A Bíblia Sagrada é a verdadeira palavra de Deus
As mensagens da Bíblia nos trazem paz e felicidade.
São mensagens de amor de Deus, sempre para o nosso bem.
Jesus Cristo nos alertou sobre a leitura da Bíblia:
“Errais, não conhecendo as Escrituras...” (Mateus 22:29)
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Indústria do petróleo ganha novo aliado
Encontrar petróleo é uma coisa. Extraí-lo do solo em quantidades comerciais é outra totalmente diferente. Fazê-lo com sucesso depende do entendimento da estrutura granular da rocha sob a qual o petróleo está retido e de análises tediosas de inúmeras amostras, isto é, a avaliação da capacidade de diversas amostras de reter hidrocarbonetos e a estimativa do fluxo destes hidrocarbonetos por entre as rochas. Isto pode levar anos.
Ajuda, contudo, está ao alcance. A tomografia computadorizada tem sido usada pela medicina por várias décadas e agora está sendo aplicada à geologia. Juntamente à microscopia eletrônica, o uso geológico da tomografia computadorizada gerou um novo campo de estudos, a análise digital de rochas. Os proponentes acreditam que esta nova disciplina permitirá às empresas petrolíferas decidirem muito mais rapidamente do quais áreas são passíveis de exploração lucrativa e quais devem ser abandonadas.
Um destes proponentes é Amos Nur, chefe de tecnologia da Ingrain, companhia baseada em Houston, Texas. Sua empresa é um dos três laboratórios independentes do mundo de análise digital de rochas. De acordo com Nur, a nova tecnologia é capaz de criar imagens tridimensionais da estrutura de uma amostra com uma resolução de 50 nanômetros. Isto é o bastante para revelar como o petróleo e o gás retidos nos poros entre os grãos das rochas se comportarão.
A imagem, que mostra a porosidade da rocha e os canais por entre os poros, é analisada por um computador que revela o grau de facilidade com a qual os hidrocarbonetos fluirão por entre a rocha sob pressão – logo a produtividade provável de um poço escavado naquele local.
Ainda não está claro se a física digital das rochas substituirá os métodos tradicionais. A nova disciplina da física digital das rochas tem, não obstante, atraído atenção considerável na indústria. Companhias petrolíferas menores estão se utilizando dos recursos das empresas Ingrain, Numerical Rocks e Digitalcore. As maiores petrolíferas, como a BP, Chevron e Shell, estão criando os seus próprios laboratórios de análise digital de rochas. À medida que a oferta de óleo cru diminui e o preço, por conseguinte, aumenta, qualquer coisa que torne o processo de prospecção de novos poços mais barato será bem-vinda.
O Homem acredita na sua capacudade na produção de maquinas que ultilizam o petróleo, mas porém, não conhecem a perfeição da natureza.
Ajuda, contudo, está ao alcance. A tomografia computadorizada tem sido usada pela medicina por várias décadas e agora está sendo aplicada à geologia. Juntamente à microscopia eletrônica, o uso geológico da tomografia computadorizada gerou um novo campo de estudos, a análise digital de rochas. Os proponentes acreditam que esta nova disciplina permitirá às empresas petrolíferas decidirem muito mais rapidamente do quais áreas são passíveis de exploração lucrativa e quais devem ser abandonadas.
Um destes proponentes é Amos Nur, chefe de tecnologia da Ingrain, companhia baseada em Houston, Texas. Sua empresa é um dos três laboratórios independentes do mundo de análise digital de rochas. De acordo com Nur, a nova tecnologia é capaz de criar imagens tridimensionais da estrutura de uma amostra com uma resolução de 50 nanômetros. Isto é o bastante para revelar como o petróleo e o gás retidos nos poros entre os grãos das rochas se comportarão.
A imagem, que mostra a porosidade da rocha e os canais por entre os poros, é analisada por um computador que revela o grau de facilidade com a qual os hidrocarbonetos fluirão por entre a rocha sob pressão – logo a produtividade provável de um poço escavado naquele local.
Ainda não está claro se a física digital das rochas substituirá os métodos tradicionais. A nova disciplina da física digital das rochas tem, não obstante, atraído atenção considerável na indústria. Companhias petrolíferas menores estão se utilizando dos recursos das empresas Ingrain, Numerical Rocks e Digitalcore. As maiores petrolíferas, como a BP, Chevron e Shell, estão criando os seus próprios laboratórios de análise digital de rochas. À medida que a oferta de óleo cru diminui e o preço, por conseguinte, aumenta, qualquer coisa que torne o processo de prospecção de novos poços mais barato será bem-vinda.
O Homem acredita na sua capacudade na produção de maquinas que ultilizam o petróleo, mas porém, não conhecem a perfeição da natureza.
domingo, 31 de julho de 2011
Memória de idosos pode ser recuperada, diz estudo
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Yale identificou o mecanismo que leva as pessoas, principalmente as mais velhas, a perderem informações que deveriam estar armazenadas na memória. Com esta descoberta, os cientistas acreditam que podem recuperar estas informações.
Segundo o estudo, a rede neural no córtex pré-frontal gera disparos constantes com o objetivo de manter estas informações. Essa reação foi analisada em primatas jovens, de meia idade e mais velhos enquanto realizavam tarefas relacionadas à memória. Os mais jovens apresentavam estes disparos de forma mais intensa do que era observado nos mais velhos. No entanto, ao passarem por ajustes neuroquímicos na região, os mais velhos apresentavam taxas de disparo dos neurônios similares aos dos mais jovens.
O professor de Neurobiologia e Psicologia Amy Arnsten, que participa da pesquisa, explicou que o córtex pré-frontal dos mais velhos parece acumular níveis excessivos de moléculas de sinalização chamadas cAMP, que podem enfraquecer esta atividade neural. Agentes que podem inibir estas moléculas ou bloquear canais sensíveis podem ajudar a restaurar os padrões de disparos de neurônios nas pessoas mais velhas.
De acordo com a pesquisa, um dos componentes que podem auxiliar esta proposta é o medicamento conhecido como guanfacina, que já é usado em tratamento de adultos hipertensos e de deficiência na região pré-frontal em crianças.
Os pesquisadores de Yale agora querem partir para testes com o medicamento para avaliar os efeitos do guanfacina na memória de curto prazo em pacientes mais velhos que não tem problemas relacionados à demência, como o Alzheimer.
Fontes: G1 - Perda de memória na velhice pode ser recuperada, indica estudo
A CIENCIA AVANÇA, MAIS NÃO SUPERA A VIDA QUE DEUS DEU.
Segundo o estudo, a rede neural no córtex pré-frontal gera disparos constantes com o objetivo de manter estas informações. Essa reação foi analisada em primatas jovens, de meia idade e mais velhos enquanto realizavam tarefas relacionadas à memória. Os mais jovens apresentavam estes disparos de forma mais intensa do que era observado nos mais velhos. No entanto, ao passarem por ajustes neuroquímicos na região, os mais velhos apresentavam taxas de disparo dos neurônios similares aos dos mais jovens.
O professor de Neurobiologia e Psicologia Amy Arnsten, que participa da pesquisa, explicou que o córtex pré-frontal dos mais velhos parece acumular níveis excessivos de moléculas de sinalização chamadas cAMP, que podem enfraquecer esta atividade neural. Agentes que podem inibir estas moléculas ou bloquear canais sensíveis podem ajudar a restaurar os padrões de disparos de neurônios nas pessoas mais velhas.
De acordo com a pesquisa, um dos componentes que podem auxiliar esta proposta é o medicamento conhecido como guanfacina, que já é usado em tratamento de adultos hipertensos e de deficiência na região pré-frontal em crianças.
Os pesquisadores de Yale agora querem partir para testes com o medicamento para avaliar os efeitos do guanfacina na memória de curto prazo em pacientes mais velhos que não tem problemas relacionados à demência, como o Alzheimer.
Fontes: G1 - Perda de memória na velhice pode ser recuperada, indica estudo
A CIENCIA AVANÇA, MAIS NÃO SUPERA A VIDA QUE DEUS DEU.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
IBGE mostra que brasileiro se alimenta mal
Um estudo intitulado “Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil” feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) revelou que cerca de 90% dos brasileiros têm uma dieta pouco nutritiva e muito calórica, consumindo poucas frutas, verduras e legumes.
Dados de satélite contradizem estudos sobre aquecimento global
Segundo um estudo publicado no jornal científico Remote Sensing, dados de satélites da NASA coletados entre 2000 e 2011 mostram que a atmosfera terrestre permite que muito mais calor seja liberado para o espaço do que os modelos de computador das Nações Unidas haviam previsto. O estudo indica que o aquecimento global será menor que o previsto pela ONU, e reafirma estudos anteriores que indicam aumentos de dióxido de carbono na atmosfera absorvem bem menos calor do que o anunciado.
“As observações do satélite sugerem que muito mais energia se perde no espaço durante e após as ondas de calor do que mostram os modelos climáticos”, afirma o Dr. Roy Spencer, co-autor do estudo. “Há uma enorme discrepância entre os dados e as previsões que é particularmente grande sobre os oceanos”. As novas descobertas são extremamente importantes e devem alterar dramaticamente o debate sobre o aquecimento global.
Cientistas em ambos os lados do debate concordam quanto à quantidade de calor diretamente concentrada por emissões de dióxido carbono (a resposta é “pouca”). No entanto, a questão mais importante no debate é se as emissões de dióxido de carbono irão indiretamente fazer com que a atmosfera retenha mais calor, criando grandes aumentos na umidade atmosférica e nuvens cirrus. Os modelos de computador acreditam que essa premissa é verdadeira, mas dados do satélite mostram que o dióxido de carbono não tem alterado o número de nuvens e os aumentos na umidade como os modelos previam.
Quando dados objetivos de um satélite da NASA, apresentados em um respeitado jornal científico, mostram “uma grande discrepância” entre os modelos computadorizados e fatos do mundo real, a mídia e nos governantes eleitos deveriam prestar atenção. Se prestarão ou não, ajudará a esclarecer o quão honestos são os alarmistas do aquecimento global.
Fontes: Forbes - "New NASA Data Blow Gaping Hold In Global Warming Alarmism"
“As observações do satélite sugerem que muito mais energia se perde no espaço durante e após as ondas de calor do que mostram os modelos climáticos”, afirma o Dr. Roy Spencer, co-autor do estudo. “Há uma enorme discrepância entre os dados e as previsões que é particularmente grande sobre os oceanos”. As novas descobertas são extremamente importantes e devem alterar dramaticamente o debate sobre o aquecimento global.
Cientistas em ambos os lados do debate concordam quanto à quantidade de calor diretamente concentrada por emissões de dióxido carbono (a resposta é “pouca”). No entanto, a questão mais importante no debate é se as emissões de dióxido de carbono irão indiretamente fazer com que a atmosfera retenha mais calor, criando grandes aumentos na umidade atmosférica e nuvens cirrus. Os modelos de computador acreditam que essa premissa é verdadeira, mas dados do satélite mostram que o dióxido de carbono não tem alterado o número de nuvens e os aumentos na umidade como os modelos previam.
Quando dados objetivos de um satélite da NASA, apresentados em um respeitado jornal científico, mostram “uma grande discrepância” entre os modelos computadorizados e fatos do mundo real, a mídia e nos governantes eleitos deveriam prestar atenção. Se prestarão ou não, ajudará a esclarecer o quão honestos são os alarmistas do aquecimento global.
Fontes: Forbes - "New NASA Data Blow Gaping Hold In Global Warming Alarmism"
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Seminário sobre Lei de Cotas no Rio reunirá Ministério do Trabalho e Emprego e Ministério Público do Trabalho
Seminário promovido pelo IBDD para marcar a passagem dos 20 anos da criação da Lei de Cotas, para emprego de pessoas com deficiência em empresas privadas, vai reunir os principais responsáveis pela fiscalização e cumprimento da legislação no país.
Já estão confirmadas as presenças da secretária de Inspeção do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, Vera Albuquerque, e da vice-coordenadora Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho, do Ministério Público do Trabalho, Andrea Lopes.
O seminário será realizado no dia 25 de julho, na sede da OAB/RJ, e contará ainda com as participações do senador Lindbergh Farias, do deputado Federal Miro Teixeira, do deputado estadual Márcio Pacheco, e da secretária municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro, Georgette Vidor.
O painel principal dos debates - "Lei é feita para ser cumprida"? - será mediado pelo jornalista Merval Pereira e terá a apresentação do IBDD sobre a experiência de 13 anos de atuação na inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho.
Dia: 25 de julho
Horário: de 10 às 13 horas
Já estão confirmadas as presenças da secretária de Inspeção do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, Vera Albuquerque, e da vice-coordenadora Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho, do Ministério Público do Trabalho, Andrea Lopes.
O seminário será realizado no dia 25 de julho, na sede da OAB/RJ, e contará ainda com as participações do senador Lindbergh Farias, do deputado Federal Miro Teixeira, do deputado estadual Márcio Pacheco, e da secretária municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro, Georgette Vidor.
O painel principal dos debates - "Lei é feita para ser cumprida"? - será mediado pelo jornalista Merval Pereira e terá a apresentação do IBDD sobre a experiência de 13 anos de atuação na inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho.
Dia: 25 de julho
Horário: de 10 às 13 horas
Preso, estudo, esperança
Por; João Baptista Herkenhoff
Aplaudo com veemência a Lei 12.433, que possibilita o desconto de um dia de pena, em favor dos sentenciados, como prêmio para cada doze horas de frequencia escolar. Sancionada pela Presidente Dilma Roussef, esta lei resultou de um projeto do Senador Cristovam Buarque. Só mesmo um educador, que é hoje circunstancialmente senador, poderia ter sensibilidade para compreender o alcance social dessa iniciativa.
A redução da pena através da prestação de trabalho pelo preso já era prevista em lei. A novidade agora é dar ao estudo o mesmo efeito. O benefício legal recebe, tecnicamente, o nome de remição da pena. A frequencia escolar, de acordo com a lei citada, pode ocorrer no ensino fundamental, médio (inclusive profissionalizante), de requalificação profissional e superior, tanto na modalidade presencial, quanto na modalidade de ensino à distância. Será permitido somar o tempo remido pelo trabalho ao tempo remido por via do estudo.
Dante escreveu na Divina Comédia, obra clássica da Literatura mundial, que aqueles que ingressavam no Inferno deviam deixar no vestíbulo toda e qualquer esperança. De certa forma, o ingresso na prisão, quando essa é um inferno, como tantas vezes é, infunde no preso o mesmo sentimento de desespero.
Se a educação é crescimento e escada para as pessoas em geral, no caso do preso educação é resgate da cidadania e da própria condição humana.
Quando a prisão, em vez de redirecionar a vida do sentenciado, constitui fator de degradação da personalidade, deixa de constituir defesa social para assumir, na verdade, o papel de perigo social, pois a reincidência criminal é um grande peso para a sociedade. Afeta a vida e a segurança de milhões de brasileiros. Prevenir a reincidência através da educação é um serviço público de utilidade geral.
A aprovação desta lei deve ser celebrada, como um avanço jurídico, mas não basta sua simples existência para que seus objetivos sejam alcançados. Há todo um trajeto a ser percorrido, em cada um dos Estados da Federação, em cada uma das comarcas espalhadas pelo Brasil afora, de modo a incentivar e possibilitar o acesso ao estudo para todos os presos que queiram utilizar esse caminho como porta de liberdade e de recuperação da essência de ser.
Um papel fundamental nesta empreitada caberá ao Poder Judiciário, mas o Poder Executivo não pode faltar na tarefa que lhe caberá.
Não posso tratar deste tema sem me lembrar da década de 1960 na comarca de São José do Calçado, onde fui Juiz de Direito durante quatro anos. Naquela cidade, com amplo apoio da comunidade, pudemos fazer funcionar a escola dos presos, ao lado da Cadeia Pública local. Maria de Lourdes Rezende Faria é o nome da professora que dava aula para os presos, sem receber um só centavo de remuneração. Ao final do primeiro dia de aula, Maria de Lourdes prescreveu, como se faz habitualmente nas escolas, o chamado “dever de casa”. Foi então que um preso inteligente e espirituoso perguntou: “Professora, dever de casa ou dever da cadeia?”
João Baptista Herkenhoff é professor pesquisador da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha e escritor.
E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br
Homepage: www.jbherkenhoff.com.br
É livre a reprodução deste artigo, por qualquer meio ou veículo.
Aplaudo com veemência a Lei 12.433, que possibilita o desconto de um dia de pena, em favor dos sentenciados, como prêmio para cada doze horas de frequencia escolar. Sancionada pela Presidente Dilma Roussef, esta lei resultou de um projeto do Senador Cristovam Buarque. Só mesmo um educador, que é hoje circunstancialmente senador, poderia ter sensibilidade para compreender o alcance social dessa iniciativa.
A redução da pena através da prestação de trabalho pelo preso já era prevista em lei. A novidade agora é dar ao estudo o mesmo efeito. O benefício legal recebe, tecnicamente, o nome de remição da pena. A frequencia escolar, de acordo com a lei citada, pode ocorrer no ensino fundamental, médio (inclusive profissionalizante), de requalificação profissional e superior, tanto na modalidade presencial, quanto na modalidade de ensino à distância. Será permitido somar o tempo remido pelo trabalho ao tempo remido por via do estudo.
Dante escreveu na Divina Comédia, obra clássica da Literatura mundial, que aqueles que ingressavam no Inferno deviam deixar no vestíbulo toda e qualquer esperança. De certa forma, o ingresso na prisão, quando essa é um inferno, como tantas vezes é, infunde no preso o mesmo sentimento de desespero.
Se a educação é crescimento e escada para as pessoas em geral, no caso do preso educação é resgate da cidadania e da própria condição humana.
Quando a prisão, em vez de redirecionar a vida do sentenciado, constitui fator de degradação da personalidade, deixa de constituir defesa social para assumir, na verdade, o papel de perigo social, pois a reincidência criminal é um grande peso para a sociedade. Afeta a vida e a segurança de milhões de brasileiros. Prevenir a reincidência através da educação é um serviço público de utilidade geral.
A aprovação desta lei deve ser celebrada, como um avanço jurídico, mas não basta sua simples existência para que seus objetivos sejam alcançados. Há todo um trajeto a ser percorrido, em cada um dos Estados da Federação, em cada uma das comarcas espalhadas pelo Brasil afora, de modo a incentivar e possibilitar o acesso ao estudo para todos os presos que queiram utilizar esse caminho como porta de liberdade e de recuperação da essência de ser.
Um papel fundamental nesta empreitada caberá ao Poder Judiciário, mas o Poder Executivo não pode faltar na tarefa que lhe caberá.
Não posso tratar deste tema sem me lembrar da década de 1960 na comarca de São José do Calçado, onde fui Juiz de Direito durante quatro anos. Naquela cidade, com amplo apoio da comunidade, pudemos fazer funcionar a escola dos presos, ao lado da Cadeia Pública local. Maria de Lourdes Rezende Faria é o nome da professora que dava aula para os presos, sem receber um só centavo de remuneração. Ao final do primeiro dia de aula, Maria de Lourdes prescreveu, como se faz habitualmente nas escolas, o chamado “dever de casa”. Foi então que um preso inteligente e espirituoso perguntou: “Professora, dever de casa ou dever da cadeia?”
João Baptista Herkenhoff é professor pesquisador da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha e escritor.
E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br
Homepage: www.jbherkenhoff.com.br
É livre a reprodução deste artigo, por qualquer meio ou veículo.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Gripe A já fez sete vítimas no RS em 2011
Uma mulher de 55 anos, diabética e que não havia sido vacinada foi a sétima vítima do vírus H1N1 neste ano no Rio Grande do Sul, segundo informações da secretaria de Saúde do estado.
O órgão informou ainda que só na última sexta-feira, 1º, mais 11 casos de gripe A foram confirmados no território gaúcho. O Rio Grande do Sul tem ao todo 37 casos de infecção por H1N1 confirmados e outros 134 em investigação.
Sem epidemia até o momento
“A vigilância da doença demonstra que a situação está sob controle, não se caracterizando como uma epidemia até o momento”, disse a chefe da Divisão de Vigilância Sanitária do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, Marilina Bercini.
Na sexta o Rio Grande do Sul recebeu 140 mil doses de vacina contra gripe A remanejadas a partir de estoques dos estados do Pará e de Alagoas.
Fontes: G1 - RS confirma mais uma morte por gripe A
O órgão informou ainda que só na última sexta-feira, 1º, mais 11 casos de gripe A foram confirmados no território gaúcho. O Rio Grande do Sul tem ao todo 37 casos de infecção por H1N1 confirmados e outros 134 em investigação.
Sem epidemia até o momento
“A vigilância da doença demonstra que a situação está sob controle, não se caracterizando como uma epidemia até o momento”, disse a chefe da Divisão de Vigilância Sanitária do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, Marilina Bercini.
Na sexta o Rio Grande do Sul recebeu 140 mil doses de vacina contra gripe A remanejadas a partir de estoques dos estados do Pará e de Alagoas.
Fontes: G1 - RS confirma mais uma morte por gripe A
Novas regras do Processo Penal entram em vigor
Nesta segunda-feira, 4, entram em vigor as novas regras do Código do Processo Penal (Lei 3.689/41). O texto foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff há cerca de dois meses.
Entre as mudanças está o fim da prisão preventiva para crimes com penas iguais ou inferiores a quatro anos — desde que o acusado não seja reincidente —, envolvendo casos de furto, formação de quadrilha, contrabando ou tentativas de incêndio, de abuso de incapazes e de estelionato.
A partir de agora, a prisão preventiva só será autorizada em casos de crimes dolosos — quando há consciência da ilegalidade do ato praticado — com penas superiores a quatro anos. A regra anterior previa que a prisão preventiva poderia ser decretada em crimes com penas superiores a dois anos.
População carcerária
Uma justificativa para a nova regra é que a prisão provisória de um acusado é ineficaz, pois em geral os acusados são condenados a penas alternativas. Com a alteração, o previsto é que sejam aplicadas medidas cautelares ao invés da prisão preventiva.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, dados do Departamento Penitenciário Nacional revelam que 44% da população carcerária do Brasil está presa preventivamente.
Fontes: Terra - Alterações no Código de Processo Penal entram em vigor, Jornal do Brasil - Reforma no Código Penal muda regras da prisão
Entre as mudanças está o fim da prisão preventiva para crimes com penas iguais ou inferiores a quatro anos — desde que o acusado não seja reincidente —, envolvendo casos de furto, formação de quadrilha, contrabando ou tentativas de incêndio, de abuso de incapazes e de estelionato.
A partir de agora, a prisão preventiva só será autorizada em casos de crimes dolosos — quando há consciência da ilegalidade do ato praticado — com penas superiores a quatro anos. A regra anterior previa que a prisão preventiva poderia ser decretada em crimes com penas superiores a dois anos.
População carcerária
Uma justificativa para a nova regra é que a prisão provisória de um acusado é ineficaz, pois em geral os acusados são condenados a penas alternativas. Com a alteração, o previsto é que sejam aplicadas medidas cautelares ao invés da prisão preventiva.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, dados do Departamento Penitenciário Nacional revelam que 44% da população carcerária do Brasil está presa preventivamente.
Fontes: Terra - Alterações no Código de Processo Penal entram em vigor, Jornal do Brasil - Reforma no Código Penal muda regras da prisão
Novas regras do Processo Penal entram em vigor
Nesta segunda-feira, 4, entram em vigor as novas regras do Código do Processo Penal (Lei 3.689/41). O texto foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff há cerca de dois meses.
Entre as mudanças está o fim da prisão preventiva para crimes com penas iguais ou inferiores a quatro anos — desde que o acusado não seja reincidente —, envolvendo casos de furto, formação de quadrilha, contrabando ou tentativas de incêndio, de abuso de incapazes e de estelionato.
A partir de agora, a prisão preventiva só será autorizada em casos de crimes dolosos — quando há consciência da ilegalidade do ato praticado — com penas superiores a quatro anos. A regra anterior previa que a prisão preventiva poderia ser decretada em crimes com penas superiores a dois anos.
População carcerária
Uma justificativa para a nova regra é que a prisão provisória de um acusado é ineficaz, pois em geral os acusados são condenados a penas alternativas. Com a alteração, o previsto é que sejam aplicadas medidas cautelares ao invés da prisão preventiva.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, dados do Departamento Penitenciário Nacional revelam que 44% da população carcerária do Brasil está presa preventivamente.
Fontes: Terra - Alterações no Código de Processo Penal entram em vigor, Jornal do Brasil - Reforma no Código Penal muda regras da prisão
Entre as mudanças está o fim da prisão preventiva para crimes com penas iguais ou inferiores a quatro anos — desde que o acusado não seja reincidente —, envolvendo casos de furto, formação de quadrilha, contrabando ou tentativas de incêndio, de abuso de incapazes e de estelionato.
A partir de agora, a prisão preventiva só será autorizada em casos de crimes dolosos — quando há consciência da ilegalidade do ato praticado — com penas superiores a quatro anos. A regra anterior previa que a prisão preventiva poderia ser decretada em crimes com penas superiores a dois anos.
População carcerária
Uma justificativa para a nova regra é que a prisão provisória de um acusado é ineficaz, pois em geral os acusados são condenados a penas alternativas. Com a alteração, o previsto é que sejam aplicadas medidas cautelares ao invés da prisão preventiva.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, dados do Departamento Penitenciário Nacional revelam que 44% da população carcerária do Brasil está presa preventivamente.
Fontes: Terra - Alterações no Código de Processo Penal entram em vigor, Jornal do Brasil - Reforma no Código Penal muda regras da prisão
sábado, 25 de junho de 2011
Nova York aprova o casamento gay
O Senado de Nova York legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo numa votação histórica nesta sexta-feira, 24, transformando o berço do movimento gay no sexto e maior estado a legalizar a união homossexual. A chamada Lei de Igualdade Matrimonial (Marriage Equality Act), aprovada no Senado com 33 votos a favor e 29 contra num plenário que se prolongou por várias horas, entrará em vigor em exatos 30 dias.
Com a decisão, Nova York se junta aos estados de Iowa, New Hampshire, Massachusetts, Connecticut e Vermont, e ao Distrito de Columbia (Washington D.C.) na legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Outros estados como Havaí, Califórnia, Nevada, Oregon, Washington e Nova Jersey propõem as uniões civis a casais homossexuais, dando os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais, mas sem o direito ao casamento.
Após a aprovação da lei, a comunidade gay comemorou nos bairros de East Village e West Village, em Manhattan. A sede do governo estadual, em Albany, cerca de 240 km ao norte de Nova York, foi palco de manifestações contra e a favor do casamento homossexual.
Segundo uma pesquisa publicada em março, 53% da população dos Estados Unidos aprova o casamento homossexual, contra 44% que rejeitam a medida.
Não quero absolutamente que acham que estou querendo falar de religião simplesmente acredito que existe um Deus que criou todas as coisas e tudo conforme sua espécie. Quem algum dia falou que estas coisas iriam acontecer? quem conhece a verdade sabe que foi os apóstolos de Jesus Cristo, mesmo assim poucos estão atento para a vinda de jesus, a mesmo coisa vai acontecer quando as pessoas quiserem recorrer é tarde, para uns o que está acontecendo é normal, para outros é um absurdo, a minha opinião é que Deus Ama tudo o que ele criou, a oportunidade para o ser humano, esta no intervalo entre o presente e a vinda de Jesus. Quem sabe quando só Deus Pai.
Com a decisão, Nova York se junta aos estados de Iowa, New Hampshire, Massachusetts, Connecticut e Vermont, e ao Distrito de Columbia (Washington D.C.) na legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Outros estados como Havaí, Califórnia, Nevada, Oregon, Washington e Nova Jersey propõem as uniões civis a casais homossexuais, dando os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais, mas sem o direito ao casamento.
Após a aprovação da lei, a comunidade gay comemorou nos bairros de East Village e West Village, em Manhattan. A sede do governo estadual, em Albany, cerca de 240 km ao norte de Nova York, foi palco de manifestações contra e a favor do casamento homossexual.
Segundo uma pesquisa publicada em março, 53% da população dos Estados Unidos aprova o casamento homossexual, contra 44% que rejeitam a medida.
Não quero absolutamente que acham que estou querendo falar de religião simplesmente acredito que existe um Deus que criou todas as coisas e tudo conforme sua espécie. Quem algum dia falou que estas coisas iriam acontecer? quem conhece a verdade sabe que foi os apóstolos de Jesus Cristo, mesmo assim poucos estão atento para a vinda de jesus, a mesmo coisa vai acontecer quando as pessoas quiserem recorrer é tarde, para uns o que está acontecendo é normal, para outros é um absurdo, a minha opinião é que Deus Ama tudo o que ele criou, a oportunidade para o ser humano, esta no intervalo entre o presente e a vinda de Jesus. Quem sabe quando só Deus Pai.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
FIFA afirma estar ‘preocupada’ com preparação brasileira
A demora nos avanços das obras para a Copa do Mundo de 2014 voltaram a gerar críticas ao Brasil por parte da FIFA. Em um discurso em Moscou, na Rússia, o secretário-geral da entidade, Jerome Valcke, afirmou que a FIFA está ‘preocupada’ com a preparação brasileira. “Não há estádios nem aeroportos”, disse o secretário-geral.
A FIFA vem pressionando o governo brasileiro e a CBF por mais velocidade nas obras. No dia 15, a Câmara aprovou o primeiro passo para a realização de obras para a Copa e os Jogos Olímpicos, em 2016. Por 272 votos a favor, 76 contra e três abstenções, os deputados aprovaram o texto básico da medida provisória que cria regras especiais de licitação para a construção de estádios para Copa e as Olimpíadas, – conhecido como Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC). Mas a votação da medida provisória só será concluída com a votação das propostas de mudanças apresentadas pela oposição, o que deverá ocorrer na próxima semana.
Enquanto isso obras permanecem sem avanço. O orçamento para a as obras do estádio do Maracanã só foi definido na semana passada, quando também terminou o prazo estipulado pela FIFA para alterações nos projetos dos estádios das 12 cidades-sedes.
A FIFA vem pressionando o governo brasileiro e a CBF por mais velocidade nas obras. No dia 15, a Câmara aprovou o primeiro passo para a realização de obras para a Copa e os Jogos Olímpicos, em 2016. Por 272 votos a favor, 76 contra e três abstenções, os deputados aprovaram o texto básico da medida provisória que cria regras especiais de licitação para a construção de estádios para Copa e as Olimpíadas, – conhecido como Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC). Mas a votação da medida provisória só será concluída com a votação das propostas de mudanças apresentadas pela oposição, o que deverá ocorrer na próxima semana.
Enquanto isso obras permanecem sem avanço. O orçamento para a as obras do estádio do Maracanã só foi definido na semana passada, quando também terminou o prazo estipulado pela FIFA para alterações nos projetos dos estádios das 12 cidades-sedes.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Asma: conheça os sintomas desta doença
No próximo dia 21, Dia Nacional de Combate à Asma, as atenções das autoridades médicas se voltam para esta doença, que é uma das mais comuns em todo o mundo, afetando cerca de 10% da população. Segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) ocorrem anualmente no Brasil cerca de 350 mil internações por asma, constituindo a quarta maior causa de internação no nosso país e a terceira causa entre crianças e adultos jovens.
Caracterizada por uma inflamação crônica das vias aéreas, a asma causa um estreitamento reversível dessas vias, levando à limitação variável da passagem do ar e atinge indivíduos de todas as faixas etárias. “Aproximadamente um terço de todos os pacientes asmáticos possui pelo menos um familiar com a doença e/ou outro tipo de alergia”, afirma Jaime Rocha, infectologista do Lâmina Medicina Diagnóstica.
É preciso ficar atento, pois se não for tratada de forma adequada a asma pode levar à morte. No mundo, estima-se que a doença seja responsável por 250 mil mortes anuais, sendo que, no Brasil, essa taxa é de aproximadamente duas mil por ano. “Apesar de não ter cura, quando o paciente é acompanhado por um especialista, o controle da doença pode ser alcançado com desaparecimento dos sintomas por meses ou até anos”, comenta o médico.
Nesta época do ano há um aumento nos índices de crises de asma devido ao frio, poeira, mofo, fumo e por conta das pessoas permanecerem mais tempo em ambientes fechados, aumentando a exposição aos fatores desencadeantes. Os principais sintomas são tosse, chiado no peito e opressão torácica. Os sintomas variam muito entre as pessoas, podendo ser desde leves até graves.
Rocha lembra que uma pessoa com estes sintomas deve procurar um médico. O tratamento da asma é focado no controle ambiental, terapia farmacológica e imunoterapia a ser indicada pelo médico de acordo com o quadro clínico do paciente. A pessoa com asma deve evitar contato com os fatores já sabidamente capazes de desencadear a doença. Para muitos pacientes, a medicação deve ser administrada diariamente com a finalidade de controlar os sintomas, melhorar a função pulmonar e prevenir crises. Medicamentos também podem ser necessários para aliviar sintomas agudos, tais como sibilos, opressão torácica e tosse.
Os fatores desencadeantes da asma mais habituais incluem:
- exposição a alérgenos, tais como ácaros domésticos: na roupa de cama, nos tapetes e nos estofados felpudos, bichos de pelúcia, poeira domiciliar.
- exposição a animais com pelo, baratas, pólen e mofo.
- exposição à fumaça do tabaco.
- exposição à poluição aérea.
- infecções (virais) respiratórias.
- exercício físico, emoções fortes.
- irritantes químicos e remédios (tais como aspirina e betabloqueadores).
- refluxo gastroesofágico.
Diagnóstico
O especialista deve, além da história clínica, submeter o paciente a um exame físico e exames complementares. Dentre os exames complementares destacam-se a prova de função pulmonar para avaliar a existência e o grau de obstrução das vias aéreas, a radiografia de tórax e o teste cutâneo para avaliação da resposta alérgica.
Rocha reforça que o exame de sangue pode ser um importante aliado. É por meio dele que conseguimos medir a reação do organismo por um tipo de anticorpo (célula de defesa) especial chamado de imunoglobulina do tipo E ou IgE. Em algumas pessoas, essa reações imunológicas, mediadas por IgE, são exageradas e responsáveis pelo desencadeamento das alergias e suas respectivas reações. Nesses casos a quantidade de IgE encontra-se aumentada, mas nem sempre quantidades superiores de IgE total significam alergia. É necessário determinar o IgE específico, ou seja, aquele produzido por determinada substância específica.
Um dos testes mais utilizados é a dosagem de IgE, Imunoglobulina E Total e do Ig E específico para determinada substância pelo método chamado Radio Allergo Sorbent Test (abreviado, chamamos de RAST). Assim se, por exemplo, um alérgeno como a poeira entrar em contato com o organismo, irá produzir um IgE específico para a mesma e se o resultado do exame constar altos níveis de IgE especifica à poeira é porque o paciente tem alergia à poeira.
As orientações são de Jaime Rocha infectologista do Lâmina Medicina Diagnóstica
Caracterizada por uma inflamação crônica das vias aéreas, a asma causa um estreitamento reversível dessas vias, levando à limitação variável da passagem do ar e atinge indivíduos de todas as faixas etárias. “Aproximadamente um terço de todos os pacientes asmáticos possui pelo menos um familiar com a doença e/ou outro tipo de alergia”, afirma Jaime Rocha, infectologista do Lâmina Medicina Diagnóstica.
É preciso ficar atento, pois se não for tratada de forma adequada a asma pode levar à morte. No mundo, estima-se que a doença seja responsável por 250 mil mortes anuais, sendo que, no Brasil, essa taxa é de aproximadamente duas mil por ano. “Apesar de não ter cura, quando o paciente é acompanhado por um especialista, o controle da doença pode ser alcançado com desaparecimento dos sintomas por meses ou até anos”, comenta o médico.
Nesta época do ano há um aumento nos índices de crises de asma devido ao frio, poeira, mofo, fumo e por conta das pessoas permanecerem mais tempo em ambientes fechados, aumentando a exposição aos fatores desencadeantes. Os principais sintomas são tosse, chiado no peito e opressão torácica. Os sintomas variam muito entre as pessoas, podendo ser desde leves até graves.
Rocha lembra que uma pessoa com estes sintomas deve procurar um médico. O tratamento da asma é focado no controle ambiental, terapia farmacológica e imunoterapia a ser indicada pelo médico de acordo com o quadro clínico do paciente. A pessoa com asma deve evitar contato com os fatores já sabidamente capazes de desencadear a doença. Para muitos pacientes, a medicação deve ser administrada diariamente com a finalidade de controlar os sintomas, melhorar a função pulmonar e prevenir crises. Medicamentos também podem ser necessários para aliviar sintomas agudos, tais como sibilos, opressão torácica e tosse.
Os fatores desencadeantes da asma mais habituais incluem:
- exposição a alérgenos, tais como ácaros domésticos: na roupa de cama, nos tapetes e nos estofados felpudos, bichos de pelúcia, poeira domiciliar.
- exposição a animais com pelo, baratas, pólen e mofo.
- exposição à fumaça do tabaco.
- exposição à poluição aérea.
- infecções (virais) respiratórias.
- exercício físico, emoções fortes.
- irritantes químicos e remédios (tais como aspirina e betabloqueadores).
- refluxo gastroesofágico.
Diagnóstico
O especialista deve, além da história clínica, submeter o paciente a um exame físico e exames complementares. Dentre os exames complementares destacam-se a prova de função pulmonar para avaliar a existência e o grau de obstrução das vias aéreas, a radiografia de tórax e o teste cutâneo para avaliação da resposta alérgica.
Rocha reforça que o exame de sangue pode ser um importante aliado. É por meio dele que conseguimos medir a reação do organismo por um tipo de anticorpo (célula de defesa) especial chamado de imunoglobulina do tipo E ou IgE. Em algumas pessoas, essa reações imunológicas, mediadas por IgE, são exageradas e responsáveis pelo desencadeamento das alergias e suas respectivas reações. Nesses casos a quantidade de IgE encontra-se aumentada, mas nem sempre quantidades superiores de IgE total significam alergia. É necessário determinar o IgE específico, ou seja, aquele produzido por determinada substância específica.
Um dos testes mais utilizados é a dosagem de IgE, Imunoglobulina E Total e do Ig E específico para determinada substância pelo método chamado Radio Allergo Sorbent Test (abreviado, chamamos de RAST). Assim se, por exemplo, um alérgeno como a poeira entrar em contato com o organismo, irá produzir um IgE específico para a mesma e se o resultado do exame constar altos níveis de IgE especifica à poeira é porque o paciente tem alergia à poeira.
As orientações são de Jaime Rocha infectologista do Lâmina Medicina Diagnóstica
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Vestibular exige que aluno diferencie linguagem oral e culta
Praticamente todos os anos, os vestibulandos encontram em suas provas ao menos uma questão que, a partir de uma tirinha em quadrinhos, de um poema ou de um trecho de um texto, aborda um tema que vem provocando polêmica há um mês: as variantes linguísticas.
Os exercícios abordam as diferenças linguísticas de diversas formas: pedindo para o candidato verificar onde está aplicada a linguagem coloquial; identificar marcas de coloquialidade nos textos; responder o nome correto da variedade linguística usada em determinada expressão e transformar um trecho de linguagem oral na norma culta.
"O aluno precisa conhecer a linguagem popular para saber o quão distante ele está da norma culta", diz coordenadora-geral da Ação Educativa, Vera Masagão Ribeiro. "As variedades linguísticas já são um tema consolidado, que é cobrado nos exames."
Os coordenadores de três dos maiores vestibulares do País concordam que o conteúdo deve ser cobrado, mas sempre tendo em vista a avaliação do aprendizado que o candidato tem em relação à norma culta. "As variantes linguísticas constam no programa do nosso vestibular", afirma Maria Thereza Fraga Rocco, da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), responsável pelo exame da Universidade de São Paulo (USP). "E não só no nosso: praticamente todos eles cobram." Renato Pedrosa, coordenador da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest), destaca que a universidade está sempre em busca dos melhores candidatos, o que inclui expressar-se corretamente na escrita. "A Unicamp espera que o aluno tenha esse domínio, aprendido na escola", explica.
Para os coordenadores, a cobrança é um reflexo daquilo que é ensinado em sala de aula. "O vestibular presume que o aluno saiba distinguir os diferentes tipos de linguagem" diz Rogério Chociay, assessor da diretoria acadêmica da Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp).
Preparo
Para os cursinhos e colégios, o ensino da norma culta é indispensável e é encarado como uma das principais missões da escola. Mas os professores encaram as variantes linguísticas como um tema que passa por um viés cultural, demonstrando as diferenças de costumes entre pontos distantes do País, como os regionalismos dos sotaques e vocabulários.
"Penso que o assunto deva ser tratado pelos professores sem obscurantismo, elitista ou populista, nem moralismo, de uma perspectiva linguística e com sensibilidade para diferenças sociais e culturais", diz Francisco Achcar, professor aposentado da Unicamp e coordenador de língua portuguesa do Objetivo. Francisco Platão Savioli, professor da USP e supervisor de língua portuguesa do Anglo, destaca que os estudantes chegam à escola dominando uma linguagem – como a utilizada entre os jovens nas redes sociais, por exemplo – que se afasta em menor ou maior grau da norma culta. "Na escola, o aluno vai saber em que situação ela (a norma culta) vai ser necessária, aprendendo a avaliar a adequação de uma linguagem", explica. "Jogar fora as variantes é jogar fora a riqueza da língua. Ensiná-las não tem nada a ver com ensinar errado."
Debate
Algumas escolas discutiram o livro do MEC em sala de aula. No colégio Santa Amália, em São Paulo, os alunos tiveram uma proposta de redação baseada em diversos textos publicados nas últimas semanas – tanto os que apoiavam quanto os que acusavam a obra. No Augusto Laranja, na zona sul paulistana, os estudantes se debruçaram sobre os artigos que saíram em diversos veículos de comunicação – a escola já costuma tratar o assunto a partir dos diversos gêneros textuais. "Para trabalhar o conceito de adequação de linguagem utilizamos os mais diversos tipos de padrão de texto", diz a professora Rosane de Luiz Cesari. Rute Possebom, que leciona língua portuguesa no Santa Amália, reforça que os alunos precisam entender que é o domínio da norma culta que vai aprová-los no vestibular. "E também ajudá-los a conquistar uma vaga no mercado de trabalho", afirma.
Os exercícios abordam as diferenças linguísticas de diversas formas: pedindo para o candidato verificar onde está aplicada a linguagem coloquial; identificar marcas de coloquialidade nos textos; responder o nome correto da variedade linguística usada em determinada expressão e transformar um trecho de linguagem oral na norma culta.
"O aluno precisa conhecer a linguagem popular para saber o quão distante ele está da norma culta", diz coordenadora-geral da Ação Educativa, Vera Masagão Ribeiro. "As variedades linguísticas já são um tema consolidado, que é cobrado nos exames."
Os coordenadores de três dos maiores vestibulares do País concordam que o conteúdo deve ser cobrado, mas sempre tendo em vista a avaliação do aprendizado que o candidato tem em relação à norma culta. "As variantes linguísticas constam no programa do nosso vestibular", afirma Maria Thereza Fraga Rocco, da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), responsável pelo exame da Universidade de São Paulo (USP). "E não só no nosso: praticamente todos eles cobram." Renato Pedrosa, coordenador da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest), destaca que a universidade está sempre em busca dos melhores candidatos, o que inclui expressar-se corretamente na escrita. "A Unicamp espera que o aluno tenha esse domínio, aprendido na escola", explica.
Para os coordenadores, a cobrança é um reflexo daquilo que é ensinado em sala de aula. "O vestibular presume que o aluno saiba distinguir os diferentes tipos de linguagem" diz Rogério Chociay, assessor da diretoria acadêmica da Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp).
Preparo
Para os cursinhos e colégios, o ensino da norma culta é indispensável e é encarado como uma das principais missões da escola. Mas os professores encaram as variantes linguísticas como um tema que passa por um viés cultural, demonstrando as diferenças de costumes entre pontos distantes do País, como os regionalismos dos sotaques e vocabulários.
"Penso que o assunto deva ser tratado pelos professores sem obscurantismo, elitista ou populista, nem moralismo, de uma perspectiva linguística e com sensibilidade para diferenças sociais e culturais", diz Francisco Achcar, professor aposentado da Unicamp e coordenador de língua portuguesa do Objetivo. Francisco Platão Savioli, professor da USP e supervisor de língua portuguesa do Anglo, destaca que os estudantes chegam à escola dominando uma linguagem – como a utilizada entre os jovens nas redes sociais, por exemplo – que se afasta em menor ou maior grau da norma culta. "Na escola, o aluno vai saber em que situação ela (a norma culta) vai ser necessária, aprendendo a avaliar a adequação de uma linguagem", explica. "Jogar fora as variantes é jogar fora a riqueza da língua. Ensiná-las não tem nada a ver com ensinar errado."
Debate
Algumas escolas discutiram o livro do MEC em sala de aula. No colégio Santa Amália, em São Paulo, os alunos tiveram uma proposta de redação baseada em diversos textos publicados nas últimas semanas – tanto os que apoiavam quanto os que acusavam a obra. No Augusto Laranja, na zona sul paulistana, os estudantes se debruçaram sobre os artigos que saíram em diversos veículos de comunicação – a escola já costuma tratar o assunto a partir dos diversos gêneros textuais. "Para trabalhar o conceito de adequação de linguagem utilizamos os mais diversos tipos de padrão de texto", diz a professora Rosane de Luiz Cesari. Rute Possebom, que leciona língua portuguesa no Santa Amália, reforça que os alunos precisam entender que é o domínio da norma culta que vai aprová-los no vestibular. "E também ajudá-los a conquistar uma vaga no mercado de trabalho", afirma.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Produção de petróleo não acompanha a demanda
Os produtores mundiais de petróleo estão se esforçando para acompanhar a demanda, mas em 2010, pela primeira vez na história, o consumo excedeu a produção em mais de cinco milhões de barris por dia.
Só na China o consumo de petróleo aumentou em mais de quatro milhões de barris por dia na última década, sendo responsável por dois quintos do aumento global.
entre produção e consumo de petróleo entre os anos de 1971 e 2010.
está para 81% produção e 85% para consumo
Só na China o consumo de petróleo aumentou em mais de quatro milhões de barris por dia na última década, sendo responsável por dois quintos do aumento global.
entre produção e consumo de petróleo entre os anos de 1971 e 2010.
está para 81% produção e 85% para consumo
quinta-feira, 9 de junho de 2011
IBDD divulga relatório de 2010 e mostra desafios de uma ONG de luta independente
Os inúmeros desafios enfrentados por uma ONG com independência política e financeira, num país acostumado a um Estado paternalista, são os destaques do "Relatório Anual do IBDD -2010"?, que começa a ser distribuído esta semana. "Essa capacidade de enfrentar desafios, o IBDD aprende e retransmite a cada dia para toda pessoa com deficiência que o procura, dando suporte à sua capacidade de resiliência e resistência diante das incontáveis dificuldades cotidianas a que se vê submetida para sobreviver e lutar por sua cidadania"?, escreve Teresa Costa d'Amaral, superintendente do Instituto, na apresentação do relatório, resumindo o espírito de uma ONG de luta.
A Área de Defesa de Direitos do IBDD, que se tornou uma referência nacional de escritório de advocacia especializado na legislação direcionada à pessoa com deficiência, é um bom exemplo de resistência e luta pela cidadania. Em 12 anos de existência, o IBDD patrocinou mais de 500 ações individuais e 7 ações civis públicas. A principal delas, ganhou sentença favorável determinando que os três entes da Federação tornassem acessíveis todos os prédios públicos no município do Rio de Janeiro. Em maio de 2010, o IBDD requereu a execução da sentença, com multa estimada em mais de R$ 5 bilhões.
O relatório informa que, em 2010, a Área de Mercado de Trabalho avançou e consolidou conquistas junto às empresas para derrubar preconceitos sobre a capacidade profissional e o emprego da pessoa com deficiência. O Instituto atendeu a 4.367 pessoas na busca por empregos e qualificação profissional. Dessas, 383 pessoas foram contratadas pelo mercado.
A luta institucional do IBDD em defesa da cidadania foi marcada por dois importantes momentos em 2010: a campanha protagonizada pela atriz Aline Moraes, estrela de "Viver a Vida"?, da TV Globo, alertando para as dificuldades de acessibilidade enfrentadas pelas pessoas com deficiência. O outro momento foi o lançamento do longa metragem "B1 - Tenório em Pequim"?, sobre o judoca quatro vezes medalha de ouro em Paraolimpíadas.
Veja a íntegra do relatório no link a seguir: http://www.ibdd.org.br/arquivos/relatorios/relatorio%20IBDD%202010.pdf
Relatório IBDD
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e-mail: informativo@ibdd.org.br
www.ibdd.org.br
A Área de Defesa de Direitos do IBDD, que se tornou uma referência nacional de escritório de advocacia especializado na legislação direcionada à pessoa com deficiência, é um bom exemplo de resistência e luta pela cidadania. Em 12 anos de existência, o IBDD patrocinou mais de 500 ações individuais e 7 ações civis públicas. A principal delas, ganhou sentença favorável determinando que os três entes da Federação tornassem acessíveis todos os prédios públicos no município do Rio de Janeiro. Em maio de 2010, o IBDD requereu a execução da sentença, com multa estimada em mais de R$ 5 bilhões.
O relatório informa que, em 2010, a Área de Mercado de Trabalho avançou e consolidou conquistas junto às empresas para derrubar preconceitos sobre a capacidade profissional e o emprego da pessoa com deficiência. O Instituto atendeu a 4.367 pessoas na busca por empregos e qualificação profissional. Dessas, 383 pessoas foram contratadas pelo mercado.
A luta institucional do IBDD em defesa da cidadania foi marcada por dois importantes momentos em 2010: a campanha protagonizada pela atriz Aline Moraes, estrela de "Viver a Vida"?, da TV Globo, alertando para as dificuldades de acessibilidade enfrentadas pelas pessoas com deficiência. O outro momento foi o lançamento do longa metragem "B1 - Tenório em Pequim"?, sobre o judoca quatro vezes medalha de ouro em Paraolimpíadas.
Veja a íntegra do relatório no link a seguir: http://www.ibdd.org.br/arquivos/relatorios/relatorio%20IBDD%202010.pdf
Relatório IBDD
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e-mail: informativo@ibdd.org.br
www.ibdd.org.br
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Brasil, um país na contramão
A presidente Dilma Rousseff inaugura com toda a pompa e circunstância mais um grandiloquente programa social, meio que nos pretensiosos termos do fracassado Fome Zero, do início do primeiro governo de seu mentor (quiçá condutor) político. Quatro bilhões de reais – e não vinte – serão empregados na “erradicação da pobreza” (16 bi já integram o bolsa-família). Dilma faz seu discurso ao lado do terceiro suspeito de irregularidades a ocupar a mesma Casa Civil que ela chefiou no governo Lula.
Enquanto isso se discute o trem-bala de 30 ou 50 bilhões de reais, uma diferença irrisória, com a menor das duas cifras suficiente para construir trezentos quilômetros de metrô. Mas um reluzente trem ligando o Rio a São Paulo é a prioridade na sábia visão de nossos governantes.
Nosso Brasil bêbado se equilibra nas mentiras da politicalha que rasura a história da nação pelas mãos do pseudo-democrata José Ribamar Sarney, nos anais do Senado; a pátria mãe gentil troca saneamento básico pela impunidade de seus filhos prediletos, a mãe desnaturada que distingue os seus.
Somos, definitivamente, um país na contramão, uma democracia em marcha à ré, com jornais censurados, à moda argentina, venezuelana, equatoriana.
Nunca vimos o Brasil tão próspero e, contraditoriamente, tão jogado às traças. As traças da corrupção, do mandonismo, do Estado empresário-sindicalista.
Deve-se rir ou chorar quando se lê que a abominável usina hidrelétrica de Belo Monte poderá custar 7, 19 ou 35 bilhões de reais? Este orçamento, ou melhor, chute, mero palpite, nos causa calafrios, porque sabemos que a conta do escárnio será fatalmente espetada em nossas costas, enquanto empreiteiros e políticos festejam os lucros gerados pela Hidra de Lerna que se construirá no Norte.
O incansável jornalista Washington Novaes prega no deserto verdades insofismáveis, que não interessam aos condutores de nossa tresloucada locomotiva. Sempre embasado em dados facilmente verificáveis, ele diz que o Brasil poderia, com certeza, reduzir a cerca da metade os altíssimos custos da energia que consome, apenas com a repotenciação das turbinas já existentes, com a redução das perdas na transmissão e com a conservação e eficiência.
Quem de nós não morre de vergonha ou de raiva quando se revela uma incúria atrás da outra perpetrada pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC)? A desmoralização do Enem é eclipsada pela barbárie da escolha de livros de português que ensinam a norma inculta, literalmente! Mas nossa indignação com o episódio mal teve tempo de ser digerida e outro escândalo rebenta no MEC, com livros de matemática “ensinando” que dez menos sete dá quatro!! Nós, contribuintes, pagamos 14 milhões para recebermos essa estarrecedora notícia!
Ora, que diferença haveria em ter à frente do MEC o ex-palhaço, deputado federal Tiririca – cujo mote de campanha era “pior do que tá não fica” – ou o acadêmico Fernando Haddad?
Fica apenas a dúvida se Tiririca tem razão ao asseverar que “pior não fica”.
Enquanto isso se discute o trem-bala de 30 ou 50 bilhões de reais, uma diferença irrisória, com a menor das duas cifras suficiente para construir trezentos quilômetros de metrô. Mas um reluzente trem ligando o Rio a São Paulo é a prioridade na sábia visão de nossos governantes.
Nosso Brasil bêbado se equilibra nas mentiras da politicalha que rasura a história da nação pelas mãos do pseudo-democrata José Ribamar Sarney, nos anais do Senado; a pátria mãe gentil troca saneamento básico pela impunidade de seus filhos prediletos, a mãe desnaturada que distingue os seus.
Somos, definitivamente, um país na contramão, uma democracia em marcha à ré, com jornais censurados, à moda argentina, venezuelana, equatoriana.
Nunca vimos o Brasil tão próspero e, contraditoriamente, tão jogado às traças. As traças da corrupção, do mandonismo, do Estado empresário-sindicalista.
Deve-se rir ou chorar quando se lê que a abominável usina hidrelétrica de Belo Monte poderá custar 7, 19 ou 35 bilhões de reais? Este orçamento, ou melhor, chute, mero palpite, nos causa calafrios, porque sabemos que a conta do escárnio será fatalmente espetada em nossas costas, enquanto empreiteiros e políticos festejam os lucros gerados pela Hidra de Lerna que se construirá no Norte.
O incansável jornalista Washington Novaes prega no deserto verdades insofismáveis, que não interessam aos condutores de nossa tresloucada locomotiva. Sempre embasado em dados facilmente verificáveis, ele diz que o Brasil poderia, com certeza, reduzir a cerca da metade os altíssimos custos da energia que consome, apenas com a repotenciação das turbinas já existentes, com a redução das perdas na transmissão e com a conservação e eficiência.
Quem de nós não morre de vergonha ou de raiva quando se revela uma incúria atrás da outra perpetrada pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC)? A desmoralização do Enem é eclipsada pela barbárie da escolha de livros de português que ensinam a norma inculta, literalmente! Mas nossa indignação com o episódio mal teve tempo de ser digerida e outro escândalo rebenta no MEC, com livros de matemática “ensinando” que dez menos sete dá quatro!! Nós, contribuintes, pagamos 14 milhões para recebermos essa estarrecedora notícia!
Ora, que diferença haveria em ter à frente do MEC o ex-palhaço, deputado federal Tiririca – cujo mote de campanha era “pior do que tá não fica” – ou o acadêmico Fernando Haddad?
Fica apenas a dúvida se Tiririca tem razão ao asseverar que “pior não fica”.
sábado, 4 de junho de 2011
PALESTINA TORÇO PELA PAZ
por; João Baptista Herkenhoff
É com muita satisfação que leio, nos jornais, nestes dias, expressivas manifestações de líderes de Israel e líderes da Palestina em favor da Paz.
A imprensa noticia a palavra dos líderes, mas passam um tanto quanto despercebidos os aplausos que ocorrem, de Norte a Sul do Globo Terráqueo, por parte de pessoas simples, pessoas comuns, pessoas que não são líderes, mas que querem a Paz.
Milhões de cidadãos espalhados pelo mundo, como o brasileiro que assina este artigo, torcem pela Paz Israel / Palestina.
É preciso que o grito a favor da Paz tenha maior força.
Nutro imensa admiração por Israel. Com que júbilo saudei, na juventude, a criação do Estado judaico. A manifestação juventil, a que me refiro, ocorreu em Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade que tem alma singular e é exemplo de bairrismo sadio.
Pode deixar de ter vocação pacifista quem nasceu, cresceu e foi educado na cidade natal do imenso e humano Rubem Braga, o cronista-poeta que cantou com singeleza as coisas mais belas da vida, e de seu irmão Newton Braga, criador de uma festa-ternura que se chama Dia de Cachoeiro? Que saudade daqueles tempos de adolescência e mocidade, que lembrança feliz da Casa do Estudante.
Tenho profunda admiração pelo Estado da Palestina. Como me encanta a luta do povo palestino em busca de chão. Que belo o trajeto histórico desse povo. Essa ânsia de sobrevivência nacional, que a concretude territorial assegura, merece o apoio de todos os homens e mulheres de boa vontade. A nenhuma nacionalidade pode ser negado o direito de pisar numa terra que considere sua.
Através dos canais diplomáticos, através da ONU, com o endosso de um concerto de nações, o Brasil inclusive, judeus e palestinos podem conviver no respeito recíproco, trocando a exclusão pela partilha, a incompreensão pela tolerância.
Palmas, vibrantes palmas para o Estado judeu e o Estado palestino. Abaixo a força das armas, silenciem-se os fuzis. Erga-se a voz do diálogo. Que se assentem junto à mesa representantes dos dois povos, Renda-se apoio e simpatia aos que se aprontam para ouvir as razões do outro e celebrar a concórdia.
Árabes e judeus disputam no Brasil uma competição a serviço do bem. Constróem obras beneméritas. Na prestação de serviços à coletividade, doam tempo, dinheiro e amor. É assim que testemunham gratidão pela acolhida que eles, seus pais, avós e bisavós tiveram no Brasil.
Se dependesse da colônia árabe brasileira e da colônia judaica brasileira jamais teria havido guerra no Oriente Médio.
Vamos aplaudir, com toda a garra de que é provida a alma brasileira, os esforços dos que, neste momento, estão empenhados no entendimento.
Ah, se Cachoeiro de Itapemirim fosse, não a capital secreta como se diz, mas a capital real do mundo… Se Cachoeiro fosse a capital universal a Bandeira da Paz triunfaria.
João Baptista Herkenhoff é magistrado aposentado, professor da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha (ES) e escritor. E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br Homepage: www.jbherkenhoff.com.br
É com muita satisfação que leio, nos jornais, nestes dias, expressivas manifestações de líderes de Israel e líderes da Palestina em favor da Paz.
A imprensa noticia a palavra dos líderes, mas passam um tanto quanto despercebidos os aplausos que ocorrem, de Norte a Sul do Globo Terráqueo, por parte de pessoas simples, pessoas comuns, pessoas que não são líderes, mas que querem a Paz.
Milhões de cidadãos espalhados pelo mundo, como o brasileiro que assina este artigo, torcem pela Paz Israel / Palestina.
É preciso que o grito a favor da Paz tenha maior força.
Nutro imensa admiração por Israel. Com que júbilo saudei, na juventude, a criação do Estado judaico. A manifestação juventil, a que me refiro, ocorreu em Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade que tem alma singular e é exemplo de bairrismo sadio.
Pode deixar de ter vocação pacifista quem nasceu, cresceu e foi educado na cidade natal do imenso e humano Rubem Braga, o cronista-poeta que cantou com singeleza as coisas mais belas da vida, e de seu irmão Newton Braga, criador de uma festa-ternura que se chama Dia de Cachoeiro? Que saudade daqueles tempos de adolescência e mocidade, que lembrança feliz da Casa do Estudante.
Tenho profunda admiração pelo Estado da Palestina. Como me encanta a luta do povo palestino em busca de chão. Que belo o trajeto histórico desse povo. Essa ânsia de sobrevivência nacional, que a concretude territorial assegura, merece o apoio de todos os homens e mulheres de boa vontade. A nenhuma nacionalidade pode ser negado o direito de pisar numa terra que considere sua.
Através dos canais diplomáticos, através da ONU, com o endosso de um concerto de nações, o Brasil inclusive, judeus e palestinos podem conviver no respeito recíproco, trocando a exclusão pela partilha, a incompreensão pela tolerância.
Palmas, vibrantes palmas para o Estado judeu e o Estado palestino. Abaixo a força das armas, silenciem-se os fuzis. Erga-se a voz do diálogo. Que se assentem junto à mesa representantes dos dois povos, Renda-se apoio e simpatia aos que se aprontam para ouvir as razões do outro e celebrar a concórdia.
Árabes e judeus disputam no Brasil uma competição a serviço do bem. Constróem obras beneméritas. Na prestação de serviços à coletividade, doam tempo, dinheiro e amor. É assim que testemunham gratidão pela acolhida que eles, seus pais, avós e bisavós tiveram no Brasil.
Se dependesse da colônia árabe brasileira e da colônia judaica brasileira jamais teria havido guerra no Oriente Médio.
Vamos aplaudir, com toda a garra de que é provida a alma brasileira, os esforços dos que, neste momento, estão empenhados no entendimento.
Ah, se Cachoeiro de Itapemirim fosse, não a capital secreta como se diz, mas a capital real do mundo… Se Cachoeiro fosse a capital universal a Bandeira da Paz triunfaria.
João Baptista Herkenhoff é magistrado aposentado, professor da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha (ES) e escritor. E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br Homepage: www.jbherkenhoff.com.br
Livro distribuído pelo MEC contém erros de matemática
A matamática não tem erros, sim no ser humano, mas como errar é humano, podemos continuar assim? Após a polêmica envolvendo a distribuição de um livro de português com erros gramaticais, o problema agora é com um livro contendo erros de matemática. Trinta e sete mil escolas rurais receberam no ano passado um material didático onde se aprende, por exemplo, que 10 – 7 = 4 e que 18 – 6 = 8.
O Ministério da Educação gastou R$ 14 milhões para distribuir o material, que contém ainda erros de informação e frases incompletas.
O MEC solicitou a abertura de uma sindicância à Controladoria Geral da União (CGU), que deve investigar as eventuais responsabilidades pelas falhas, e recomendou que o uso do material seja suspenso.
Ainda de acordo com o MEC, um total de cerca de 300 mil estudantes — ou menos de 1% do total do ensino público — foram prejudicados.
Fontes: Folha de S.Paulo - MEC distribui livro com erro de matemática a 37 mil escolas, IG - MEC investiga erros em material didático de escolas no campo
O Ministério da Educação gastou R$ 14 milhões para distribuir o material, que contém ainda erros de informação e frases incompletas.
O MEC solicitou a abertura de uma sindicância à Controladoria Geral da União (CGU), que deve investigar as eventuais responsabilidades pelas falhas, e recomendou que o uso do material seja suspenso.
Ainda de acordo com o MEC, um total de cerca de 300 mil estudantes — ou menos de 1% do total do ensino público — foram prejudicados.
Fontes: Folha de S.Paulo - MEC distribui livro com erro de matemática a 37 mil escolas, IG - MEC investiga erros em material didático de escolas no campo
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Economia brasileira é mais frágil do que parece
O Brasil tem muito do que se orgulhar. Entre os motivos estão o crescimento do crédito, a queda da desigualdade de renda e a menor taxa de desemprego em abril desde 2002. Para muitos brasileiros, a vida nunca foi tão boa.
O país que já foi conhecido por sua incompetência macroeconômica vem mantendo uma estabilidade invejável. Não é de se surpreender que muitas autoridades econômicas brasileiras mostrem agora um ar de presunção, argumentando que o resto do mundo tem mais a aprender com o Brasil do que vice-versa.
O momento de tal tranquilidade, no entanto, não poderia ser pior. A economia está se aquecendo. A agenda de reformas fundamentais para o crescimento sustentável do país está parada. Além disso, há problemas políticos que não ajudam. O governo Dilma passa por um momento delicado com as denúncias de aumento irregular de patrimônio envolvendo o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci.
Reformas urgentes
Tudo isso junto leva a um alerta: a economia brasileira está caminhando para uma inquietação. A inflação atinge 6,5% e está aumentando. A melhor forma de conter o risco de inflação é por meio de políticas macroeconômicas mais apertadas. Trata-se da melhor defesa do Brasil contra problemas econômicos de curto prazo.
Uma remodelação do governo é uma forma de impulsionar o crescimento de longo prazo. Um Estado simplificado vai melhorar o crescimento da produtividade. A reforma previdenciária também é urgente em um país que está envelhecendo rápido, assim como a reforma do sistema fiscal.
Tais reformas são difíceis e é tentador adiá-las. Mas, sem elas, a história de maior sucesso da América Latina vai começar a parecer bem menos brilhante.
Fontes: Economist - Brazil's economy: Too hot
O país que já foi conhecido por sua incompetência macroeconômica vem mantendo uma estabilidade invejável. Não é de se surpreender que muitas autoridades econômicas brasileiras mostrem agora um ar de presunção, argumentando que o resto do mundo tem mais a aprender com o Brasil do que vice-versa.
O momento de tal tranquilidade, no entanto, não poderia ser pior. A economia está se aquecendo. A agenda de reformas fundamentais para o crescimento sustentável do país está parada. Além disso, há problemas políticos que não ajudam. O governo Dilma passa por um momento delicado com as denúncias de aumento irregular de patrimônio envolvendo o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci.
Reformas urgentes
Tudo isso junto leva a um alerta: a economia brasileira está caminhando para uma inquietação. A inflação atinge 6,5% e está aumentando. A melhor forma de conter o risco de inflação é por meio de políticas macroeconômicas mais apertadas. Trata-se da melhor defesa do Brasil contra problemas econômicos de curto prazo.
Uma remodelação do governo é uma forma de impulsionar o crescimento de longo prazo. Um Estado simplificado vai melhorar o crescimento da produtividade. A reforma previdenciária também é urgente em um país que está envelhecendo rápido, assim como a reforma do sistema fiscal.
Tais reformas são difíceis e é tentador adiá-las. Mas, sem elas, a história de maior sucesso da América Latina vai começar a parecer bem menos brilhante.
Fontes: Economist - Brazil's economy: Too hot
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Como a internet será utilizada em 2015
É difícil encontrar dados confiáveis sobre tráfego da internet. Uma das melhores fontes é o índice anual de Redes Visuais da Cisco (Visual Networking Index), que foi publicado nesta quarta-feira, 1º.
A maior fabricante de equipamentos para redes do mundo prevê que o tráfego da internet vai quadruplicar e chegar a 80,5 exabytes por mês em 2015 — 80 exabytes preencheria 20 bilhões de DVDs.
Em 2015, pela primeira vez, a Ásia vai gerar mais tráfego (24,1 exabytes por mês) do que a América do Norte (22,3 exabytes por mês), embora os EUA ainda fiquem à frente da China (6,9 versus 5,6 exabytes por mês).
Entretanto, caso os valores de tráfego forem divididos pela população, um quadro diferente — e mais significativo — surge: a Coreia do Sul é e continuará sendo o país com o maior consumo de dados do mundo na amostra da Cisco.
Até mesmo o Canadá e a França — e, em 2015, a Grã-Bretanha — vão consumir mais gigabytes por mês por pessoa do que os EUA. Quanto à China, ela cai na lista e será ultrapassada pelo Brasil, mas continua à frente da Índia
Fontes: Economist - Conusmer internet traffic: Data guzzlers
A maior fabricante de equipamentos para redes do mundo prevê que o tráfego da internet vai quadruplicar e chegar a 80,5 exabytes por mês em 2015 — 80 exabytes preencheria 20 bilhões de DVDs.
Em 2015, pela primeira vez, a Ásia vai gerar mais tráfego (24,1 exabytes por mês) do que a América do Norte (22,3 exabytes por mês), embora os EUA ainda fiquem à frente da China (6,9 versus 5,6 exabytes por mês).
Entretanto, caso os valores de tráfego forem divididos pela população, um quadro diferente — e mais significativo — surge: a Coreia do Sul é e continuará sendo o país com o maior consumo de dados do mundo na amostra da Cisco.
Até mesmo o Canadá e a França — e, em 2015, a Grã-Bretanha — vão consumir mais gigabytes por mês por pessoa do que os EUA. Quanto à China, ela cai na lista e será ultrapassada pelo Brasil, mas continua à frente da Índia
Fontes: Economist - Conusmer internet traffic: Data guzzlers
quarta-feira, 1 de junho de 2011
A Terra vive uma nova era geológica?
Os geólogos tendem a tratar a humanidade como um fenômeno temporário sem grande importância para a estrutura da Terra. Alguns afirmam que isto é um erro. As várias intervenções que o homem faz na superfície da Terra deveriam ser consideradas como o despertar de uma nova era geológica centrada no homem: a Antropocena.
Essa ideia foi sugerida em 2000 por Paul Crutzen, um químico de prestígio. Ele acredita que já não estamos mais vivendo no período conhecido como Holoceno, iniciado há 10 mil anos, após a era do gelo. De acordo com o químico e seu colega Eugene Stoermer, a era atual deveria ser chamada de Antropocena, um período moldado principalmente pelo homem.
Fontes: Economist - A geological timeline of the earth: You are here
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Essa ideia foi sugerida em 2000 por Paul Crutzen, um químico de prestígio. Ele acredita que já não estamos mais vivendo no período conhecido como Holoceno, iniciado há 10 mil anos, após a era do gelo. De acordo com o químico e seu colega Eugene Stoermer, a era atual deveria ser chamada de Antropocena, um período moldado principalmente pelo homem.
Fontes: Economist - A geological timeline of the earth: You are here
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IBDD divulga roteiro de oportunidades de emprego para pessoas com deficiência
Informe IBDD
O IBDD mais perto de você
IBDD divulga roteiro de oportunidades de emprego para pessoas com deficiência
As duas últimas edições do Informe do IBDD despertaram grande interesse dos leitores em todo o país. Durante a semana, recebemos centenas de mensagens eletrônicas com pedidos de informações sobre treinamentos, cursos de qualificação e oportunidades de vagas no mercado de trabalho para pessoas com deficiência.
Diante da grande quantidade de pedidos de informações, dedicamos esta edição do Informe para responder às dúvidas e demandas dos leitores, reproduzindo as principais perguntas que nos foram enviadas e oferecendo um roteiro de como dispor dos serviços do IBDD para a inclusão no mercado de trabalho.
Como o IBDD pode me ajudar a conseguir emprego?
O IBDD é uma ONG que tem entre suas especialidades, a busca pela inclusão dos profissionais com deficiência no mercado de trabalho. Para isso, trabalhamos em parceria com diversas empresas de diferentes portes e ramos de atuação.É dessa parceria que surgem as oportunidades de cursos, treinamentos e vagas no mercado de trabalho que oferecemos para as pessoas com deficiência.
O que devo fazer para me habilitar para as oportunidades?
Você deve entrar no site do Instituto (www.ibdd.org.br) e, na capa, clicar no quadro "precisa de emprego?"? e cadastrar o seu currículo no nosso banco de dados. Ou, se você não tiver acesso à internet, pode ir ao IBDD, na Rua Artur Bernardes, 26, Catete. O cadastro é só para pessoas com deficiência e deve ser periodicamente atualizado, com contatos (telefone e email) que facilitem a sua localização rapidamente. Mas atenção: a inscrição no nosso banco de dados por si só não garante vaga no mercado de trabalho. As oportunidades surgem na medida em que as empresas parceiras precisem contratar profissionais. Por isso, é importante que você forneça no currículo o maior número possível de informações sobre o seu perfil.
O IBDD só oferece vagas no Rio de Janeiro?
Não. Apesar de ter sua sede no Rio de Janeiro, o IBDD atende em todo o Brasil, fazendo recrutamento e seleção em qualquer região que as empresas parceiras precisarem. Por isso, mesmo que você não seja do Rio de Janeiro, pode se cadastrar no nosso banco de currículos.
Como faço para participar de cursos que melhorem a minha qualificação para o trabalho?
No momento em que você cadastra seu currículo no nosso banco, você estará se habilitando tanto para vagas quanto para cursos de qualificação. O IBDD oferece, através de seu Centro de Desenvolvimento de Competências cursos formatados de acordo com as necessidades das empresas parceiras. Esses cursos são ministrados antes do candidato ser contratado pela empresa e nas regiões onde for feita a seleção. O IBDD já realizou cursos de qualificação, além do Rio de Janeiro (RJ), em São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Sâo Luis (MA), Parauapebas (PA) e Aracaju (SE), dentre outras cidades.
Cadastro no site: oportunidades para empregos
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
O IBDD mais perto de você
IBDD divulga roteiro de oportunidades de emprego para pessoas com deficiência
As duas últimas edições do Informe do IBDD despertaram grande interesse dos leitores em todo o país. Durante a semana, recebemos centenas de mensagens eletrônicas com pedidos de informações sobre treinamentos, cursos de qualificação e oportunidades de vagas no mercado de trabalho para pessoas com deficiência.
Diante da grande quantidade de pedidos de informações, dedicamos esta edição do Informe para responder às dúvidas e demandas dos leitores, reproduzindo as principais perguntas que nos foram enviadas e oferecendo um roteiro de como dispor dos serviços do IBDD para a inclusão no mercado de trabalho.
Como o IBDD pode me ajudar a conseguir emprego?
O IBDD é uma ONG que tem entre suas especialidades, a busca pela inclusão dos profissionais com deficiência no mercado de trabalho. Para isso, trabalhamos em parceria com diversas empresas de diferentes portes e ramos de atuação.É dessa parceria que surgem as oportunidades de cursos, treinamentos e vagas no mercado de trabalho que oferecemos para as pessoas com deficiência.
O que devo fazer para me habilitar para as oportunidades?
Você deve entrar no site do Instituto (www.ibdd.org.br) e, na capa, clicar no quadro "precisa de emprego?"? e cadastrar o seu currículo no nosso banco de dados. Ou, se você não tiver acesso à internet, pode ir ao IBDD, na Rua Artur Bernardes, 26, Catete. O cadastro é só para pessoas com deficiência e deve ser periodicamente atualizado, com contatos (telefone e email) que facilitem a sua localização rapidamente. Mas atenção: a inscrição no nosso banco de dados por si só não garante vaga no mercado de trabalho. As oportunidades surgem na medida em que as empresas parceiras precisem contratar profissionais. Por isso, é importante que você forneça no currículo o maior número possível de informações sobre o seu perfil.
O IBDD só oferece vagas no Rio de Janeiro?
Não. Apesar de ter sua sede no Rio de Janeiro, o IBDD atende em todo o Brasil, fazendo recrutamento e seleção em qualquer região que as empresas parceiras precisarem. Por isso, mesmo que você não seja do Rio de Janeiro, pode se cadastrar no nosso banco de currículos.
Como faço para participar de cursos que melhorem a minha qualificação para o trabalho?
No momento em que você cadastra seu currículo no nosso banco, você estará se habilitando tanto para vagas quanto para cursos de qualificação. O IBDD oferece, através de seu Centro de Desenvolvimento de Competências cursos formatados de acordo com as necessidades das empresas parceiras. Esses cursos são ministrados antes do candidato ser contratado pela empresa e nas regiões onde for feita a seleção. O IBDD já realizou cursos de qualificação, além do Rio de Janeiro (RJ), em São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Sâo Luis (MA), Parauapebas (PA) e Aracaju (SE), dentre outras cidades.
Cadastro no site: oportunidades para empregos
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Caixa vai lançar site de apostas
A partir do primeiro semestre de 2012 a Caixa Econômica Federal vai colocar na internet um site de apostas na Mega-Sena com o objetivo de atrair 20 milhões de novos usuários para a loteria, dobrando o total atual.
A intenção foi manifestada na última quinta-feira, 26, pelo banco estatal. Atualmente, só correntistas da Caixa podem apostar na Mega-Sena pela internet.
“Estamos nos adequando à demanda do apostador, mas é preciso repassar toda a segurança que hoje ele tem para o ambiente virtual. Por isso, fizemos um projeto piloto e estamos trabalhando conjuntamente com empresários lotéricos”, disse ao G1 o vice-presidente dos Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Cleto.
Fontes: G1 - Caixa estuda site para apostas da Mega-Sena pela internet
A intenção foi manifestada na última quinta-feira, 26, pelo banco estatal. Atualmente, só correntistas da Caixa podem apostar na Mega-Sena pela internet.
“Estamos nos adequando à demanda do apostador, mas é preciso repassar toda a segurança que hoje ele tem para o ambiente virtual. Por isso, fizemos um projeto piloto e estamos trabalhando conjuntamente com empresários lotéricos”, disse ao G1 o vice-presidente dos Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Cleto.
Fontes: G1 - Caixa estuda site para apostas da Mega-Sena pela internet
Caixa vai lançar site de apostas
A partir do primeiro semestre de 2012 a Caixa Econômica Federal vai colocar na internet um site de apostas na Mega-Sena com o objetivo de atrair 20 milhões de novos usuários para a loteria, dobrando o total atual.
A intenção foi manifestada na última quinta-feira, 26, pelo banco estatal. Atualmente, só correntistas da Caixa podem apostar na Mega-Sena pela internet.
“Estamos nos adequando à demanda do apostador, mas é preciso repassar toda a segurança que hoje ele tem para o ambiente virtual. Por isso, fizemos um projeto piloto e estamos trabalhando conjuntamente com empresários lotéricos”, disse ao G1 o vice-presidente dos Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Cleto.
Fontes: G1 - Caixa estuda site para apostas da Mega-Sena pela internet
A intenção foi manifestada na última quinta-feira, 26, pelo banco estatal. Atualmente, só correntistas da Caixa podem apostar na Mega-Sena pela internet.
“Estamos nos adequando à demanda do apostador, mas é preciso repassar toda a segurança que hoje ele tem para o ambiente virtual. Por isso, fizemos um projeto piloto e estamos trabalhando conjuntamente com empresários lotéricos”, disse ao G1 o vice-presidente dos Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Cleto.
Fontes: G1 - Caixa estuda site para apostas da Mega-Sena pela internet
Caixa vai lançar site de apostas
A partir do primeiro semestre de 2012 a Caixa Econômica Federal vai colocar na internet um site de apostas na Mega-Sena com o objetivo de atrair 20 milhões de novos usuários para a loteria, dobrando o total atual.
A intenção foi manifestada na última quinta-feira, 26, pelo banco estatal. Atualmente, só correntistas da Caixa podem apostar na Mega-Sena pela internet.
“Estamos nos adequando à demanda do apostador, mas é preciso repassar toda a segurança que hoje ele tem para o ambiente virtual. Por isso, fizemos um projeto piloto e estamos trabalhando conjuntamente com empresários lotéricos”, disse ao G1 o vice-presidente dos Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Cleto.
Fontes: G1 - Caixa estuda site para apostas da Mega-Sena pela internet
A intenção foi manifestada na última quinta-feira, 26, pelo banco estatal. Atualmente, só correntistas da Caixa podem apostar na Mega-Sena pela internet.
“Estamos nos adequando à demanda do apostador, mas é preciso repassar toda a segurança que hoje ele tem para o ambiente virtual. Por isso, fizemos um projeto piloto e estamos trabalhando conjuntamente com empresários lotéricos”, disse ao G1 o vice-presidente dos Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Cleto.
Fontes: G1 - Caixa estuda site para apostas da Mega-Sena pela internet
domingo, 29 de maio de 2011
Lua pode ter a mesma quantidade de água que a Terra
Mais uma dos Americanos. A mesma equipe de cientistas das universidades Case Western Reserve e Brown que descobriram evidências de que há água na Lua em 2008, agora acredita que, no interior da Lua, haja cem vezes mais água do que se pensava inicialmente. A descoberta lança dúvidas sobre a formação do satélite.
Antes dos estudos de 2008 que examinaram cristais vulcânicos trazidos pelas missões Apollo, acreditava-se que a Lua era um local seco e poeirento. As novas descobertas foram feitas com o uso de um instrumento de precisão, chamado NanoSIMS 50L — um microanalisador de íons– para examinar o magma lunar ou pequenas quantidades de rocha derretida, coletada pela Apollo 17, a última missão norte-americana à Lua, em 1972.
“Estas amostras são a melhor janela que temos para calcular a quantidade de água no interior da Lua. O interior parece ser bastante similar ao interior da Terra, razão pela qual sabemos sobre a abundância de água”, disse James Van Orman, coautor do estudo e professor de ciências geológicas do Case Western.
A pesquisa confirma as teorias de que a Terra e o satélite têm origens comuns, mas lança dúvidas sobre a crença de que a Lua pode ter se formado após um desprendimento da Terra, perdendo boa parte de sua umidade nesse processo de alta temperatura. Segundo essa teoria, formulada nos anos 1970, a Lua se formou depois que o nosso planeta colidiu com uma rocha espacial ou planeta 4,5 bilhões de anos atrás.
A Nasa (agência espacial norte-americana) anunciou, em 2009, que duas naves enviadas à Lua para colidir com a superfície do satélite descobriram pela primeira vez água congelada, uma revelação considerada um enorme passo adiante na exploração espacial.
Fontes: Folha - Lua pode conter tanta água quanto a Terra, revela estudo
Antes dos estudos de 2008 que examinaram cristais vulcânicos trazidos pelas missões Apollo, acreditava-se que a Lua era um local seco e poeirento. As novas descobertas foram feitas com o uso de um instrumento de precisão, chamado NanoSIMS 50L — um microanalisador de íons– para examinar o magma lunar ou pequenas quantidades de rocha derretida, coletada pela Apollo 17, a última missão norte-americana à Lua, em 1972.
“Estas amostras são a melhor janela que temos para calcular a quantidade de água no interior da Lua. O interior parece ser bastante similar ao interior da Terra, razão pela qual sabemos sobre a abundância de água”, disse James Van Orman, coautor do estudo e professor de ciências geológicas do Case Western.
A pesquisa confirma as teorias de que a Terra e o satélite têm origens comuns, mas lança dúvidas sobre a crença de que a Lua pode ter se formado após um desprendimento da Terra, perdendo boa parte de sua umidade nesse processo de alta temperatura. Segundo essa teoria, formulada nos anos 1970, a Lua se formou depois que o nosso planeta colidiu com uma rocha espacial ou planeta 4,5 bilhões de anos atrás.
A Nasa (agência espacial norte-americana) anunciou, em 2009, que duas naves enviadas à Lua para colidir com a superfície do satélite descobriram pela primeira vez água congelada, uma revelação considerada um enorme passo adiante na exploração espacial.
Fontes: Folha - Lua pode conter tanta água quanto a Terra, revela estudo
quinta-feira, 26 de maio de 2011
O primeiro problema do Enem 2011?
Após ter suas últimas edições envoltas em problemas de toda ordem, o Exame Nacional do Ensino Médio teve as inscrições para as provas da sua edição de 2011 abertas nesta segunda-feira, 23, mas já há quem aponte novas falhas de organização no processo seletivo.
No mesmo dia em que as inscrições para o Enem 2011 foram abertas, o procurador da República Oscar Costa Filho ajuizou uma ação civil pública pedindo uma alteração no edital do exame, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), para garantir aos estudantes o direito de pedir revisão das provas, caso eles assim julgarem necessário.
‘Edital precisa ser revisto imediatamente’
“Ao elaborar esse edital, o MEC e o Inep ignoraram as normas que regem os concursos. Todo candidato tem direito a defesa. Ele deve estar apto a contestar a nota, assim como ter acesso ao espelho dessa correção. Sem isso, ele está sendo prejudicado. Por isso, o edital precisa ser revisto imediatamente. Acreditamos que, desta vez, conseguiremos atacar o problema em sua origem”, disse o procurador à revista Veja.
O procurador Oscar Costa Filho é o mesmo que no início deste ano entrou com uma ação que suspendeu a divulgação das notas dos estudantes na avaliação de 2010, por entender que os alunos que haviam recebido cadernos de prova com falhas de impressão mereciam uma nova chance.
‘Excrescência’
Naquela ocasião, Costa Filho acabou derrotado pela justiça e pelas pressões do Ministério da Educação. Agora, ele acredita que as coisas serão diferentes: ”A justiça tem agora a oportunidade de julgar o mérito do Enem, e não apenas tomar decisões com medo de atrapalhar o cronograma do processo seletivo, como ocorreu na edição de 2010″.
O procurador ressalta ainda que é uma ”excrescência” o fato de o edital do Enem 2011 prever que é dever do estudante verificar se sua prova contém erros de impressão.
Leia mais:
Enem: credibilidade em xeque?
Fontes: Veja - Edital do Enem 2011 contém 'excrescência' jurídica, diz procurador
No mesmo dia em que as inscrições para o Enem 2011 foram abertas, o procurador da República Oscar Costa Filho ajuizou uma ação civil pública pedindo uma alteração no edital do exame, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), para garantir aos estudantes o direito de pedir revisão das provas, caso eles assim julgarem necessário.
‘Edital precisa ser revisto imediatamente’
“Ao elaborar esse edital, o MEC e o Inep ignoraram as normas que regem os concursos. Todo candidato tem direito a defesa. Ele deve estar apto a contestar a nota, assim como ter acesso ao espelho dessa correção. Sem isso, ele está sendo prejudicado. Por isso, o edital precisa ser revisto imediatamente. Acreditamos que, desta vez, conseguiremos atacar o problema em sua origem”, disse o procurador à revista Veja.
O procurador Oscar Costa Filho é o mesmo que no início deste ano entrou com uma ação que suspendeu a divulgação das notas dos estudantes na avaliação de 2010, por entender que os alunos que haviam recebido cadernos de prova com falhas de impressão mereciam uma nova chance.
‘Excrescência’
Naquela ocasião, Costa Filho acabou derrotado pela justiça e pelas pressões do Ministério da Educação. Agora, ele acredita que as coisas serão diferentes: ”A justiça tem agora a oportunidade de julgar o mérito do Enem, e não apenas tomar decisões com medo de atrapalhar o cronograma do processo seletivo, como ocorreu na edição de 2010″.
O procurador ressalta ainda que é uma ”excrescência” o fato de o edital do Enem 2011 prever que é dever do estudante verificar se sua prova contém erros de impressão.
Leia mais:
Enem: credibilidade em xeque?
Fontes: Veja - Edital do Enem 2011 contém 'excrescência' jurídica, diz procurador
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Os 50 anos de Apollo 11
Há 50 anos, em 25 de maio de 1961, John Kennedy convocou uma sesssão no Congresso norte-americano para que o país se comprometesse, antes da década acabar, em enviar um homem à Lua e o trazer de volta à Terra, em segurança. Se eles conseguissem, dizia ele, não seria apenas um homem a chegar na lua, mas uma nação inteira. Pouco mais de oito anos depois, quando Neil Armstrong se tornou o primeiro homem a pisar na superfície lunar, as imagens estamparam a memória de toda uma geração de terráqueos.
Muitos acreditaram que Kennedy acelerou a corrida à lua para se recuperar do fiasco da Baía dos Porcos. Para John Logsdon, o decano dos estudos espaciais norte-americanos, Kennedy não estava especialmente interessado no espaço. Em seu novo livro, “John F. Kennedy e a corrida para a Lua”, mostra uma visão mais generosa do acontecimento. Depois que a União Soviética colocou Yuri Gagarin em órbita, o ex-presidente acreditava ser vital para os Estados Unidos assumir e vencer os soviéticos em algo realmente difícil. A lua caiu como uma luva.
Quanto a saber se o evento valeu a pena, ainda não há respostas, mesmo passados 50 anos. O projeto Apollo custou cerca de US$ 150 bilhões (cotados na moeda atual), cinco vezes mais que o projeto Manhattan e 18 vezes mais o custo de escavação do canal do Panamá. Entretanto, o pouso na lua foi mais que uma vitória na Guerra Fria, também mudou a forma com que as pessoas de todas as nações refletiam sobre si mesmas e sobre o mundo que compartilham.
O jubileu do discurso de Kennedy chega em um momento complicado para a política espacial norte-americana. O lançamento, esta semana, do Endeavour, recebeu atenção especial porque foi comandado por Mark Kelly, marido da deputada do Arizona, Gabrielle Giffords. Ainda mais significativo será o último voo do Endeavour. Quando o Atlantis fizer sua última viagem, em meados de julho, todo o programa de 30 anos de voos do ônibus espacial chegará ao fim.
Os ônibus nunca conquistaram a imaginação pública como o programa da Lua. Foram confinados à órbita da Terra, onde fizeram seu trabalho, sem glamour, de lançamento de satélites ou transporte de astronautas para a Estação Espacial Internacional. A opinião pública se chocou com as tragédias, mas se seduziram pelos sucessos cotidianos. De fato, foram menos sucessos do que o anunciado.
O que os ônibus previam, entretanto, era uma maneira para a América transportar pessoas em baixa órbita da Terra. Uma vez que a frota está aterrada, por um tempo não há maneiras próprias de entregar homens em qualquer parte do espaço. O Congresso ordenou a Nasa a contribuir com um novo foguete, mais poderoso e maior que o Saturn V, mas o presidente Barack Obama cancelou todos os planos de voltar à Lua.
Para a maioria dos americanos, negligenciar o voo espacial humano desta forma parece um triste fim para o capítulo glorioso de Kennedy, aberto há meio século. Ele decidiu fazer conquistas para os Estados Unidos em um espaço emblemático da grandeza nacional, e o projeto teve êxito. O programa Apollo imitou os aspectos da economia, desenhada para repudiar.
Muitos acreditaram que Kennedy acelerou a corrida à lua para se recuperar do fiasco da Baía dos Porcos. Para John Logsdon, o decano dos estudos espaciais norte-americanos, Kennedy não estava especialmente interessado no espaço. Em seu novo livro, “John F. Kennedy e a corrida para a Lua”, mostra uma visão mais generosa do acontecimento. Depois que a União Soviética colocou Yuri Gagarin em órbita, o ex-presidente acreditava ser vital para os Estados Unidos assumir e vencer os soviéticos em algo realmente difícil. A lua caiu como uma luva.
Quanto a saber se o evento valeu a pena, ainda não há respostas, mesmo passados 50 anos. O projeto Apollo custou cerca de US$ 150 bilhões (cotados na moeda atual), cinco vezes mais que o projeto Manhattan e 18 vezes mais o custo de escavação do canal do Panamá. Entretanto, o pouso na lua foi mais que uma vitória na Guerra Fria, também mudou a forma com que as pessoas de todas as nações refletiam sobre si mesmas e sobre o mundo que compartilham.
O jubileu do discurso de Kennedy chega em um momento complicado para a política espacial norte-americana. O lançamento, esta semana, do Endeavour, recebeu atenção especial porque foi comandado por Mark Kelly, marido da deputada do Arizona, Gabrielle Giffords. Ainda mais significativo será o último voo do Endeavour. Quando o Atlantis fizer sua última viagem, em meados de julho, todo o programa de 30 anos de voos do ônibus espacial chegará ao fim.
Os ônibus nunca conquistaram a imaginação pública como o programa da Lua. Foram confinados à órbita da Terra, onde fizeram seu trabalho, sem glamour, de lançamento de satélites ou transporte de astronautas para a Estação Espacial Internacional. A opinião pública se chocou com as tragédias, mas se seduziram pelos sucessos cotidianos. De fato, foram menos sucessos do que o anunciado.
O que os ônibus previam, entretanto, era uma maneira para a América transportar pessoas em baixa órbita da Terra. Uma vez que a frota está aterrada, por um tempo não há maneiras próprias de entregar homens em qualquer parte do espaço. O Congresso ordenou a Nasa a contribuir com um novo foguete, mais poderoso e maior que o Saturn V, mas o presidente Barack Obama cancelou todos os planos de voltar à Lua.
Para a maioria dos americanos, negligenciar o voo espacial humano desta forma parece um triste fim para o capítulo glorioso de Kennedy, aberto há meio século. Ele decidiu fazer conquistas para os Estados Unidos em um espaço emblemático da grandeza nacional, e o projeto teve êxito. O programa Apollo imitou os aspectos da economia, desenhada para repudiar.
sábado, 21 de maio de 2011
IBDD divulga roteiro de oportunidades de emprego para pessoas com deficiência
As duas últimas edições do Informe do IBDD despertaram grande interesse dos leitores em todo o país. Durante a semana, recebemos centenas de mensagens eletrônicas com pedidos de informações sobre treinamentos, cursos de qualificação e oportunidades de vagas no mercado de trabalho para pessoas com deficiência.
Diante da grande quantidade de pedidos de informações, dedicamos esta edição do Informe para responder às dúvidas e demandas dos leitores, reproduzindo as principais perguntas que nos foram enviadas e oferecendo um roteiro de como dispor dos serviços do IBDD para a inclusão no mercado de trabalho.
Como o IBDD pode me ajudar a conseguir emprego?
O IBDD é uma ONG que tem entre suas especialidades, a busca pela inclusão dos profissionais com deficiência no mercado de trabalho. Para isso, trabalhamos em parceria com diversas empresas de diferentes portes e ramos de atuação.É dessa parceria que surgem as oportunidades de cursos, treinamentos e vagas no mercado de trabalho que oferecemos para as pessoas com deficiência.
O que devo fazer para me habilitar para as oportunidades?
Você deve entrar no site do Instituto (www.ibdd.org.br) e, na capa, clicar no quadro "precisa de emprego?"? e cadastrar o seu currículo no nosso banco de dados. Ou, se você não tiver acesso à internet, pode ir ao IBDD, na Rua Artur Bernardes, 26, Catete. O cadastro é só para pessoas com deficiência e deve ser periodicamente atualizado, com contatos (telefone e email) que facilitem a sua localização rapidamente. Mas atenção: a inscrição no nosso banco de dados por si só não garante vaga no mercado de trabalho. As oportunidades surgem na medida em que as empresas parceiras precisem contratar profissionais. Por isso, é importante que você forneça no currículo o maior número possível de informações sobre o seu perfil.
O IBDD só oferece vagas no Rio de Janeiro?
Não. Apesar de ter sua sede no Rio de Janeiro, o IBDD atende em todo o Brasil, fazendo recrutamento e seleção em qualquer região que as empresas parceiras precisarem. Por isso, mesmo que você não seja do Rio de Janeiro, pode se cadastrar no nosso banco de currículos.
Como faço para participar de cursos que melhorem a minha qualificação para o trabalho?
No momento em que você cadastra seu currículo no nosso banco, você estará se habilitando tanto para vagas quanto para cursos de qualificação. O IBDD oferece, através de seu Centro de Desenvolvimento de Competências cursos formatados de acordo com as necessidades das empresas parceiras. Esses cursos são ministrados antes do candidato ser contratado pela empresa e nas regiões onde for feita a seleção. O IBDD já realizou cursos de qualificação, além do Rio de Janeiro (RJ), em São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Sâo Luis (MA), Parauapebas (PA) e Aracaju (SE), dentre outras cidades.
Cadastro no site: oportunidades para empregos
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e-mail: informativo@ibdd.org.br
www.ibdd.org.br
A DEFICIÊNCIA ESTÁ EM QUEM NÃO VER A EFICIÊNCIA
Diante da grande quantidade de pedidos de informações, dedicamos esta edição do Informe para responder às dúvidas e demandas dos leitores, reproduzindo as principais perguntas que nos foram enviadas e oferecendo um roteiro de como dispor dos serviços do IBDD para a inclusão no mercado de trabalho.
Como o IBDD pode me ajudar a conseguir emprego?
O IBDD é uma ONG que tem entre suas especialidades, a busca pela inclusão dos profissionais com deficiência no mercado de trabalho. Para isso, trabalhamos em parceria com diversas empresas de diferentes portes e ramos de atuação.É dessa parceria que surgem as oportunidades de cursos, treinamentos e vagas no mercado de trabalho que oferecemos para as pessoas com deficiência.
O que devo fazer para me habilitar para as oportunidades?
Você deve entrar no site do Instituto (www.ibdd.org.br) e, na capa, clicar no quadro "precisa de emprego?"? e cadastrar o seu currículo no nosso banco de dados. Ou, se você não tiver acesso à internet, pode ir ao IBDD, na Rua Artur Bernardes, 26, Catete. O cadastro é só para pessoas com deficiência e deve ser periodicamente atualizado, com contatos (telefone e email) que facilitem a sua localização rapidamente. Mas atenção: a inscrição no nosso banco de dados por si só não garante vaga no mercado de trabalho. As oportunidades surgem na medida em que as empresas parceiras precisem contratar profissionais. Por isso, é importante que você forneça no currículo o maior número possível de informações sobre o seu perfil.
O IBDD só oferece vagas no Rio de Janeiro?
Não. Apesar de ter sua sede no Rio de Janeiro, o IBDD atende em todo o Brasil, fazendo recrutamento e seleção em qualquer região que as empresas parceiras precisarem. Por isso, mesmo que você não seja do Rio de Janeiro, pode se cadastrar no nosso banco de currículos.
Como faço para participar de cursos que melhorem a minha qualificação para o trabalho?
No momento em que você cadastra seu currículo no nosso banco, você estará se habilitando tanto para vagas quanto para cursos de qualificação. O IBDD oferece, através de seu Centro de Desenvolvimento de Competências cursos formatados de acordo com as necessidades das empresas parceiras. Esses cursos são ministrados antes do candidato ser contratado pela empresa e nas regiões onde for feita a seleção. O IBDD já realizou cursos de qualificação, além do Rio de Janeiro (RJ), em São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Sâo Luis (MA), Parauapebas (PA) e Aracaju (SE), dentre outras cidades.
Cadastro no site: oportunidades para empregos
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e-mail: informativo@ibdd.org.br
www.ibdd.org.br
A DEFICIÊNCIA ESTÁ EM QUEM NÃO VER A EFICIÊNCIA
Viciados em internet’ correm mais risco de depressão
Uma pesquisa feita nos EUA revelou que um em cada 25 adolescentes sente uma necessidade urgente de acessar a internet. Além disso, durante o período em que estão desconectados, esses jovens tendem a se sentirem tensos.
Ao todo, 3.560 alunos do ensino médio do estado norte-americano de Connecticut participaram da pesquisa, que mostrou também que os “viciados em internet” correm mais risco de depressão, de serem agressivos e ainda de usarem drogas.
O coordenador da pesquisa, Timothy Liu, diz que “o uso problemático da internet é uma realidade em cerca de 4% dos alunos do ensino médio americano — a prevalência fica com os meninos”.
Os jovens que participaram da pesquisa responderam um questionário com 150 perguntas, incluindo fatos relacionados à saúde, comportamentos de risco e impulsividade.
Ainda de acordo com a pesquisa, muitos dos jovens “viciados em internet” já tentaram diminuir o tempo gasto em frente ao computador, mas não conseguiram
Nesse caso, cada um tira suas conclusoes no que está acontecendo ou que pode acontecer. Acredito que se usar a internet para fins de bons proveitos, nada de errado acontece.
Ao todo, 3.560 alunos do ensino médio do estado norte-americano de Connecticut participaram da pesquisa, que mostrou também que os “viciados em internet” correm mais risco de depressão, de serem agressivos e ainda de usarem drogas.
O coordenador da pesquisa, Timothy Liu, diz que “o uso problemático da internet é uma realidade em cerca de 4% dos alunos do ensino médio americano — a prevalência fica com os meninos”.
Os jovens que participaram da pesquisa responderam um questionário com 150 perguntas, incluindo fatos relacionados à saúde, comportamentos de risco e impulsividade.
Ainda de acordo com a pesquisa, muitos dos jovens “viciados em internet” já tentaram diminuir o tempo gasto em frente ao computador, mas não conseguiram
Nesse caso, cada um tira suas conclusoes no que está acontecendo ou que pode acontecer. Acredito que se usar a internet para fins de bons proveitos, nada de errado acontece.
ENSINA OU DA EXEMPLO?
A Abralin (Associação Brasileira de Linguística) defendeu, em nota oficial divulgada nesta sexta-feira (20), o livro didático de Português "Por uma vida melhor", distribuído pelo MEC (Ministério da Educação).
O material foi alvo de polêmica na semana passada, por afirmar, em uma de suas unidades, que se pode dizer "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado" na variedade linguística popular.
A nota da Abralin, assinada pela presidente e professora da UFPR (Universidade Federal do Paraná) Maria José Foltran, afirma que os críticos do livro "não tiveram sequer o cuidado de analisá-lo mais atentamente", e "pautaram-se sempre nas cinco ou seis linhas citadas".
De acordo com Foltran, o material tem como objetivo debater o uso da variação linguística para "ressaltar o papel e a importância da normal culta no mundo letrado". "Nunca houve a defesa de que a norma culta não deva ser ensinada", afirma a nota.
A Abralin ainda ressalta que a linguística "não faz juízos de valor" sobre as variedades da língua, mas que constata que algumas dessas variedades têm "maior ou menor prestígio" entre a sociedade.
Segundo o MEC, o livro está em acordo com os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) --normas a serem seguidas por todas as escolas e livros didáticos. O material, voltado para jovens e adultos, foi distribuído a 4.236 escolas do país.
Heloísa Ramos, uma das autoras do livro, disse que a citação polêmica está num capítulo que descreve as diferenças entre escrever e falar, mas que a coleção não ignora que "cabe à escola ensinar as convenções ortográficas e as características da variedade linguística de prestígio".
O material foi alvo de polêmica na semana passada, por afirmar, em uma de suas unidades, que se pode dizer "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado" na variedade linguística popular.
A nota da Abralin, assinada pela presidente e professora da UFPR (Universidade Federal do Paraná) Maria José Foltran, afirma que os críticos do livro "não tiveram sequer o cuidado de analisá-lo mais atentamente", e "pautaram-se sempre nas cinco ou seis linhas citadas".
De acordo com Foltran, o material tem como objetivo debater o uso da variação linguística para "ressaltar o papel e a importância da normal culta no mundo letrado". "Nunca houve a defesa de que a norma culta não deva ser ensinada", afirma a nota.
A Abralin ainda ressalta que a linguística "não faz juízos de valor" sobre as variedades da língua, mas que constata que algumas dessas variedades têm "maior ou menor prestígio" entre a sociedade.
Segundo o MEC, o livro está em acordo com os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) --normas a serem seguidas por todas as escolas e livros didáticos. O material, voltado para jovens e adultos, foi distribuído a 4.236 escolas do país.
Heloísa Ramos, uma das autoras do livro, disse que a citação polêmica está num capítulo que descreve as diferenças entre escrever e falar, mas que a coleção não ignora que "cabe à escola ensinar as convenções ortográficas e as características da variedade linguística de prestígio".
quarta-feira, 18 de maio de 2011
CIDADANIA DO IDOSO
João Baptista Herkenhoff
O respeito ao idoso não é um fato natural, nas sociedades capitalistas. Nestas, as pessoas são valorizadas pela capacidade de produzir e consumir. O idoso não “produz”, na visão que as sociedades capitalistas têm do que seja produção. A única “senha” de que dispõe o idoso, para ter o status de “pessoa”, nessas sociedades, é ser “consumidor”.
Estamos mergulhados numa sociedade capitalista. O que fazer então para resguardar um “mínimo ético”, dentro de uma tão desumana forma de organização social?
Creio que a primeira atitude que devemos adotar é a de buscar manter um “nível de consciência” que nos permita discernir com clareza os fatos de cada dia e sobre esses fatos emitir julgamento.
Tenha o idoso, ele próprio, sentimento de auto-estima e valor. A propósito desse tema, como são encorajadores os ensinamentos bíblicos: o Gênesis indica a vida longa como um prêmio concedido por Deus; o Eclesiástico ensina que a experiência acumulada pelo idoso deve ser guia para os jovens; o Livro da Sabedoria sentencia que os cabelos brancos são sinal e virtude dos mais velhos.
Também filósofos e escritores nos ajudam a compreender o significado da Terceira Idade: uma bela velhice é a recompensa de uma bela vida (Pitágoras); saber envelhecer é a obra-prima da sabedoria e uma das partes mais difíceis da grande arte de viver (Amiel); os velhos precisam de afeto, como precisam de sol (Victor Hugo); não respeitar a velhice equivale a demolir de manhã o telhado da casa em que se há de pousar de noite (Karr).
Algumas pessoas encaram a aposentadoria como se esta marcasse o “ponto final” nas atividades produtivas. Quando reagimos dessa forma, fazemos coro à visão capitalista do que seja produzir.
No caso dos magistrados, o assunto é tão sério que atinge a dimensão existencial.
Mas o fato não ocorre apenas com juízes. Advogados, professores, médicos, comerciantes, bancários, jornalistas, funcionários públicos graduados ou modestos, profissionais em geral experimentam a contraditória angústia da aposentadoria.
Conselhos e sugestões de psicólogos e médicos tentam propor estratégias para que o "rito de passagem" ocorra sem traumas.
De minha parte a aposentadoria como juiz de Direito foi sofrida. Desligava-me de um trabalho a que me dediquei com entusiasmo e vocação.
Continuando, entretanto, a exercer o magistério, pude suportar melhor a perda do cargo de juiz. Hoje sou também um professor itinerante. Nesta condição, tenho percorrido o país dando seminários de Cidadania, Ética e Direito.
O caminho que encontrei resultou do conselho de pessoas amigas. Mas não é o único possível.
Muitas coisas extremamente úteis e emocionalmente gratificantes podemos fazer nesta vida, independente disso de estar aposentado ou não. Cada pessoa procurará a rota da felicidade, de acordo com as circunstâncias.
João Baptista Herkenhoff, 74 anos, é Professor da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha (ES), palestrante e escritor. Autor de Mulheres no banco dos réus – o universo feminino sob o olhar de um juiz. Editora Forense, Rio, 2008.
E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br
Homepage: www.jbherkenhoff.com.br
É livre a divulgação deste texto, por qualquer meio ou veiculo.
O respeito ao idoso não é um fato natural, nas sociedades capitalistas. Nestas, as pessoas são valorizadas pela capacidade de produzir e consumir. O idoso não “produz”, na visão que as sociedades capitalistas têm do que seja produção. A única “senha” de que dispõe o idoso, para ter o status de “pessoa”, nessas sociedades, é ser “consumidor”.
Estamos mergulhados numa sociedade capitalista. O que fazer então para resguardar um “mínimo ético”, dentro de uma tão desumana forma de organização social?
Creio que a primeira atitude que devemos adotar é a de buscar manter um “nível de consciência” que nos permita discernir com clareza os fatos de cada dia e sobre esses fatos emitir julgamento.
Tenha o idoso, ele próprio, sentimento de auto-estima e valor. A propósito desse tema, como são encorajadores os ensinamentos bíblicos: o Gênesis indica a vida longa como um prêmio concedido por Deus; o Eclesiástico ensina que a experiência acumulada pelo idoso deve ser guia para os jovens; o Livro da Sabedoria sentencia que os cabelos brancos são sinal e virtude dos mais velhos.
Também filósofos e escritores nos ajudam a compreender o significado da Terceira Idade: uma bela velhice é a recompensa de uma bela vida (Pitágoras); saber envelhecer é a obra-prima da sabedoria e uma das partes mais difíceis da grande arte de viver (Amiel); os velhos precisam de afeto, como precisam de sol (Victor Hugo); não respeitar a velhice equivale a demolir de manhã o telhado da casa em que se há de pousar de noite (Karr).
Algumas pessoas encaram a aposentadoria como se esta marcasse o “ponto final” nas atividades produtivas. Quando reagimos dessa forma, fazemos coro à visão capitalista do que seja produzir.
No caso dos magistrados, o assunto é tão sério que atinge a dimensão existencial.
Mas o fato não ocorre apenas com juízes. Advogados, professores, médicos, comerciantes, bancários, jornalistas, funcionários públicos graduados ou modestos, profissionais em geral experimentam a contraditória angústia da aposentadoria.
Conselhos e sugestões de psicólogos e médicos tentam propor estratégias para que o "rito de passagem" ocorra sem traumas.
De minha parte a aposentadoria como juiz de Direito foi sofrida. Desligava-me de um trabalho a que me dediquei com entusiasmo e vocação.
Continuando, entretanto, a exercer o magistério, pude suportar melhor a perda do cargo de juiz. Hoje sou também um professor itinerante. Nesta condição, tenho percorrido o país dando seminários de Cidadania, Ética e Direito.
O caminho que encontrei resultou do conselho de pessoas amigas. Mas não é o único possível.
Muitas coisas extremamente úteis e emocionalmente gratificantes podemos fazer nesta vida, independente disso de estar aposentado ou não. Cada pessoa procurará a rota da felicidade, de acordo com as circunstâncias.
João Baptista Herkenhoff, 74 anos, é Professor da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha (ES), palestrante e escritor. Autor de Mulheres no banco dos réus – o universo feminino sob o olhar de um juiz. Editora Forense, Rio, 2008.
E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br
Homepage: www.jbherkenhoff.com.br
É livre a divulgação deste texto, por qualquer meio ou veiculo.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A Resolução nº 128 do CNJ e os direitos humanos das mulheres
A Constituição Federal veda qualquer forma de discriminação, motivo por que é objetivo fundamental da República Federativa do Brasil promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação (art. 5º, IV CRB/88).
Erige à categoria de direito fundamental a isonomia entre homens e mulheres, ao prever que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza (artigo 5º, caput) e, mais especificamente: "homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição" (incisoI).
A par da igualdade meramente formal, tributada aos Estados Liberais, no plano material a desigualdade de gênero impera: no que se refere aos salários, à ocupação de cargos públicos, à direção de empresas.
No Brasil, a concepção de mulher como ser com iguais direitos e obrigações é mera retórica e é dever do Estado lutar para planificar a situação.
Os direitos humanos são um grito dos oprimidos contra a arrogância e a opressão do Poder. Isto porque os mais empobrecidos e os socialmente vulneráveis são os que mais têm o seus direitos básicos desrespeitados. No caso específico, os direitos humanos objetivam a proteção do gênero mais oprimido da sociedade, as mulheres.
A proteção aos grupos sociais mais vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, homossexuais, portadores de necessidades especiais) são a tônica da quarta dimensão de direitos humanos.
A face mais odiosa da desigualdade de gênero ocorre no seio da família, onde deveria imperar o amor: a violência doméstica e familiar.
É dever do Estado sua atuação prestacional positiva. Fruto disso, nasceu a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, conhecida por Lei Maria da Penha, em tributo à biofarmacêutica do mesmo nome que é símbolo da luta contra a violência doméstica.
A norma busca dar combate à violência doméstica penalizando mais severamente os autores dos crimes contra as mulheres no seio da família ou patente o vínculo familiar, mesmo que fora do recinto do lar. O fator de discrimen da lex gravior é justificável porque as mulheres são grupo socialmente oprimido e prevalece a desigualdade de gênero. Por tal fato, se o homem for vítima de violência praticada por mulher no seio doméstico não se pode falar em violação a direitos humanos, mas tão só em violação de direitos, não se aplicando a Lei 11.340/06.
Textos relacionados
Responsabilidade penal da pessoa jurídica e prisão preventiva
A sentença penal condenatória e a reparação dos danos causados pela infração. O direito intertemporal
Processo Penal: prazer, recurso de ofício
Reflexões sobre as medidas assecuratórias no inquérito e a capacidade postulatória da autoridade policial
A inquirição de testemunhas em audiências criminais. Controvérsias acerca da interpretação do artigo 212 do CPP, com a redação dada pela Lei nº 11.690/2008
Pois bem. O CNJ, buscando dar maior concretude e abrangência à Lei em referência e coibir a violência doméstica, determina aos tribunais, via Resolução 128, de 17 de março de 2011, a criação de Coordenadorias Estaduais das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal.
A intenção do Conselho é garantir os direitos humanos das mulheres na seara das relações domésticas e familiares (art. 1º, § 1º, da Lei nº 11.340/06) e coordenar a elaboração e execução das políticas públicas neste sentido, no âmbito do Poder Judiciário.
Assim, determina aos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, que no prazo de 180 dias, criem, em sua estrutura organizacional, Coordenadorias Estaduais da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar como órgãos permanentes de assessoria da Presidência do Tribunal.
Não explicita a norma se se trata de uma só Coordenadoria por Tribunal. Ao que tudo indica, o assim será. Entretanto, a nosso sentir, nada obsta a criação de mais de uma nos Estados de maior densidade populacional, volume de demanda e estruturação judiciária, Coordenadorias-Regionais, por exemplo, em cada polo judiciário em que se divide o respectivo Estado, vinculadas à Coordenadoria do Tribunal.
O link das Coordenadorias como órgãos permanentes de assessoria da Presidência do Tribunal é valioso, porque induz à constante vigilância, atenção e responsabilidade do mandatário maior do Judiciário.
fonte: JUS - navigandi
Erige à categoria de direito fundamental a isonomia entre homens e mulheres, ao prever que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza (artigo 5º, caput) e, mais especificamente: "homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição" (incisoI).
A par da igualdade meramente formal, tributada aos Estados Liberais, no plano material a desigualdade de gênero impera: no que se refere aos salários, à ocupação de cargos públicos, à direção de empresas.
No Brasil, a concepção de mulher como ser com iguais direitos e obrigações é mera retórica e é dever do Estado lutar para planificar a situação.
Os direitos humanos são um grito dos oprimidos contra a arrogância e a opressão do Poder. Isto porque os mais empobrecidos e os socialmente vulneráveis são os que mais têm o seus direitos básicos desrespeitados. No caso específico, os direitos humanos objetivam a proteção do gênero mais oprimido da sociedade, as mulheres.
A proteção aos grupos sociais mais vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, homossexuais, portadores de necessidades especiais) são a tônica da quarta dimensão de direitos humanos.
A face mais odiosa da desigualdade de gênero ocorre no seio da família, onde deveria imperar o amor: a violência doméstica e familiar.
É dever do Estado sua atuação prestacional positiva. Fruto disso, nasceu a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, conhecida por Lei Maria da Penha, em tributo à biofarmacêutica do mesmo nome que é símbolo da luta contra a violência doméstica.
A norma busca dar combate à violência doméstica penalizando mais severamente os autores dos crimes contra as mulheres no seio da família ou patente o vínculo familiar, mesmo que fora do recinto do lar. O fator de discrimen da lex gravior é justificável porque as mulheres são grupo socialmente oprimido e prevalece a desigualdade de gênero. Por tal fato, se o homem for vítima de violência praticada por mulher no seio doméstico não se pode falar em violação a direitos humanos, mas tão só em violação de direitos, não se aplicando a Lei 11.340/06.
Textos relacionados
Responsabilidade penal da pessoa jurídica e prisão preventiva
A sentença penal condenatória e a reparação dos danos causados pela infração. O direito intertemporal
Processo Penal: prazer, recurso de ofício
Reflexões sobre as medidas assecuratórias no inquérito e a capacidade postulatória da autoridade policial
A inquirição de testemunhas em audiências criminais. Controvérsias acerca da interpretação do artigo 212 do CPP, com a redação dada pela Lei nº 11.690/2008
Pois bem. O CNJ, buscando dar maior concretude e abrangência à Lei em referência e coibir a violência doméstica, determina aos tribunais, via Resolução 128, de 17 de março de 2011, a criação de Coordenadorias Estaduais das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal.
A intenção do Conselho é garantir os direitos humanos das mulheres na seara das relações domésticas e familiares (art. 1º, § 1º, da Lei nº 11.340/06) e coordenar a elaboração e execução das políticas públicas neste sentido, no âmbito do Poder Judiciário.
Assim, determina aos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, que no prazo de 180 dias, criem, em sua estrutura organizacional, Coordenadorias Estaduais da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar como órgãos permanentes de assessoria da Presidência do Tribunal.
Não explicita a norma se se trata de uma só Coordenadoria por Tribunal. Ao que tudo indica, o assim será. Entretanto, a nosso sentir, nada obsta a criação de mais de uma nos Estados de maior densidade populacional, volume de demanda e estruturação judiciária, Coordenadorias-Regionais, por exemplo, em cada polo judiciário em que se divide o respectivo Estado, vinculadas à Coordenadoria do Tribunal.
O link das Coordenadorias como órgãos permanentes de assessoria da Presidência do Tribunal é valioso, porque induz à constante vigilância, atenção e responsabilidade do mandatário maior do Judiciário.
fonte: JUS - navigandi
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Embratel e IBDD qualificam pessoas com deficiência para o trabalho
UMA PALAVRA SUBSTITUIDA POR OUTRA JUSTA, EM VEZ DE DEFICIÊNTE É EFICIÊNCIA.
Turma Embratel São Paulo
Turma Embratel Rio
Embratel e IBDD qualificam pessoas com deficiência para o trabalho
A Embratel, uma das maiores empresas de telecomunicações do país, está inovando na inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. Com a parceria do IBDD, a empresa começou este mês a segunda etapa da qualificação para o trabalho de uma turma de 50 pessoas com deficiência no Rio e em São Paulo.
Com essa iniciativa, a Embratel quebra um padrão de comportamento comum em boa parte das empresas de seu porte, que deixam de cumprir a Lei de Cotas sob a alegação de que as pessoas com deficiência não estão qualificadas para o trabalho. "Uma lei existe para ser cumprida, mas quando se acredita na causa, deixa de ser uma obrigação
Turma Embratel São Paulo
Turma Embratel Rio
Embratel e IBDD qualificam pessoas com deficiência para o trabalho
A Embratel, uma das maiores empresas de telecomunicações do país, está inovando na inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. Com a parceria do IBDD, a empresa começou este mês a segunda etapa da qualificação para o trabalho de uma turma de 50 pessoas com deficiência no Rio e em São Paulo.
Com essa iniciativa, a Embratel quebra um padrão de comportamento comum em boa parte das empresas de seu porte, que deixam de cumprir a Lei de Cotas sob a alegação de que as pessoas com deficiência não estão qualificadas para o trabalho. "Uma lei existe para ser cumprida, mas quando se acredita na causa, deixa de ser uma obrigação
quarta-feira, 11 de maio de 2011
CNBB critica decisão do STF e afirma que união entre pessoas do mesmo sexo não pode ser "equiparada à família"
Da Agência Brasil
Em São Paulo
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota hoje (11) sobre a união entre pessoas do mesmo sexo na qual diz que esse tipo de união não pode se equiparar à família. O reconhecimento jurídico da união estável de casais homossexuais foi garantido por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na quinta-feira (5) da semana passada.
“Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos”, diz o comunicado da CNBB, que está reunida em sua 49ª Assembleia-Geral desde quarta-feira (4).
Para os bispos da Igreja Católica no Brasil, a decisão do STF excedeu os limites da “competência” do Poder Judiciário e ameaça a estabilidade da família como instituição. “Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma”.Apesar de defender a união entre casais héteros como única forma de família, a CNBB afirma que não discrimina os homossexuais. “As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana
Em São Paulo
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota hoje (11) sobre a união entre pessoas do mesmo sexo na qual diz que esse tipo de união não pode se equiparar à família. O reconhecimento jurídico da união estável de casais homossexuais foi garantido por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na quinta-feira (5) da semana passada.
“Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos”, diz o comunicado da CNBB, que está reunida em sua 49ª Assembleia-Geral desde quarta-feira (4).
Para os bispos da Igreja Católica no Brasil, a decisão do STF excedeu os limites da “competência” do Poder Judiciário e ameaça a estabilidade da família como instituição. “Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma”.Apesar de defender a união entre casais héteros como única forma de família, a CNBB afirma que não discrimina os homossexuais. “As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana
Células-tronco regeneram tecidos do pulmão
WASHINGTON, Pesquisadores americanos descobriram células-tronco pulmonares que têm um papel crucial na regeneração dos tecidos do pulmão, revela nesta quarta-feira a última edição do New England Journal of Medicine.
Segundo o Dr. Piero Anversa, principal autor do estudo e diretor do Centro de Medicina Regenerativa do Hospital Brigham and Women, em Boston (Massachusetts), a pesquisa revelou pela primera vez uma célula-tronco pulmonar que tem potencial de oferecer aos que sofrem de enfermindades crônicas do pulmão uma opção de tratamento totalmente nova, regenerando e reparando as partes danificadas.
"Estas células pulmonares são capazes de regenerar-se e de formar estruturas biológicas múltiplas do pulmão, como brônquios, alvéolos e vasos", explicou o médico.
Segundo Joseph Loscalzo, médico do hospital Brigham and Women e co-autor do estudo, estas são as primeiras etapas essenciais para se desenvolver tratamentos clínicos para quem sofre de doenças pulmonares contra as quais não existe nenhum tratamento".
O trabalho, financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, destaca que estudos prévios já mostravam que os cientistas eram capazes de criar células usando células-tronco embrionárias, mas essa célula-tronco foi isolada usando amostras cirúrgicas do tecido de um pulmão adulto.
De acordo com Loscalzo, "é preciso fazer pesquisas mais avançadas, mas estamos empolgados com o impacto que essa descoberta pode ter em nossa capacidade de tratamento".
Terapias celulares em doenças pulmonares têm sido estudadas há tempos porque o pulmão é um órgão extremamente complexo, com uma grande variedade de tipos de células que podem ser renovadas em diferentes níveis.
Doenças pulmonares são a terceira maior causa de mortes nos Estados Unidos, após ataques do coração e câncer, de acordo com o NIH. Seja o primeiro a comentar
Segundo o Dr. Piero Anversa, principal autor do estudo e diretor do Centro de Medicina Regenerativa do Hospital Brigham and Women, em Boston (Massachusetts), a pesquisa revelou pela primera vez uma célula-tronco pulmonar que tem potencial de oferecer aos que sofrem de enfermindades crônicas do pulmão uma opção de tratamento totalmente nova, regenerando e reparando as partes danificadas.
"Estas células pulmonares são capazes de regenerar-se e de formar estruturas biológicas múltiplas do pulmão, como brônquios, alvéolos e vasos", explicou o médico.
Segundo Joseph Loscalzo, médico do hospital Brigham and Women e co-autor do estudo, estas são as primeiras etapas essenciais para se desenvolver tratamentos clínicos para quem sofre de doenças pulmonares contra as quais não existe nenhum tratamento".
O trabalho, financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, destaca que estudos prévios já mostravam que os cientistas eram capazes de criar células usando células-tronco embrionárias, mas essa célula-tronco foi isolada usando amostras cirúrgicas do tecido de um pulmão adulto.
De acordo com Loscalzo, "é preciso fazer pesquisas mais avançadas, mas estamos empolgados com o impacto que essa descoberta pode ter em nossa capacidade de tratamento".
Terapias celulares em doenças pulmonares têm sido estudadas há tempos porque o pulmão é um órgão extremamente complexo, com uma grande variedade de tipos de células que podem ser renovadas em diferentes níveis.
Doenças pulmonares são a terceira maior causa de mortes nos Estados Unidos, após ataques do coração e câncer, de acordo com o NIH. Seja o primeiro a comentar
Profecia de terremoto assusta moradores de Roma
Uma profecia divulgada na internet informando sobre um suposto terremoto que destruiria Roma nesta quarta-feira, 11, assustou a população da capital italiana. Milhares de pessoas decidiram abandonar a cidade.
Autoridades e sismólogos pediram calma à população e afirmaram que a profecia, que vem sendo divulgada na internet há meses, não passa de uma “lenda urbana”. A previsão do terremoto teria sido feita pelo astrônomo e sismólogo autodidata Raffaele Bendandi (1893-1979).
De acordo com a profecia, o terremoto seria de forte intensidade e destruiria o Coliseu e a Basília de São Pedro. A imprensa italiana informou que pelo menos 15% dos funcionários públicos pediram dispensa nesta quarta.
O chefe da área de abalos sísmicos e riscos vulcânicos da Defesa Civil afirmou que “Roma não está no centro de uma zona de terremoto” e que “a interação sísmica local é limitada à área de Colli Albani (região vulcânica ao norte de Roma). Mauro Dolce disse ainda que a probabilidade de acontecer um terremoto nesta quarta “é a mesma que daqui a um ano ou 100″.
Autoridades e sismólogos pediram calma à população e afirmaram que a profecia, que vem sendo divulgada na internet há meses, não passa de uma “lenda urbana”. A previsão do terremoto teria sido feita pelo astrônomo e sismólogo autodidata Raffaele Bendandi (1893-1979).
De acordo com a profecia, o terremoto seria de forte intensidade e destruiria o Coliseu e a Basília de São Pedro. A imprensa italiana informou que pelo menos 15% dos funcionários públicos pediram dispensa nesta quarta.
O chefe da área de abalos sísmicos e riscos vulcânicos da Defesa Civil afirmou que “Roma não está no centro de uma zona de terremoto” e que “a interação sísmica local é limitada à área de Colli Albani (região vulcânica ao norte de Roma). Mauro Dolce disse ainda que a probabilidade de acontecer um terremoto nesta quarta “é a mesma que daqui a um ano ou 100″.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
UMA NOVA OPÇÃO
OBRIGADO POR TER CHEGADO NESTE BLOG DO AMARAL, PEÇO QUE VISITE TAMBEM www.somosirmaosemcristo.blogspot.com/, VOCE TERÁ UMA AGRADAVEL E SATISFAÇÃO CONHECER-LO, QUEM PLANTA BOAS SEMENTES, SEM DÚVIDAS SÓ TEM DE COLHER OS BONS FRUTOS.
A origem do Dia das Mães
Todo segundo domingo de maio as famílias se reúnem para festejar um único membro – a mãe. É dia de almoço especial e presentes, mas muitos não sabem a origem desta tradição. No Brasil, o segundo domingo de maio foi oficializado como o “Dia das Mães” com um decreto do então presidente Getúlio Vargas. Mas é na mitologia que se encontra o primeiro registro de um dia separado para homenagem das mães.
Na entrada da primavera, acontecia o festejo de Rhea, conhecida como a Mãe dos Deuses, justamente por ser a mãe da maior parte dos deuses de primeira grandeza e, claro, de Zeus. Em Roma, a deusa foi conhecida pelo nome de Cibele e os festejos a ela duravam três dias, entre 15 e 18 de maio.
No mundo, a comemoração foi registrada pela primeira vez no século XVII, na Inglaterra, onde era realizada no quarto domingo do mês de maio a Quaresma das mães, o Mothering Day. As operárias ganhavam o dia de folga para preparar para suas mães o “mothering cake”, bolo que marcava a festividade. No século XIX, a compositora Júlia Ward Howe, autora de “O Hino de Batalha da República”, tentou importar a comemoração da Inglaterra para os Estados Unidos, mas foi somente em 1905 que o país aderiu à tradição.
Após a morte da mãe da americana Ana Jarvis, para aliviar o sofrimento dela, suas amigas começaram a preparar uma festa que perpetuasse a memória de sua mãe. Ana quis que a homenagem fosse extendida a todas as mães, vivas ou mortas. Sua ideia era que os laços familiares e o respeito aos pais fossem fortalecidos. A campanha para que o dia fosse instituído no calendário de datas comemorativas do estado de Virgínia Ocidental, onde Ana morava, durou três anos e a primeira celebração oficial aconteceu em 26 de abril de 1910.
Em 1914, o então presidente dos Estados unidos Woodrow Wilson estabeleceu o Dia Nacional das Mães, a ser comemorado em todo segundo domingo de maio. Em um curto espaço de tempo, mais de 40 países aderiram à data comemorativa. A americana também foi responsável pelo fato de os cravos se tornarem a simbologia dessa data. Na primeira missa em homenagem às mães, Anna enviou 500 cravos brancos para a igreja onde a celebração foi realizada. No telegrama enviado junto, ela dizia que as mães deveriam receber duas das flores, porque para Anna a brancura dos cravos simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Nos anos que se seguiram, a americana continuou enviando as flores para a igreja. Depois de algum tempo os cravos passaram a ser vendidos.
O primeiro Dia das Mães no Brasil foi realizado em Porto Alegre pela Associação Cristã de Moços, no dia 12 de maio de 1918, e só foi instituído como data comemorativa em 1932. A Igreja Católica brasileira incorporou o dia ao seu calendário oficial em 1947.
Dia das Mães no Mundo:
2º domingo de fevereiro – Noruega
1º domingo de maio – África do Sul
2º domingo de maio – Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica
10 de maio – México
4º domingo da Quaresma – Inglaterra
Último domingo de maio – Suécia
2º domingo de outubro – Argentina
1º domingo de maio – Portugal
2 semanas antes do Natal – Iugoslávia
por: Danielle Bezerra - Compartilhe
Na entrada da primavera, acontecia o festejo de Rhea, conhecida como a Mãe dos Deuses, justamente por ser a mãe da maior parte dos deuses de primeira grandeza e, claro, de Zeus. Em Roma, a deusa foi conhecida pelo nome de Cibele e os festejos a ela duravam três dias, entre 15 e 18 de maio.
No mundo, a comemoração foi registrada pela primeira vez no século XVII, na Inglaterra, onde era realizada no quarto domingo do mês de maio a Quaresma das mães, o Mothering Day. As operárias ganhavam o dia de folga para preparar para suas mães o “mothering cake”, bolo que marcava a festividade. No século XIX, a compositora Júlia Ward Howe, autora de “O Hino de Batalha da República”, tentou importar a comemoração da Inglaterra para os Estados Unidos, mas foi somente em 1905 que o país aderiu à tradição.
Após a morte da mãe da americana Ana Jarvis, para aliviar o sofrimento dela, suas amigas começaram a preparar uma festa que perpetuasse a memória de sua mãe. Ana quis que a homenagem fosse extendida a todas as mães, vivas ou mortas. Sua ideia era que os laços familiares e o respeito aos pais fossem fortalecidos. A campanha para que o dia fosse instituído no calendário de datas comemorativas do estado de Virgínia Ocidental, onde Ana morava, durou três anos e a primeira celebração oficial aconteceu em 26 de abril de 1910.
Em 1914, o então presidente dos Estados unidos Woodrow Wilson estabeleceu o Dia Nacional das Mães, a ser comemorado em todo segundo domingo de maio. Em um curto espaço de tempo, mais de 40 países aderiram à data comemorativa. A americana também foi responsável pelo fato de os cravos se tornarem a simbologia dessa data. Na primeira missa em homenagem às mães, Anna enviou 500 cravos brancos para a igreja onde a celebração foi realizada. No telegrama enviado junto, ela dizia que as mães deveriam receber duas das flores, porque para Anna a brancura dos cravos simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Nos anos que se seguiram, a americana continuou enviando as flores para a igreja. Depois de algum tempo os cravos passaram a ser vendidos.
O primeiro Dia das Mães no Brasil foi realizado em Porto Alegre pela Associação Cristã de Moços, no dia 12 de maio de 1918, e só foi instituído como data comemorativa em 1932. A Igreja Católica brasileira incorporou o dia ao seu calendário oficial em 1947.
Dia das Mães no Mundo:
2º domingo de fevereiro – Noruega
1º domingo de maio – África do Sul
2º domingo de maio – Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica
10 de maio – México
4º domingo da Quaresma – Inglaterra
Último domingo de maio – Suécia
2º domingo de outubro – Argentina
1º domingo de maio – Portugal
2 semanas antes do Natal – Iugoslávia
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IBDD e Firjan treinam deficientes intelectuais para o mercado de trabalho
edição nº 157
06/05/2011
IBDD e Firjan treinam deficientes intelectuais para o mercado de trabalho.
O IBDD e a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) formaram, na última quinta-feira dia 5, a quinta turma de pessoas com deficiência intelectual para o mercado de trabalho. É o projeto inSERir da Firjan que, em parceria com o IBDD, já formou e treinou 22 pessoas desde 2005.
A idéiia da Firjan é ser um exemplo de inclusão social para o empresariado, provando que o deficiente intelectual é capaz de desempenhar funções profissionais, como todo e qualquer trabalhador. Das 22 pessoas treinadas até agora, 10 foram absorvidas pelo mercado de trabalho, sendo 6 pelas unidades do Sesi e Senai no Rio e em São Gonçalo.
"O Sistema Firjan quer mostrar para os empresários que os deficientes intelectuais podem ser produtivos se tiverem a oportunidade de serem capacitados como nós estamos fazendo junto com o IBDD", afirma Karla Viana, coordenadora do projeto."Para nós do IBDD é uma alegria ter uma Federação de indústrias como parceira nesse projeto, que deve servir como exemplo para romper com o preconceito dos empresários em relação à capacidade profissional dos deficientes", comemora Teresa Costa d'Amaral, superintendente do IBDD.
O IBDD seleciona as pessoas com deficiência intelectual para o projeto da Firjan com base no seu banco de cadastros com mais de 40 mil pessoas em todo o Brasil. Depois de entrevistas de avaliação, elas são encaminhadas e treinadas diretamente pela Firjan durante seis meses nas funções de contínuo, office-boy e expedição de documentos, entre outras. Ao final do período de treinamento, elas são contratadas pela própria Federação ou encaminhadas para outras empresas.
Na cerimônia da última quinta-feira, cinco alunos receberam o certificado de conclusão do curso-treinamento entregue pela diretora regional do Senai e superintendente do Sesi, Maria Lúcia Telles, e pela superintendente do IBDD, Teresa d'Amaral: Fernanda Reis de Souza, Daniel Santos de Araújo, Daniela Cruz Lobo, Joana Meyer e Thiago Pereira da Silva.
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e-mail: informativo@ibdd.org.br
www.ibdd.org.br
06/05/2011
IBDD e Firjan treinam deficientes intelectuais para o mercado de trabalho.
O IBDD e a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) formaram, na última quinta-feira dia 5, a quinta turma de pessoas com deficiência intelectual para o mercado de trabalho. É o projeto inSERir da Firjan que, em parceria com o IBDD, já formou e treinou 22 pessoas desde 2005.
A idéiia da Firjan é ser um exemplo de inclusão social para o empresariado, provando que o deficiente intelectual é capaz de desempenhar funções profissionais, como todo e qualquer trabalhador. Das 22 pessoas treinadas até agora, 10 foram absorvidas pelo mercado de trabalho, sendo 6 pelas unidades do Sesi e Senai no Rio e em São Gonçalo.
"O Sistema Firjan quer mostrar para os empresários que os deficientes intelectuais podem ser produtivos se tiverem a oportunidade de serem capacitados como nós estamos fazendo junto com o IBDD", afirma Karla Viana, coordenadora do projeto."Para nós do IBDD é uma alegria ter uma Federação de indústrias como parceira nesse projeto, que deve servir como exemplo para romper com o preconceito dos empresários em relação à capacidade profissional dos deficientes", comemora Teresa Costa d'Amaral, superintendente do IBDD.
O IBDD seleciona as pessoas com deficiência intelectual para o projeto da Firjan com base no seu banco de cadastros com mais de 40 mil pessoas em todo o Brasil. Depois de entrevistas de avaliação, elas são encaminhadas e treinadas diretamente pela Firjan durante seis meses nas funções de contínuo, office-boy e expedição de documentos, entre outras. Ao final do período de treinamento, elas são contratadas pela própria Federação ou encaminhadas para outras empresas.
Na cerimônia da última quinta-feira, cinco alunos receberam o certificado de conclusão do curso-treinamento entregue pela diretora regional do Senai e superintendente do Sesi, Maria Lúcia Telles, e pela superintendente do IBDD, Teresa d'Amaral: Fernanda Reis de Souza, Daniel Santos de Araújo, Daniela Cruz Lobo, Joana Meyer e Thiago Pereira da Silva.
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e-mail: informativo@ibdd.org.br
www.ibdd.org.br
domingo, 8 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
DIA DAS MÃES, UM OLHAR DE DEUS A CADA MÃE, ELE SABE COMO TRATÁ-LA
TENHAM A MAIOR FELICIDADE DO MUNDO FILHOS (AS)
NA TRISTEZA OU ALEGRIA O QUE VALE É COMPARTILHAR E DIZER QUE O AMOR É INFINITO
sexta-feira, 6 de maio de 2011
STF reconhece união homossexual estável
Após dois dias de julgamento, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu a favor de duas ações que pediam o reconhecimento legal da união entre pessoas do mesmo sexo.
TODOS TEM DIREITO DE VIVER DE FORMA QUE QUIZER, O QUE VIRÁ NO FUTURO? SÓ A BIBLIA PODE NOS FALAR ATÉ POR QUE É O LIVRO MAIS LIDO NO MUNDO E QUE NÃO PODE FALTAR NA BIBLIOTECA GERAL.
TODOS TEM DIREITO DE VIVER DE FORMA QUE QUIZER, O QUE VIRÁ NO FUTURO? SÓ A BIBLIA PODE NOS FALAR ATÉ POR QUE É O LIVRO MAIS LIDO NO MUNDO E QUE NÃO PODE FALTAR NA BIBLIOTECA GERAL.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
.AS ALEGRIAS DE UM APOSENTADO
Quem tem uma vida de trabalho, sabe o que vale uma aposentadoria.
D:João Baptista Herkenhoff
Nem todas as pessoas reagem da mesma forma diante da aposentadoria. Alguns celebram este fato com alegria, o que me parece muito salutar. Outros recebem a aposentadoria como epílogo, com um certo sofrimento, atitude que não é de forma alguma aconselhável. De minha parte tive um sentimento de vazio quando me aposentei de todo. Senti-me desprovido de uma identidade profissional. Depois superei este sentimento, como vou contar nesta página.
Ao preencher a ficha de um hotel, em Santa Catarina, diante do ítem profissão, acudiu-me a dúvida. Que profissão vou colocar aqui? Juiz aposentado, professor aposentado? Isto não é profissão. A condição de aposentado não desmerece ninguém. Pelo contrario, é muito honroso conquistar uma aposentadoria após décadas de trabalho. Contudo, a situação de aposentado não define uma profissão.
Instantaneamente veio a inspiração e escrevi: Professor itinerante. Não que já fosse realmente um professor itinerante, mas aquela auto-constatação traçou para mim um roteiro pós-aposentadoria: eu seria um professor itinerante.
É isso que tenho sido. Ando a rodar pelo meu Estado e pelo Brasil ministrando seminários e proferindo palestras. Nessa minha itinerância percorri todos os Estados brasileiros, exceto Tocantins e Amapá.
Os temas mais frequentes dos seminários têm sido: Hermenêutica Jurídica e Ética das profissões jurídicas. As palestras isoladas têm abrangido um leque mais vasto de assuntos.
Se o aposentado sentir-se feliz, sorvendo simplesmente a aposentadoria, essa atitude não merece qualquer reparo. Ele fez jus ao que se chama ócio com dignidade (otium cum dignitate).
O pedagogo tcheco Comenius ensina:
“No ócio, paramos para pensar. Ou seja, no ócio paramos externamente para correr no labirinto do autoconhecimento, para investigar nossa condição de seres humanos. Não se trata de passar o tempo, de perder o tempo, mas de penetrar no tempo (no instante eterno) para mergulhar no essencial. Não é tempo perdido, é sagrado e consagrado. Tempo humanizador.”
Usei o verbo no presente do indicativo – Comenius ensina, e não no passado – Comenius ensinou, embora se trate de um escritor morto, porque a sabedoria não morre.
Se quem se aposentou pode desfrutar da aposentadoria serenamente e com espírito livre, numa situação inversa haveremos de ponderar que a aposentadoria não tem de, necessariamente, marcar um encerramento de atividades.
É também saudável continuar trabalhando se essa atividade suplementar traz alegria. O aposentado tem experiência e pode transmitir experiência, o que resulta num benefício para a sociedade.
Triste é constatar que, em algumas situações, a aposentadoria é insuficiente para os gastos da pessoa e de sua família obrigando o aposentado a trabalhar para complementar o parco benefício que lhe é pago. Nestas hipóteses, estamos diante de uma injustiça, de um grande desrespeito ao valor do trabalho e à dignidade da pessoa humana.
Os pífios proventos, que castigam algumas categorias de aposentados, atentam contra a Constituição Federal, pois que esta assegura aos aposentados em geral a irredutibilidade do valor dos benefícios (art. 194, parágrafo único, inciso IV). Sempre que se aumenta a diferença entre o que ganham ativos e inativos agride-se a Constituição na sua letra e no seu espírito. Se nos socorrem os princípios de Justiça Social que alimentam a Constituição, jamais a Administração discriminará o aposentado, mormente no que se refere a proventos. Se alguma diferença devesse ser estabelecida entre ativos e inativos seria para aquinhoar com favorecimento os inativos, uma vez que a idade provecta cria gastos com saúde que normalmente não alcançam os servidores mais jovens.
No meu caso não continuei trabalhando para suplementar renda, mas sim para atender um apelo existencial.
Gosto de viajar, não tenho medo de avião, alegra-me conhecer lugares e pessoas, minha mulher também gosta e aí vamos nós, dois aposentados, desbravando o Brasil.
João Baptista Herkenhoff, 74 anos, Professor da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha (ES), palestrante Brasil afora e escritor. Autor do livro Dilemas de um juiz – a aventura obrigatória (Editora GZ, Rio de Janeiro). E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br Homepage: www.jbherkenhoff.com.br
P. S. – É livre a divulgação deste texto, por qualquer meio ou veículo.
D:João Baptista Herkenhoff
Nem todas as pessoas reagem da mesma forma diante da aposentadoria. Alguns celebram este fato com alegria, o que me parece muito salutar. Outros recebem a aposentadoria como epílogo, com um certo sofrimento, atitude que não é de forma alguma aconselhável. De minha parte tive um sentimento de vazio quando me aposentei de todo. Senti-me desprovido de uma identidade profissional. Depois superei este sentimento, como vou contar nesta página.
Ao preencher a ficha de um hotel, em Santa Catarina, diante do ítem profissão, acudiu-me a dúvida. Que profissão vou colocar aqui? Juiz aposentado, professor aposentado? Isto não é profissão. A condição de aposentado não desmerece ninguém. Pelo contrario, é muito honroso conquistar uma aposentadoria após décadas de trabalho. Contudo, a situação de aposentado não define uma profissão.
Instantaneamente veio a inspiração e escrevi: Professor itinerante. Não que já fosse realmente um professor itinerante, mas aquela auto-constatação traçou para mim um roteiro pós-aposentadoria: eu seria um professor itinerante.
É isso que tenho sido. Ando a rodar pelo meu Estado e pelo Brasil ministrando seminários e proferindo palestras. Nessa minha itinerância percorri todos os Estados brasileiros, exceto Tocantins e Amapá.
Os temas mais frequentes dos seminários têm sido: Hermenêutica Jurídica e Ética das profissões jurídicas. As palestras isoladas têm abrangido um leque mais vasto de assuntos.
Se o aposentado sentir-se feliz, sorvendo simplesmente a aposentadoria, essa atitude não merece qualquer reparo. Ele fez jus ao que se chama ócio com dignidade (otium cum dignitate).
O pedagogo tcheco Comenius ensina:
“No ócio, paramos para pensar. Ou seja, no ócio paramos externamente para correr no labirinto do autoconhecimento, para investigar nossa condição de seres humanos. Não se trata de passar o tempo, de perder o tempo, mas de penetrar no tempo (no instante eterno) para mergulhar no essencial. Não é tempo perdido, é sagrado e consagrado. Tempo humanizador.”
Usei o verbo no presente do indicativo – Comenius ensina, e não no passado – Comenius ensinou, embora se trate de um escritor morto, porque a sabedoria não morre.
Se quem se aposentou pode desfrutar da aposentadoria serenamente e com espírito livre, numa situação inversa haveremos de ponderar que a aposentadoria não tem de, necessariamente, marcar um encerramento de atividades.
É também saudável continuar trabalhando se essa atividade suplementar traz alegria. O aposentado tem experiência e pode transmitir experiência, o que resulta num benefício para a sociedade.
Triste é constatar que, em algumas situações, a aposentadoria é insuficiente para os gastos da pessoa e de sua família obrigando o aposentado a trabalhar para complementar o parco benefício que lhe é pago. Nestas hipóteses, estamos diante de uma injustiça, de um grande desrespeito ao valor do trabalho e à dignidade da pessoa humana.
Os pífios proventos, que castigam algumas categorias de aposentados, atentam contra a Constituição Federal, pois que esta assegura aos aposentados em geral a irredutibilidade do valor dos benefícios (art. 194, parágrafo único, inciso IV). Sempre que se aumenta a diferença entre o que ganham ativos e inativos agride-se a Constituição na sua letra e no seu espírito. Se nos socorrem os princípios de Justiça Social que alimentam a Constituição, jamais a Administração discriminará o aposentado, mormente no que se refere a proventos. Se alguma diferença devesse ser estabelecida entre ativos e inativos seria para aquinhoar com favorecimento os inativos, uma vez que a idade provecta cria gastos com saúde que normalmente não alcançam os servidores mais jovens.
No meu caso não continuei trabalhando para suplementar renda, mas sim para atender um apelo existencial.
Gosto de viajar, não tenho medo de avião, alegra-me conhecer lugares e pessoas, minha mulher também gosta e aí vamos nós, dois aposentados, desbravando o Brasil.
João Baptista Herkenhoff, 74 anos, Professor da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha (ES), palestrante Brasil afora e escritor. Autor do livro Dilemas de um juiz – a aventura obrigatória (Editora GZ, Rio de Janeiro). E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br Homepage: www.jbherkenhoff.com.br
P. S. – É livre a divulgação deste texto, por qualquer meio ou veículo.
PODEMOS ATÉ PERDER O JOGO.
O nosso futebol as vezes ficamos sem entender o que passa nas cabeças dos jogadores e treinadores, fica para cada um responder até por que no Brasil todos são técnicos. O fluminense jogou podendo até perder com diferença de um gol para garantir sua classificação, mas será que a equipe esqueceu e foram jogar achando que deveriam era perder por quaisquer diferençã o jogo e a equipe ser classificada?
quarta-feira, 4 de maio de 2011
IMPORTANTE SABER O QUE SOMOS
Trabalho e vida por
João Baptista Herkenhoff
A obrigação de escrever para jornal, na batida do martelo, oferece uma grande dificuldade, que é a escolha do tema.
Primeira inspiração que tive desta vez foi expressar que estou saturado de burocracia. Comecei estimando a carga de burocracia que tive de aguentar no decurso da existência: a) reconhecimento de firmas e xerox de documentos, em cartório - 1.400; b) prova de que eu sou eu, não sou outro - 300; c) prova de que estou vivo (felizmente estou vivo), não estou morto - 400; d) prova de que tenho idoneidade moral e não respondo a processo criminal - 250; e) prova de residência - 500; f) prova de que sou casado e brasileiro - 200; g) prova de que nada devo ao fisco - 800; h) prova de que não sofro de moléstia contagiosa e de que sou vacinado - 150; i) prova de inscrição na OAB - 100; j) prova de que, depois de tanta burocracia, ainda sou capaz de pensar e escrever, ou seja, não fiquei maluco (esta prova ainda não foi exigida mas, por segurança, arrolei).
Depois de reviver os percalços do labirinto burocrático, fiquei cansado e decidi transferir a redação do artigo para o dia seguinte. Mas no dia seguinte, sábado passado, avaliei que o artigo não ficaria bom. Tinha de partir para outro.
Algumas vezes tenho me valido de datas comemorativas, ou de fatos acontecidos nas proximidades do artigo, para comparecer com meu texto. Essa colaboração, a que estou me referindo, apareceria entre o Dia do Trabalho e o Dia das Mães. Na ausência de fato, a meu juízo, merecedor de interesse público, na segunda quinzena de abril, Trabalho e Maternidade, temas bonitos, eram as balizas que estavam colocadas. Cumpria levar avante a tarefa.
Como iria exaltar o trabalho?
Meditei que a erradicação da pobreza e da marginalização, como previsto na Constituição, é objetivo prioritário dentro de um projeto de Brasil orientado por uma política humanista. Refleti que a Constituição não será cumprida se não se realizarem as condições do humanismo existencial. Como esse humanismo pode presidir nossos destinos? Será indispensável garantir trabalho para todos os brasileiros, fazer do "direito ao emprego" o fundamento da organização social. E mais: assegurar aos trabalhadores os direitos que lhes pertencem, por imposição constitucional e ética.
Esses parágrafos esgotavam o primeiro item do projeto de artigo.
Agora teria de enfrentar a parte mais delicada do texto: a exaltação da Maternidade.
A Mãe é a sede da vida, seja da vida biológica (mãe sanguinea), seja da vida espiritual e afetiva (mãe adotiva).
Exaltar a maternidade é antes de tudo exaltar a vida. É reconhecer, não apenas o direito de nascer, mas também o de viver em plenitude. É proclamar o direito à vida nas mais diversas circunstâncias. Tem valor a vida do que está prestes a se apagar. Vale infinitamente esse pouco de vida porque a vida vale infinitamente. Vale a vida de quem, na aparência, não integraria a sinfonia do Cosmos, atingido por doença que estabeleça uma ruptura de diálogo com o mundo. Vale essa vida como desafio para que com ela nos encontremos.
Em reverência à vida, não podemos concordar com a fome, as exclusões, os holocaustos nacionais ou raciais, o armamentismo, a guerra, a violência em todas as suas formas, a pena de morte.
Puxa vida. Raciocinando sobre o artigo que escreveria, não é que acabei escrevendo o artigo…
João Baptista Herkenhoff é magistrado aposentado, professor da Faculdade Estácio de Vila Velha (ES) e escritor. Autor de Dilemas de um juiz – a aventura obrigatória (Editora GZ, Rio).
E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br
Homepage: www.jbherkenhoff.com.br
João Baptista Herkenhoff
A obrigação de escrever para jornal, na batida do martelo, oferece uma grande dificuldade, que é a escolha do tema.
Primeira inspiração que tive desta vez foi expressar que estou saturado de burocracia. Comecei estimando a carga de burocracia que tive de aguentar no decurso da existência: a) reconhecimento de firmas e xerox de documentos, em cartório - 1.400; b) prova de que eu sou eu, não sou outro - 300; c) prova de que estou vivo (felizmente estou vivo), não estou morto - 400; d) prova de que tenho idoneidade moral e não respondo a processo criminal - 250; e) prova de residência - 500; f) prova de que sou casado e brasileiro - 200; g) prova de que nada devo ao fisco - 800; h) prova de que não sofro de moléstia contagiosa e de que sou vacinado - 150; i) prova de inscrição na OAB - 100; j) prova de que, depois de tanta burocracia, ainda sou capaz de pensar e escrever, ou seja, não fiquei maluco (esta prova ainda não foi exigida mas, por segurança, arrolei).
Depois de reviver os percalços do labirinto burocrático, fiquei cansado e decidi transferir a redação do artigo para o dia seguinte. Mas no dia seguinte, sábado passado, avaliei que o artigo não ficaria bom. Tinha de partir para outro.
Algumas vezes tenho me valido de datas comemorativas, ou de fatos acontecidos nas proximidades do artigo, para comparecer com meu texto. Essa colaboração, a que estou me referindo, apareceria entre o Dia do Trabalho e o Dia das Mães. Na ausência de fato, a meu juízo, merecedor de interesse público, na segunda quinzena de abril, Trabalho e Maternidade, temas bonitos, eram as balizas que estavam colocadas. Cumpria levar avante a tarefa.
Como iria exaltar o trabalho?
Meditei que a erradicação da pobreza e da marginalização, como previsto na Constituição, é objetivo prioritário dentro de um projeto de Brasil orientado por uma política humanista. Refleti que a Constituição não será cumprida se não se realizarem as condições do humanismo existencial. Como esse humanismo pode presidir nossos destinos? Será indispensável garantir trabalho para todos os brasileiros, fazer do "direito ao emprego" o fundamento da organização social. E mais: assegurar aos trabalhadores os direitos que lhes pertencem, por imposição constitucional e ética.
Esses parágrafos esgotavam o primeiro item do projeto de artigo.
Agora teria de enfrentar a parte mais delicada do texto: a exaltação da Maternidade.
A Mãe é a sede da vida, seja da vida biológica (mãe sanguinea), seja da vida espiritual e afetiva (mãe adotiva).
Exaltar a maternidade é antes de tudo exaltar a vida. É reconhecer, não apenas o direito de nascer, mas também o de viver em plenitude. É proclamar o direito à vida nas mais diversas circunstâncias. Tem valor a vida do que está prestes a se apagar. Vale infinitamente esse pouco de vida porque a vida vale infinitamente. Vale a vida de quem, na aparência, não integraria a sinfonia do Cosmos, atingido por doença que estabeleça uma ruptura de diálogo com o mundo. Vale essa vida como desafio para que com ela nos encontremos.
Em reverência à vida, não podemos concordar com a fome, as exclusões, os holocaustos nacionais ou raciais, o armamentismo, a guerra, a violência em todas as suas formas, a pena de morte.
Puxa vida. Raciocinando sobre o artigo que escreveria, não é que acabei escrevendo o artigo…
João Baptista Herkenhoff é magistrado aposentado, professor da Faculdade Estácio de Vila Velha (ES) e escritor. Autor de Dilemas de um juiz – a aventura obrigatória (Editora GZ, Rio).
E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br
Homepage: www.jbherkenhoff.com.br
Carga horária escolar pode aumentar em 160 horas
A carga horária mínima escolar para os ensinos infantil, fundamental e médio no Brasil pode aumentar de 800 para 960 horas anuais. A Comissão de Educação do Senado aprovou nesta terça-feira, 3, o projeto de lei que muda a carga horária. Em caráter terminativo, a matéria segue agora para apreciação da Câmara dos Deputados.
Relator do projeto, o deputado Cyro Miranda (PSDB-GO), determinou que as mudanças só entram em vigor, caso aprovadas, dois anos após sua publicação no Diário Oficial da União, permitindo que as escolas tenham tempo para se adaptar. As 160 horas adicionais devem ser distribuídas pelo período de 200 dias do ano letivo, excluindo os dias dos exames finais, quando estes existirem. Portanto, a carga horária diária final aumentará em 40 minutos.
Uma vez aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidente Dilma Rousseff, a nova carga horária passaria a ser obrigatória em todas as escolas brasileiras a partir de 1º de janeiro de 2013.
Reprovação por falta
Também nesta terça-feira, 3, a comissão aprovou um projeto de lei que aumenta de 75% para 80% a frequência mínima para aprovação de estudantes no ensino fundamental. O atestado médico, no caso de afastamento por problemas de saúde, continua garantindo o direito de fazer provas em segunda chamada, mas não abona as faltas imputadas. A proposta também segue para apreciação da Câmara dos Deputados.
Fontes: R7 - Senado aprova lei que aumenta carga horária nas escolas
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Relator do projeto, o deputado Cyro Miranda (PSDB-GO), determinou que as mudanças só entram em vigor, caso aprovadas, dois anos após sua publicação no Diário Oficial da União, permitindo que as escolas tenham tempo para se adaptar. As 160 horas adicionais devem ser distribuídas pelo período de 200 dias do ano letivo, excluindo os dias dos exames finais, quando estes existirem. Portanto, a carga horária diária final aumentará em 40 minutos.
Uma vez aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidente Dilma Rousseff, a nova carga horária passaria a ser obrigatória em todas as escolas brasileiras a partir de 1º de janeiro de 2013.
Reprovação por falta
Também nesta terça-feira, 3, a comissão aprovou um projeto de lei que aumenta de 75% para 80% a frequência mínima para aprovação de estudantes no ensino fundamental. O atestado médico, no caso de afastamento por problemas de saúde, continua garantindo o direito de fazer provas em segunda chamada, mas não abona as faltas imputadas. A proposta também segue para apreciação da Câmara dos Deputados.
Fontes: R7 - Senado aprova lei que aumenta carga horária nas escolas
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
NÃO DEVEMOS NUNCA ESQUECER.
edição nº 156
Sitema que ajuda deficiente visual a pegar ônibus sozinho falha em teste de lançamento.
O teste de lançamento do projeto piloto "Mobilidade para Pessoas com Deficiência Visual" da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência em parceria com a Fetranspor e Rio Ônibus, transformou a esperança de independência na locomoção das pessoas com deficiência visual em frustração.
O evento, programado para o Aterro do Flamengo, na última terça-feira, com almoço para os convidados no restaurante Porcão Rio's, incluía uma demonstraçãoo do aparelho desenvolvido para conectar o deficiente visual ao ônibus através de sinal de rádio. A tecnologia já é aplicada em outros estados e envolveu, na fase de desenvolvimento no Rio, consulta a seis deficientes visuais - três cegos e três pessoas com baixa visão.
O sistema funciona com um transmissor portátil onde o deficiente programa a linha de ônibus desejada. Só uma linha pode ser escolhida, limitando as opções e aumentando o tempo de espera no ponto. Quando o ônibus se aproxima, um sinal de alerta é transmitido para o motorista, num aparelho receptor, de que há um deficiente visual esperando. Um alto-falante, no próprio ônibus, anuncia o número da linha para chamar a atenção do deficiente.
Na hora da demonstração, os deficientes visuais "consultores" do projeto, presentes ao evento, foram chamados para testar a nova tecnologia. Mas sequer receberam os novos aparelhos, como estava programado. Apenas um técnico da Fetranspor acionou o aviso sonoro que anuncia a linha do ônibus. Sem que o teste fosse realizado pelos deficientes visuais, a secretária Isabel Gimenes deu seguimento ao evento, perguntando se os convidados tinham dúvidas sobre o sistema.
Os deficientes visuais saíram do evento com a sensação de frustração com o projeto e sem data agendada para receberem os aparelhos que lhes foram prometidos. A incerteza aumenta com a indefinição sobre se os aparelhos a serem distribuídos para os deficientes visuais terão algum custo ou serão gratuitos.
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e-mail: informativo@ibdd.org.br
www.ibdd.org.br
Sitema que ajuda deficiente visual a pegar ônibus sozinho falha em teste de lançamento.
O teste de lançamento do projeto piloto "Mobilidade para Pessoas com Deficiência Visual" da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência em parceria com a Fetranspor e Rio Ônibus, transformou a esperança de independência na locomoção das pessoas com deficiência visual em frustração.
O evento, programado para o Aterro do Flamengo, na última terça-feira, com almoço para os convidados no restaurante Porcão Rio's, incluía uma demonstraçãoo do aparelho desenvolvido para conectar o deficiente visual ao ônibus através de sinal de rádio. A tecnologia já é aplicada em outros estados e envolveu, na fase de desenvolvimento no Rio, consulta a seis deficientes visuais - três cegos e três pessoas com baixa visão.
O sistema funciona com um transmissor portátil onde o deficiente programa a linha de ônibus desejada. Só uma linha pode ser escolhida, limitando as opções e aumentando o tempo de espera no ponto. Quando o ônibus se aproxima, um sinal de alerta é transmitido para o motorista, num aparelho receptor, de que há um deficiente visual esperando. Um alto-falante, no próprio ônibus, anuncia o número da linha para chamar a atenção do deficiente.
Na hora da demonstração, os deficientes visuais "consultores" do projeto, presentes ao evento, foram chamados para testar a nova tecnologia. Mas sequer receberam os novos aparelhos, como estava programado. Apenas um técnico da Fetranspor acionou o aviso sonoro que anuncia a linha do ônibus. Sem que o teste fosse realizado pelos deficientes visuais, a secretária Isabel Gimenes deu seguimento ao evento, perguntando se os convidados tinham dúvidas sobre o sistema.
Os deficientes visuais saíram do evento com a sensação de frustração com o projeto e sem data agendada para receberem os aparelhos que lhes foram prometidos. A incerteza aumenta com a indefinição sobre se os aparelhos a serem distribuídos para os deficientes visuais terão algum custo ou serão gratuitos.
Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência
e-mail: informativo@ibdd.org.br
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domingo, 1 de maio de 2011
NÃO DEVEMOS NUNCA ESQUECER,.DIA DO TRABALHO OU DA MIMÓRIA
Deus nos deu uma mente perfeita para que nos devemos sempre está ligado com ele, por isso nunca devemos nos esquecer da sua maior importancia em nossas vidas, por tudo que somos e temos, motivo para sempre agradecer, não importa sua situação, só precisa saber por que está assim. Lembre-se que hoje já temos a capacidade de ver os planetas por intermédio de aparelhos, pense agora, se eu vejo o planeta que antes não tinha a noção de sua dimensão, é cláro que para Deus ele ver o que jamais eu conseguirá ver, por isso devemos fazer sempre o bem para Deus está olhando e aprovando. O que você quer que Deus aprove de suas atitudes?.O trabalho faz parte da nossa vida, principalmente quando vivemos dele dignamente.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Problemas renais podem causar doença cardíaca
Atualmente, cerca de 20 milhões de pessoas morrem em todo o mundo por doenças ligadas ao coração e 500 milhões sofrem de problemas renais, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, estima-se que mais de 10 milhões de brasileiros apresentem algum grau de disfunção renal, o que contribui consideravelmente para a evolução de doenças cardiovasculares.
As doenças do coração são muito frequentes e quando associadas às doenças renais podem ter evolução mais rápida e de difícil controle. A doença renal crônica pode provocar anemia, causar descontrole dos níveis de colesterol e triglicerídeos e dificultar o controle da pressão arterial. Além disso, pode acelerar o processo de aterosclerose, causando calcificação e formação de placas gordurosas nas artérias coronarianas e artérias cerebrais, podendo levar a infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC).
“Doenças cardíacas e doenças renais se encontram associadas em muitos pacientes, pois os problemas renais facilitam o desenvolvimento de doenças cardíacas e agravam a sua evolução, enquanto que as doenças cardíacas, por sua vez, também podem facilitar o surgimento de problemas renais, muitas vezes graves e irreversíveis. Os médicos envolvidos na assistência a estes pacientes sempre estão atentos para a detecção precoce destas complicações” explica o cardiologista, Dr. Alex Felix, do Lâmina Medicina Diagnóstica / Dasa.
Campanhas vem sendo realizadas para alertar a população sobre os aspectos e potenciais riscos destas doenças, com enfoque especial na sua prevenção, como a realizada no ultimo Dia Mundial do Rim, em 10 de marco deste ano, quando a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) lançou a campanha “Proteja seus rins, salve seu coração” com ações de conscientização em todo o pais.
“Existem medidas simples e eficazes para a prevenção de ambas as doenças, como por exemplo: o controle adequado da pressão arterial, a adoção de hábitos de vida saudável, como dieta equilibrada, exercícios regulares e combate a obesidade. Reduzir o consumo de sal, não fumar, realizar controle adequado do colesterol e do diabetes, também é de grande importância. Estas medidas devem sempre ser coordenadas através de acompanhamento médico regular, possibilitando também a avaliação periódica de outros fatores de risco e a realização de exames laboratoriais de rotina, como por exemplo a dosagem de uréia e creatinina no sangue, permitindo a detecção precoce de alterações da função renal” diz Dr. Felix.
Exames simples e de baixo custo, como a dosagem de uréia e creatinina no sangue, são ferramentas extremamente úteis para o diagnóstico precoce das alterações da função renal. Alterações mais sutis da função renal podem ser avaliadas com exame de urina de 24 horas, para determinação do clearence de creatinina, que possibilita determinar quantitativamente a função dos rins. É importante também a avaliação de outros fatores de risco cardiovascular, como a dosagem de índices de colesterol, triglicerídeos, ácido úrico, glicose e hemoglobina glicada, além da realização de exames de imagem, como ultrassonografia dos rins, ecocardiograma e eletrocardiograma, para uma avaliação completa dos sistemas cardiovascular e renal.
As doenças do coração são muito frequentes e quando associadas às doenças renais podem ter evolução mais rápida e de difícil controle. A doença renal crônica pode provocar anemia, causar descontrole dos níveis de colesterol e triglicerídeos e dificultar o controle da pressão arterial. Além disso, pode acelerar o processo de aterosclerose, causando calcificação e formação de placas gordurosas nas artérias coronarianas e artérias cerebrais, podendo levar a infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC).
“Doenças cardíacas e doenças renais se encontram associadas em muitos pacientes, pois os problemas renais facilitam o desenvolvimento de doenças cardíacas e agravam a sua evolução, enquanto que as doenças cardíacas, por sua vez, também podem facilitar o surgimento de problemas renais, muitas vezes graves e irreversíveis. Os médicos envolvidos na assistência a estes pacientes sempre estão atentos para a detecção precoce destas complicações” explica o cardiologista, Dr. Alex Felix, do Lâmina Medicina Diagnóstica / Dasa.
Campanhas vem sendo realizadas para alertar a população sobre os aspectos e potenciais riscos destas doenças, com enfoque especial na sua prevenção, como a realizada no ultimo Dia Mundial do Rim, em 10 de marco deste ano, quando a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) lançou a campanha “Proteja seus rins, salve seu coração” com ações de conscientização em todo o pais.
“Existem medidas simples e eficazes para a prevenção de ambas as doenças, como por exemplo: o controle adequado da pressão arterial, a adoção de hábitos de vida saudável, como dieta equilibrada, exercícios regulares e combate a obesidade. Reduzir o consumo de sal, não fumar, realizar controle adequado do colesterol e do diabetes, também é de grande importância. Estas medidas devem sempre ser coordenadas através de acompanhamento médico regular, possibilitando também a avaliação periódica de outros fatores de risco e a realização de exames laboratoriais de rotina, como por exemplo a dosagem de uréia e creatinina no sangue, permitindo a detecção precoce de alterações da função renal” diz Dr. Felix.
Exames simples e de baixo custo, como a dosagem de uréia e creatinina no sangue, são ferramentas extremamente úteis para o diagnóstico precoce das alterações da função renal. Alterações mais sutis da função renal podem ser avaliadas com exame de urina de 24 horas, para determinação do clearence de creatinina, que possibilita determinar quantitativamente a função dos rins. É importante também a avaliação de outros fatores de risco cardiovascular, como a dosagem de índices de colesterol, triglicerídeos, ácido úrico, glicose e hemoglobina glicada, além da realização de exames de imagem, como ultrassonografia dos rins, ecocardiograma e eletrocardiograma, para uma avaliação completa dos sistemas cardiovascular e renal.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
O comércio de armas deve ser proibido no Brasil?
Em 2005, cerca de 64% da população brasileira optou por não proibir a comercialização de armas de fogo e munição em todo o território nacional, salvo para algumas entidades, como prevê o artigo 35 do Estatuto do Desarmamento, em vigor desde dezembro de 2003. Mais de cinco anos depois, o Rio de Janeiro fica marcado por uma tragédia, que deixou treze mortos em uma escola municipal de Realengo, e o debate sobre a proibição do comércio de armas volta a dividir a opinião pública.
Na última terça-feira, o presidente do Senado, José Sarney, propôs a realização de um novo referendo para consultar a população sobre a proibição da venda de armas. Sarney declarou não se importar com o último resultado, estando convencido de que agora a população pode ter outra opinião.
Episódios como o da escola em Realengo, que comovem a população e mobilizam autoridades e civis, pode ajudar a mudar o pensamento de muitos em relação à posse de armas. No entanto, no caso de Realengo, a proibição da venda de armas não teria impedido o atirador Wellington Menezes de Oliveira de adquirir os revólveres calibre 32 e 38 usados na ação. É o que garante a psicóloga Thereza Cristina Ribeiro, membro da Associação Internacional Psicanalítica (IPA). Ela explica que o crime foi realizado por um indivíduo mentalmente perturbado, e uma lei que proibisse a comercialização de armas não seria capaz de impedi-lo de realizar o que já pretendia.
- “Uma perturbação mental grave como se apresentou não é impedida apenas com o desarmamento. Tudo indica que era um esquizofrênico que funcionava de acordo com ideias delirantes, fora da realidade”.
Em debate no Senado, o assunto divide os partidos. Alguns senadores acreditam que a aprovação do plebiscito é uma decisão precipitada, e que o país pode não ter condições de executar a lei ainda este ano. De acordo com Álvaro Dias, líder do PSDB no Senado, o país não possui os recursos orçamentários necessários para realização da consulta em outubro. Outros líderes, entretanto, defendem a proposta do plebiscito, desde que haja um amplo debate sobre o tema antes de sua realização.
A psicóloga Thereza explica que em um momento de grande comoção, é possível a mudança de opinião da população com relação ao tema. Entretanto, além de qualquer política pública com relação ao porte de armas, é preciso haver uma mudança de pensamento em cada indivíduo. “O desarmamento é imprescindível em todos os setores, porém enquanto existirem fábricas de armas, ele não acontecerá. O mais determinante é que o desarmamento comece dentro de cada pessoa”, explica.
Na última terça-feira, o presidente do Senado, José Sarney, propôs a realização de um novo referendo para consultar a população sobre a proibição da venda de armas. Sarney declarou não se importar com o último resultado, estando convencido de que agora a população pode ter outra opinião.
Episódios como o da escola em Realengo, que comovem a população e mobilizam autoridades e civis, pode ajudar a mudar o pensamento de muitos em relação à posse de armas. No entanto, no caso de Realengo, a proibição da venda de armas não teria impedido o atirador Wellington Menezes de Oliveira de adquirir os revólveres calibre 32 e 38 usados na ação. É o que garante a psicóloga Thereza Cristina Ribeiro, membro da Associação Internacional Psicanalítica (IPA). Ela explica que o crime foi realizado por um indivíduo mentalmente perturbado, e uma lei que proibisse a comercialização de armas não seria capaz de impedi-lo de realizar o que já pretendia.
- “Uma perturbação mental grave como se apresentou não é impedida apenas com o desarmamento. Tudo indica que era um esquizofrênico que funcionava de acordo com ideias delirantes, fora da realidade”.
Em debate no Senado, o assunto divide os partidos. Alguns senadores acreditam que a aprovação do plebiscito é uma decisão precipitada, e que o país pode não ter condições de executar a lei ainda este ano. De acordo com Álvaro Dias, líder do PSDB no Senado, o país não possui os recursos orçamentários necessários para realização da consulta em outubro. Outros líderes, entretanto, defendem a proposta do plebiscito, desde que haja um amplo debate sobre o tema antes de sua realização.
A psicóloga Thereza explica que em um momento de grande comoção, é possível a mudança de opinião da população com relação ao tema. Entretanto, além de qualquer política pública com relação ao porte de armas, é preciso haver uma mudança de pensamento em cada indivíduo. “O desarmamento é imprescindível em todos os setores, porém enquanto existirem fábricas de armas, ele não acontecerá. O mais determinante é que o desarmamento comece dentro de cada pessoa”, explica.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Corpo de Bombeiros e Hemomar firmam parceria
O chefe da 5ª Seção do Estado Maior Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBM-MA), major Juciran Rodrigues, se reuniu com a representante do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Maranhão a (Hemomar), Maria do Socorro de Oliveira. O encontro aconteceu, nesta quinta-feira (14), no auditório do Comando Geral, na Avenida dos Portugueses, no Bacanga, em São Luís. A iniciativa atende a determinação de comandante-geral do CBMA, coronel Marcos Sousa Paiva.
Na reunião foram discutidos os detalhes da campanha de doação de sangue, deflagrada esta semana, por meio de parceria da Hemomar CBM-MA. Ficou acertado que funcionários do Hemomar visitarão as unidades da Corporação com objetivo de sensibilizar o efetivo sobre a importância de doar sangue.
Após as palestras educativas, ficou definida pela realização de uma campanha, que contará com a participação da Corporação. “A expectativa é que mais de 50% do nosso efetivo participe”, frisou major Juciran Rodrigues.
De acordo com Maria do Socorro Oliveira, os dados enfatizam a deficiência quando o assunto é doação de sangue. Apenas 1,5% da população brasileira doa sangue e juntando todos os hospitais e clinicas que precisam realizar transfusões de sangue diariamente mais de 5.500 litros são precisos diariamente. “faltam doadores que contribuem com esse gesto de amor e consciência, pois doar sangue salva vidas e qualquer um pode precisar uma hora dessas”.
No Maranhão, segundo ela, a realidade não é muito diferente. “Por isso a importância de firmar parcerias com instituições como o Corpo de Bombeiros”, enfatizou.
Exemplo de Vida global.
Na reunião foram discutidos os detalhes da campanha de doação de sangue, deflagrada esta semana, por meio de parceria da Hemomar CBM-MA. Ficou acertado que funcionários do Hemomar visitarão as unidades da Corporação com objetivo de sensibilizar o efetivo sobre a importância de doar sangue.
Após as palestras educativas, ficou definida pela realização de uma campanha, que contará com a participação da Corporação. “A expectativa é que mais de 50% do nosso efetivo participe”, frisou major Juciran Rodrigues.
De acordo com Maria do Socorro Oliveira, os dados enfatizam a deficiência quando o assunto é doação de sangue. Apenas 1,5% da população brasileira doa sangue e juntando todos os hospitais e clinicas que precisam realizar transfusões de sangue diariamente mais de 5.500 litros são precisos diariamente. “faltam doadores que contribuem com esse gesto de amor e consciência, pois doar sangue salva vidas e qualquer um pode precisar uma hora dessas”.
No Maranhão, segundo ela, a realidade não é muito diferente. “Por isso a importância de firmar parcerias com instituições como o Corpo de Bombeiros”, enfatizou.
Exemplo de Vida global.
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