incontáveis dificuldades cotidianas a que se vê submetida para sobreviver e lutar por sua cidadania"?, escreve Teresa Costa d'Amaral, superintendente do Instituto, na apresentação do relatório, resumindo o espírito de uma ONG de luta.
A Área de Defesa de Direitos do IBDD, que se tornou uma referência nacional de escritório de advocacia especializado na legislação direcionada à pessoa com deficiência, é um bom exemplo de resistência e luta pela cidadania. Em 12 anos de existência, o IBDD patrocinou mais de 500 ações individuais e 7 ações civis públicas. A principal delas, ganhou sentença favorável determinando que os três entes da Federação tornassem acessíveis todos os prédios públicos no município do Rio de Janeiro. Em maio de 2010, o IBDD requereu a execução da sentença, com multa estimada em mais de R$ 5 bilhões.
O relatório informa que, em 2010, a Área de Mercado de Trabalho avançou e consolidou conquistas junto às empresas para derrubar preconceitos sobre a capacidade profissional e o emprego da pessoa com deficiência. O Instituto atendeu a 4.367 pessoas na busca por empregos e qualificação profissional. Dessas, 383 pessoas foram contratadas pelo mercado.
A luta institucional do IBDD em defesa da cidadania foi marcada por dois importantes momentos em 2010: a campanha protagonizada pela atriz Aline Moraes, estrela de "Viver a Vida"?, da TV Globo, alertando para as dificuldades de acessibilidade enfrentadas pelas pessoas com deficiência. O outro momento foi o lançamento do longa metragem "B1 - Tenório em Pequim"?, sobre o judoca quatro vezes medalha de ouro em Paraolimpíadas.
Veja a íntegra do relatório no link a seguir: http://www.ibdd.org.br/arquivos/relatorios/relatorio%20IBDD%202010.pdf
Relatório IBDD
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e-mail: informativo@ibdd.org.br
www.ibdd.org.br
A Área de Defesa de Direitos do IBDD, que se tornou uma referência nacional de escritório de advocacia especializado na legislação direcionada à pessoa com deficiência, é um bom exemplo de resistência e luta pela cidadania. Em 12 anos de existência, o IBDD patrocinou mais de 500 ações individuais e 7 ações civis públicas. A principal delas, ganhou sentença favorável determinando que os três entes da Federação tornassem acessíveis todos os prédios públicos no município do Rio de Janeiro. Em maio de 2010, o IBDD requereu a execução da sentença, com multa estimada em mais de R$ 5 bilhões.
O relatório informa que, em 2010, a Área de Mercado de Trabalho avançou e consolidou conquistas junto às empresas para derrubar preconceitos sobre a capacidade profissional e o emprego da pessoa com deficiência. O Instituto atendeu a 4.367 pessoas na busca por empregos e qualificação profissional. Dessas, 383 pessoas foram contratadas pelo mercado.
A luta institucional do IBDD em defesa da cidadania foi marcada por dois importantes momentos em 2010: a campanha protagonizada pela atriz Aline Moraes, estrela de "Viver a Vida"?, da TV Globo, alertando para as dificuldades de acessibilidade enfrentadas pelas pessoas com deficiência. O outro momento foi o lançamento do longa metragem "B1 - Tenório em Pequim"?, sobre o judoca quatro vezes medalha de ouro em Paraolimpíadas.
Veja a íntegra do relatório no link a seguir: http://www.ibdd.org.br/arquivos/relatorios/relatorio%20IBDD%202010.pdf
Relatório IBDD
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e-mail: informativo@ibdd.org.br
www.ibdd.org.br
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Brasil, um país na contramão
A presidente Dilma Rousseff inaugura com toda a pompa e circunstância mais um grandiloquente programa social, meio que nos pretensiosos termos do fracassado Fome Zero, do início do primeiro governo de seu mentor (quiçá condutor) político. Quatro bilhões de reais – e não vinte – serão empregados na “erradicação da pobreza” (16 bi já integram o bolsa-família). Dilma faz seu discurso ao lado do terceiro suspeito de irregularidades a ocupar a mesma Casa Civil que ela chefiou no governo Lula.
Enquanto isso se discute o trem-bala de 30 ou 50 bilhões de reais, uma diferença irrisória, com a menor das duas cifras suficiente para construir trezentos quilômetros de metrô. Mas um reluzente trem ligando o Rio a São Paulo é a prioridade na sábia visão de nossos governantes.
Nosso Brasil bêbado se equilibra nas mentiras da politicalha que rasura a história da nação pelas mãos do pseudo-democrata José Ribamar Sarney, nos anais do Senado; a pátria mãe gentil troca saneamento básico pela impunidade de seus filhos prediletos, a mãe desnaturada que distingue os seus.
Somos, definitivamente, um país na contramão, uma democracia em marcha à ré, com jornais censurados, à moda argentina, venezuelana, equatoriana.
Nunca vimos o Brasil tão próspero e, contraditoriamente, tão jogado às traças. As traças da corrupção, do mandonismo, do Estado empresário-sindicalista.
Deve-se rir ou chorar quando se lê que a abominável usina hidrelétrica de Belo Monte poderá custar 7, 19 ou 35 bilhões de reais? Este orçamento, ou melhor, chute, mero palpite, nos causa calafrios, porque sabemos que a conta do escárnio será fatalmente espetada em nossas costas, enquanto empreiteiros e políticos festejam os lucros gerados pela Hidra de Lerna que se construirá no Norte.
O incansável jornalista Washington Novaes prega no deserto verdades insofismáveis, que não interessam aos condutores de nossa tresloucada locomotiva. Sempre embasado em dados facilmente verificáveis, ele diz que o Brasil poderia, com certeza, reduzir a cerca da metade os altíssimos custos da energia que consome, apenas com a repotenciação das turbinas já existentes, com a redução das perdas na transmissão e com a conservação e eficiência.
Quem de nós não morre de vergonha ou de raiva quando se revela uma incúria atrás da outra perpetrada pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC)? A desmoralização do Enem é eclipsada pela barbárie da escolha de livros de português que ensinam a norma inculta, literalmente! Mas nossa indignação com o episódio mal teve tempo de ser digerida e outro escândalo rebenta no MEC, com livros de matemática “ensinando” que dez menos sete dá quatro!! Nós, contribuintes, pagamos 14 milhões para recebermos essa estarrecedora notícia!
Ora, que diferença haveria em ter à frente do MEC o ex-palhaço, deputado federal Tiririca – cujo mote de campanha era “pior do que tá não fica” – ou o acadêmico Fernando Haddad?
Fica apenas a dúvida se Tiririca tem razão ao asseverar que “pior não fica”.
Enquanto isso se discute o trem-bala de 30 ou 50 bilhões de reais, uma diferença irrisória, com a menor das duas cifras suficiente para construir trezentos quilômetros de metrô. Mas um reluzente trem ligando o Rio a São Paulo é a prioridade na sábia visão de nossos governantes.
Nosso Brasil bêbado se equilibra nas mentiras da politicalha que rasura a história da nação pelas mãos do pseudo-democrata José Ribamar Sarney, nos anais do Senado; a pátria mãe gentil troca saneamento básico pela impunidade de seus filhos prediletos, a mãe desnaturada que distingue os seus.
Somos, definitivamente, um país na contramão, uma democracia em marcha à ré, com jornais censurados, à moda argentina, venezuelana, equatoriana.
Nunca vimos o Brasil tão próspero e, contraditoriamente, tão jogado às traças. As traças da corrupção, do mandonismo, do Estado empresário-sindicalista.
Deve-se rir ou chorar quando se lê que a abominável usina hidrelétrica de Belo Monte poderá custar 7, 19 ou 35 bilhões de reais? Este orçamento, ou melhor, chute, mero palpite, nos causa calafrios, porque sabemos que a conta do escárnio será fatalmente espetada em nossas costas, enquanto empreiteiros e políticos festejam os lucros gerados pela Hidra de Lerna que se construirá no Norte.
O incansável jornalista Washington Novaes prega no deserto verdades insofismáveis, que não interessam aos condutores de nossa tresloucada locomotiva. Sempre embasado em dados facilmente verificáveis, ele diz que o Brasil poderia, com certeza, reduzir a cerca da metade os altíssimos custos da energia que consome, apenas com a repotenciação das turbinas já existentes, com a redução das perdas na transmissão e com a conservação e eficiência.
Quem de nós não morre de vergonha ou de raiva quando se revela uma incúria atrás da outra perpetrada pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC)? A desmoralização do Enem é eclipsada pela barbárie da escolha de livros de português que ensinam a norma inculta, literalmente! Mas nossa indignação com o episódio mal teve tempo de ser digerida e outro escândalo rebenta no MEC, com livros de matemática “ensinando” que dez menos sete dá quatro!! Nós, contribuintes, pagamos 14 milhões para recebermos essa estarrecedora notícia!
Ora, que diferença haveria em ter à frente do MEC o ex-palhaço, deputado federal Tiririca – cujo mote de campanha era “pior do que tá não fica” – ou o acadêmico Fernando Haddad?
Fica apenas a dúvida se Tiririca tem razão ao asseverar que “pior não fica”.
sábado, 4 de junho de 2011
PALESTINA TORÇO PELA PAZ
por; João Baptista Herkenhoff
É com muita satisfação que leio, nos jornais, nestes dias, expressivas manifestações de líderes de Israel e líderes da Palestina em favor da Paz.
A imprensa noticia a palavra dos líderes, mas passam um tanto quanto despercebidos os aplausos que ocorrem, de Norte a Sul do Globo Terráqueo, por parte de pessoas simples, pessoas comuns, pessoas que não são líderes, mas que querem a Paz.
Milhões de cidadãos espalhados pelo mundo, como o brasileiro que assina este artigo, torcem pela Paz Israel / Palestina.
É preciso que o grito a favor da Paz tenha maior força.
Nutro imensa admiração por Israel. Com que júbilo saudei, na juventude, a criação do Estado judaico. A manifestação juventil, a que me refiro, ocorreu em Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade que tem alma singular e é exemplo de bairrismo sadio.
Pode deixar de ter vocação pacifista quem nasceu, cresceu e foi educado na cidade natal do imenso e humano Rubem Braga, o cronista-poeta que cantou com singeleza as coisas mais belas da vida, e de seu irmão Newton Braga, criador de uma festa-ternura que se chama Dia de Cachoeiro? Que saudade daqueles tempos de adolescência e mocidade, que lembrança feliz da Casa do Estudante.
Tenho profunda admiração pelo Estado da Palestina. Como me encanta a luta do povo palestino em busca de chão. Que belo o trajeto histórico desse povo. Essa ânsia de sobrevivência nacional, que a concretude territorial assegura, merece o apoio de todos os homens e mulheres de boa vontade. A nenhuma nacionalidade pode ser negado o direito de pisar numa terra que considere sua.
Através dos canais diplomáticos, através da ONU, com o endosso de um concerto de nações, o Brasil inclusive, judeus e palestinos podem conviver no respeito recíproco, trocando a exclusão pela partilha, a incompreensão pela tolerância.
Palmas, vibrantes palmas para o Estado judeu e o Estado palestino. Abaixo a força das armas, silenciem-se os fuzis. Erga-se a voz do diálogo. Que se assentem junto à mesa representantes dos dois povos, Renda-se apoio e simpatia aos que se aprontam para ouvir as razões do outro e celebrar a concórdia.
Árabes e judeus disputam no Brasil uma competição a serviço do bem. Constróem obras beneméritas. Na prestação de serviços à coletividade, doam tempo, dinheiro e amor. É assim que testemunham gratidão pela acolhida que eles, seus pais, avós e bisavós tiveram no Brasil.
Se dependesse da colônia árabe brasileira e da colônia judaica brasileira jamais teria havido guerra no Oriente Médio.
Vamos aplaudir, com toda a garra de que é provida a alma brasileira, os esforços dos que, neste momento, estão empenhados no entendimento.
Ah, se Cachoeiro de Itapemirim fosse, não a capital secreta como se diz, mas a capital real do mundo… Se Cachoeiro fosse a capital universal a Bandeira da Paz triunfaria.
João Baptista Herkenhoff é magistrado aposentado, professor da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha (ES) e escritor. E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br Homepage: www.jbherkenhoff.com.br
É com muita satisfação que leio, nos jornais, nestes dias, expressivas manifestações de líderes de Israel e líderes da Palestina em favor da Paz.
A imprensa noticia a palavra dos líderes, mas passam um tanto quanto despercebidos os aplausos que ocorrem, de Norte a Sul do Globo Terráqueo, por parte de pessoas simples, pessoas comuns, pessoas que não são líderes, mas que querem a Paz.
Milhões de cidadãos espalhados pelo mundo, como o brasileiro que assina este artigo, torcem pela Paz Israel / Palestina.
É preciso que o grito a favor da Paz tenha maior força.
Nutro imensa admiração por Israel. Com que júbilo saudei, na juventude, a criação do Estado judaico. A manifestação juventil, a que me refiro, ocorreu em Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade que tem alma singular e é exemplo de bairrismo sadio.
Pode deixar de ter vocação pacifista quem nasceu, cresceu e foi educado na cidade natal do imenso e humano Rubem Braga, o cronista-poeta que cantou com singeleza as coisas mais belas da vida, e de seu irmão Newton Braga, criador de uma festa-ternura que se chama Dia de Cachoeiro? Que saudade daqueles tempos de adolescência e mocidade, que lembrança feliz da Casa do Estudante.
Tenho profunda admiração pelo Estado da Palestina. Como me encanta a luta do povo palestino em busca de chão. Que belo o trajeto histórico desse povo. Essa ânsia de sobrevivência nacional, que a concretude territorial assegura, merece o apoio de todos os homens e mulheres de boa vontade. A nenhuma nacionalidade pode ser negado o direito de pisar numa terra que considere sua.
Através dos canais diplomáticos, através da ONU, com o endosso de um concerto de nações, o Brasil inclusive, judeus e palestinos podem conviver no respeito recíproco, trocando a exclusão pela partilha, a incompreensão pela tolerância.
Palmas, vibrantes palmas para o Estado judeu e o Estado palestino. Abaixo a força das armas, silenciem-se os fuzis. Erga-se a voz do diálogo. Que se assentem junto à mesa representantes dos dois povos, Renda-se apoio e simpatia aos que se aprontam para ouvir as razões do outro e celebrar a concórdia.
Árabes e judeus disputam no Brasil uma competição a serviço do bem. Constróem obras beneméritas. Na prestação de serviços à coletividade, doam tempo, dinheiro e amor. É assim que testemunham gratidão pela acolhida que eles, seus pais, avós e bisavós tiveram no Brasil.
Se dependesse da colônia árabe brasileira e da colônia judaica brasileira jamais teria havido guerra no Oriente Médio.
Vamos aplaudir, com toda a garra de que é provida a alma brasileira, os esforços dos que, neste momento, estão empenhados no entendimento.
Ah, se Cachoeiro de Itapemirim fosse, não a capital secreta como se diz, mas a capital real do mundo… Se Cachoeiro fosse a capital universal a Bandeira da Paz triunfaria.
João Baptista Herkenhoff é magistrado aposentado, professor da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha (ES) e escritor. E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br Homepage: www.jbherkenhoff.com.br
Livro distribuído pelo MEC contém erros de matemática
A matamática não tem erros, sim no ser humano, mas como errar é humano, podemos continuar assim? Após a polêmica envolvendo a distribuição de um livro de português com erros gramaticais, o problema agora é com um livro contendo erros de matemática. Trinta e sete mil escolas rurais receberam no ano passado um material didático onde se aprende, por exemplo, que 10 – 7 = 4 e que 18 – 6 = 8.
O Ministério da Educação gastou R$ 14 milhões para distribuir o material, que contém ainda erros de informação e frases incompletas.
O MEC solicitou a abertura de uma sindicância à Controladoria Geral da União (CGU), que deve investigar as eventuais responsabilidades pelas falhas, e recomendou que o uso do material seja suspenso.
Ainda de acordo com o MEC, um total de cerca de 300 mil estudantes — ou menos de 1% do total do ensino público — foram prejudicados.
Fontes: Folha de S.Paulo - MEC distribui livro com erro de matemática a 37 mil escolas, IG - MEC investiga erros em material didático de escolas no campo
O Ministério da Educação gastou R$ 14 milhões para distribuir o material, que contém ainda erros de informação e frases incompletas.
O MEC solicitou a abertura de uma sindicância à Controladoria Geral da União (CGU), que deve investigar as eventuais responsabilidades pelas falhas, e recomendou que o uso do material seja suspenso.
Ainda de acordo com o MEC, um total de cerca de 300 mil estudantes — ou menos de 1% do total do ensino público — foram prejudicados.
Fontes: Folha de S.Paulo - MEC distribui livro com erro de matemática a 37 mil escolas, IG - MEC investiga erros em material didático de escolas no campo
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Economia brasileira é mais frágil do que parece
O Brasil tem muito do que se orgulhar. Entre os motivos estão o crescimento do crédito, a queda da desigualdade de renda e a menor taxa de desemprego em abril desde 2002. Para muitos brasileiros, a vida nunca foi tão boa.
O país que já foi conhecido por sua incompetência macroeconômica vem mantendo uma estabilidade invejável. Não é de se surpreender que muitas autoridades econômicas brasileiras mostrem agora um ar de presunção, argumentando que o resto do mundo tem mais a aprender com o Brasil do que vice-versa.
O momento de tal tranquilidade, no entanto, não poderia ser pior. A economia está se aquecendo. A agenda de reformas fundamentais para o crescimento sustentável do país está parada. Além disso, há problemas políticos que não ajudam. O governo Dilma passa por um momento delicado com as denúncias de aumento irregular de patrimônio envolvendo o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci.
Reformas urgentes
Tudo isso junto leva a um alerta: a economia brasileira está caminhando para uma inquietação. A inflação atinge 6,5% e está aumentando. A melhor forma de conter o risco de inflação é por meio de políticas macroeconômicas mais apertadas. Trata-se da melhor defesa do Brasil contra problemas econômicos de curto prazo.
Uma remodelação do governo é uma forma de impulsionar o crescimento de longo prazo. Um Estado simplificado vai melhorar o crescimento da produtividade. A reforma previdenciária também é urgente em um país que está envelhecendo rápido, assim como a reforma do sistema fiscal.
Tais reformas são difíceis e é tentador adiá-las. Mas, sem elas, a história de maior sucesso da América Latina vai começar a parecer bem menos brilhante.
Fontes: Economist - Brazil's economy: Too hot
O país que já foi conhecido por sua incompetência macroeconômica vem mantendo uma estabilidade invejável. Não é de se surpreender que muitas autoridades econômicas brasileiras mostrem agora um ar de presunção, argumentando que o resto do mundo tem mais a aprender com o Brasil do que vice-versa.
O momento de tal tranquilidade, no entanto, não poderia ser pior. A economia está se aquecendo. A agenda de reformas fundamentais para o crescimento sustentável do país está parada. Além disso, há problemas políticos que não ajudam. O governo Dilma passa por um momento delicado com as denúncias de aumento irregular de patrimônio envolvendo o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci.
Reformas urgentes
Tudo isso junto leva a um alerta: a economia brasileira está caminhando para uma inquietação. A inflação atinge 6,5% e está aumentando. A melhor forma de conter o risco de inflação é por meio de políticas macroeconômicas mais apertadas. Trata-se da melhor defesa do Brasil contra problemas econômicos de curto prazo.
Uma remodelação do governo é uma forma de impulsionar o crescimento de longo prazo. Um Estado simplificado vai melhorar o crescimento da produtividade. A reforma previdenciária também é urgente em um país que está envelhecendo rápido, assim como a reforma do sistema fiscal.
Tais reformas são difíceis e é tentador adiá-las. Mas, sem elas, a história de maior sucesso da América Latina vai começar a parecer bem menos brilhante.
Fontes: Economist - Brazil's economy: Too hot
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Como a internet será utilizada em 2015
É difícil encontrar dados confiáveis sobre tráfego da internet. Uma das melhores fontes é o índice anual de Redes Visuais da Cisco (Visual Networking Index), que foi publicado nesta quarta-feira, 1º.
A maior fabricante de equipamentos para redes do mundo prevê que o tráfego da internet vai quadruplicar e chegar a 80,5 exabytes por mês em 2015 — 80 exabytes preencheria 20 bilhões de DVDs.
Em 2015, pela primeira vez, a Ásia vai gerar mais tráfego (24,1 exabytes por mês) do que a América do Norte (22,3 exabytes por mês), embora os EUA ainda fiquem à frente da China (6,9 versus 5,6 exabytes por mês).
Entretanto, caso os valores de tráfego forem divididos pela população, um quadro diferente — e mais significativo — surge: a Coreia do Sul é e continuará sendo o país com o maior consumo de dados do mundo na amostra da Cisco.
Até mesmo o Canadá e a França — e, em 2015, a Grã-Bretanha — vão consumir mais gigabytes por mês por pessoa do que os EUA. Quanto à China, ela cai na lista e será ultrapassada pelo Brasil, mas continua à frente da Índia
Fontes: Economist - Conusmer internet traffic: Data guzzlers
A maior fabricante de equipamentos para redes do mundo prevê que o tráfego da internet vai quadruplicar e chegar a 80,5 exabytes por mês em 2015 — 80 exabytes preencheria 20 bilhões de DVDs.
Em 2015, pela primeira vez, a Ásia vai gerar mais tráfego (24,1 exabytes por mês) do que a América do Norte (22,3 exabytes por mês), embora os EUA ainda fiquem à frente da China (6,9 versus 5,6 exabytes por mês).
Entretanto, caso os valores de tráfego forem divididos pela população, um quadro diferente — e mais significativo — surge: a Coreia do Sul é e continuará sendo o país com o maior consumo de dados do mundo na amostra da Cisco.
Até mesmo o Canadá e a França — e, em 2015, a Grã-Bretanha — vão consumir mais gigabytes por mês por pessoa do que os EUA. Quanto à China, ela cai na lista e será ultrapassada pelo Brasil, mas continua à frente da Índia
Fontes: Economist - Conusmer internet traffic: Data guzzlers
quarta-feira, 1 de junho de 2011
A Terra vive uma nova era geológica?
Os geólogos tendem a tratar a humanidade como um fenômeno temporário sem grande importância para a estrutura da Terra. Alguns afirmam que isto é um erro. As várias intervenções que o homem faz na superfície da Terra deveriam ser consideradas como o despertar de uma nova era geológica centrada no homem: a Antropocena.
Essa ideia foi sugerida em 2000 por Paul Crutzen, um químico de prestígio. Ele acredita que já não estamos mais vivendo no período conhecido como Holoceno, iniciado há 10 mil anos, após a era do gelo. De acordo com o químico e seu colega Eugene Stoermer, a era atual deveria ser chamada de Antropocena, um período moldado principalmente pelo homem.
Fontes: Economist - A geological timeline of the earth: You are here
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Essa ideia foi sugerida em 2000 por Paul Crutzen, um químico de prestígio. Ele acredita que já não estamos mais vivendo no período conhecido como Holoceno, iniciado há 10 mil anos, após a era do gelo. De acordo com o químico e seu colega Eugene Stoermer, a era atual deveria ser chamada de Antropocena, um período moldado principalmente pelo homem.
Fontes: Economist - A geological timeline of the earth: You are here
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IBDD divulga roteiro de oportunidades de emprego para pessoas com deficiência
Informe IBDD
O IBDD mais perto de você
IBDD divulga roteiro de oportunidades de emprego para pessoas com deficiência
As duas últimas edições do Informe do IBDD despertaram grande interesse dos leitores em todo o país. Durante a semana, recebemos centenas de mensagens eletrônicas com pedidos de informações sobre treinamentos, cursos de qualificação e oportunidades de vagas no mercado de trabalho para pessoas com deficiência.
Diante da grande quantidade de pedidos de informações, dedicamos esta edição do Informe para responder às dúvidas e demandas dos leitores, reproduzindo as principais perguntas que nos foram enviadas e oferecendo um roteiro de como dispor dos serviços do IBDD para a inclusão no mercado de trabalho.
Como o IBDD pode me ajudar a conseguir emprego?
O IBDD é uma ONG que tem entre suas especialidades, a busca pela inclusão dos profissionais com deficiência no mercado de trabalho. Para isso, trabalhamos em parceria com diversas empresas de diferentes portes e ramos de atuação.É dessa parceria que surgem as oportunidades de cursos, treinamentos e vagas no mercado de trabalho que oferecemos para as pessoas com deficiência.
O que devo fazer para me habilitar para as oportunidades?
Você deve entrar no site do Instituto (www.ibdd.org.br) e, na capa, clicar no quadro "precisa de emprego?"? e cadastrar o seu currículo no nosso banco de dados. Ou, se você não tiver acesso à internet, pode ir ao IBDD, na Rua Artur Bernardes, 26, Catete. O cadastro é só para pessoas com deficiência e deve ser periodicamente atualizado, com contatos (telefone e email) que facilitem a sua localização rapidamente. Mas atenção: a inscrição no nosso banco de dados por si só não garante vaga no mercado de trabalho. As oportunidades surgem na medida em que as empresas parceiras precisem contratar profissionais. Por isso, é importante que você forneça no currículo o maior número possível de informações sobre o seu perfil.
O IBDD só oferece vagas no Rio de Janeiro?
Não. Apesar de ter sua sede no Rio de Janeiro, o IBDD atende em todo o Brasil, fazendo recrutamento e seleção em qualquer região que as empresas parceiras precisarem. Por isso, mesmo que você não seja do Rio de Janeiro, pode se cadastrar no nosso banco de currículos.
Como faço para participar de cursos que melhorem a minha qualificação para o trabalho?
No momento em que você cadastra seu currículo no nosso banco, você estará se habilitando tanto para vagas quanto para cursos de qualificação. O IBDD oferece, através de seu Centro de Desenvolvimento de Competências cursos formatados de acordo com as necessidades das empresas parceiras. Esses cursos são ministrados antes do candidato ser contratado pela empresa e nas regiões onde for feita a seleção. O IBDD já realizou cursos de qualificação, além do Rio de Janeiro (RJ), em São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Sâo Luis (MA), Parauapebas (PA) e Aracaju (SE), dentre outras cidades.
Cadastro no site: oportunidades para empregos
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
O IBDD mais perto de você
IBDD divulga roteiro de oportunidades de emprego para pessoas com deficiência
As duas últimas edições do Informe do IBDD despertaram grande interesse dos leitores em todo o país. Durante a semana, recebemos centenas de mensagens eletrônicas com pedidos de informações sobre treinamentos, cursos de qualificação e oportunidades de vagas no mercado de trabalho para pessoas com deficiência.
Diante da grande quantidade de pedidos de informações, dedicamos esta edição do Informe para responder às dúvidas e demandas dos leitores, reproduzindo as principais perguntas que nos foram enviadas e oferecendo um roteiro de como dispor dos serviços do IBDD para a inclusão no mercado de trabalho.
Como o IBDD pode me ajudar a conseguir emprego?
O IBDD é uma ONG que tem entre suas especialidades, a busca pela inclusão dos profissionais com deficiência no mercado de trabalho. Para isso, trabalhamos em parceria com diversas empresas de diferentes portes e ramos de atuação.É dessa parceria que surgem as oportunidades de cursos, treinamentos e vagas no mercado de trabalho que oferecemos para as pessoas com deficiência.
O que devo fazer para me habilitar para as oportunidades?
Você deve entrar no site do Instituto (www.ibdd.org.br) e, na capa, clicar no quadro "precisa de emprego?"? e cadastrar o seu currículo no nosso banco de dados. Ou, se você não tiver acesso à internet, pode ir ao IBDD, na Rua Artur Bernardes, 26, Catete. O cadastro é só para pessoas com deficiência e deve ser periodicamente atualizado, com contatos (telefone e email) que facilitem a sua localização rapidamente. Mas atenção: a inscrição no nosso banco de dados por si só não garante vaga no mercado de trabalho. As oportunidades surgem na medida em que as empresas parceiras precisem contratar profissionais. Por isso, é importante que você forneça no currículo o maior número possível de informações sobre o seu perfil.
O IBDD só oferece vagas no Rio de Janeiro?
Não. Apesar de ter sua sede no Rio de Janeiro, o IBDD atende em todo o Brasil, fazendo recrutamento e seleção em qualquer região que as empresas parceiras precisarem. Por isso, mesmo que você não seja do Rio de Janeiro, pode se cadastrar no nosso banco de currículos.
Como faço para participar de cursos que melhorem a minha qualificação para o trabalho?
No momento em que você cadastra seu currículo no nosso banco, você estará se habilitando tanto para vagas quanto para cursos de qualificação. O IBDD oferece, através de seu Centro de Desenvolvimento de Competências cursos formatados de acordo com as necessidades das empresas parceiras. Esses cursos são ministrados antes do candidato ser contratado pela empresa e nas regiões onde for feita a seleção. O IBDD já realizou cursos de qualificação, além do Rio de Janeiro (RJ), em São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Sâo Luis (MA), Parauapebas (PA) e Aracaju (SE), dentre outras cidades.
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Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
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